segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021

Há diversidade na casa de Deus

 Texto-base: II Timóteo 2:20 "Numa grande casa há vasos não apenas de ouro e prata, mas também de madeira e barro; alguns para fins honrosos, outros para fins desonrosos."


Muito se fala em nossos dias sobre diversidade, e não há nada contraditório em se falar sobre esse assunto porque ele é real. As pessoas são diversas. Há diversidade de ideias, de credos, de pensamentos. Isso não significa que todas as ideias estão corretas mediante a Palavra de Deus. Algumas diversidades fazem parte do plano de Deus para o homem, outras não. Todavia, como cristãos não podemos maltratar e nem ofender a ninguém pela divergência de pensamentos com relação ao nosso. A Bíblia nos ordena tratar a todos com amor, e se formos disciplinar a alguém, que seja com mansidão.

Se no mundo há diversidade, na casa de Deus também, pois a igreja é constituída de pessoas, e onde existem pessoas, existe a diversidade. O apóstolo Paulo escrevendo a Timóteo nos explica sobre essa diversidade, comparando-a com utensílios existentes em uma casa, que podem ser de ouro, prata, madeira ou barro. Alguns para honra, outros para desonra.

A igreja é composta de pessoas diferentes. Assim como a estrutura dos elementos citados acima são diferentes, também encontramos na igreja pessoas de diferentes estruturas. Algumas resistem ao fogo, outras se queimam facilmente. Algumas são fortes, outras são frágeis. Todavia, todas podem ser úteis perante Deus, se não se deixarem ser usadas pelo pecado. Se isso ocorrer, deixam de ser vasos de honra para serem instrumentos de desonra.

O que prejudica a obra de Deus não é a diversidade, essa é saudável e faz parte de toda obra, pois Deus nos criou diferentes uns dos outros. O que prejudica a obra de Deus é o pecado, pois ele enfraquece a verdade da Palavra de Deus.

A diversidade na obra não é para ser questionada e nem para trazer divisões, ela é para ser respeitada. Devemos respeitar os limites, capacidades e estruturas de cada um. Alguns são ouro em determinados quesitos, e barro em outros. Em algumas situações, pessoas se comportam como a prata, em outras, como a madeira. Isso não ocorre porque somos fracos, mas porque temos estruturas diversas, suportando algumas coisas mais do que outras. Enquanto essa diversidade não está ligada ao pecado, mas à nossa estrutura enquanto seres humanos, ela é salutar e enriquece o corpo de Cristo. Nosso papel é respeitar essa diversidade e crescermos com ela.

domingo, 31 de janeiro de 2021

O perigo da exaltação própria

 Texto-base: 2 Coríntios 12:7-9


O apóstolo Paulo foi um grande homem de Deus. Após se converter ao cristianismo, vivenciou experiências com Deus incríveis, uma delas descrita no texto acima. Nesse relato, ele conta acerca de visões e revelações espirituais que ele teve, descritas por ele como inefáveis, isto é, algo tão maravilhoso que era impossível descrever.

Mas, por causa da grandeza dessas revelações, a fim de que ele não se ensoberbecesse, foi-lhe colocado um espinho na carne, algo tão incômodo que por três vezes ele pediu ao Senhor para que aquilo se afastasse dele. No decorrer de sua vida, Paulo teve inúmeras orações ouvidas da parte de Deus. Mas quando ele lhe pediu esse favor, o Senhor não o atendeu, pelo contrário, Ele lhe explicou que na vida dele, a Sua graça lhe era suficiente.

A partir dessa experiência, Paulo aprendeu que não era nos momentos de glória que ele deveria se gloriar, mas nos momentos de fraqueza, pois era nessas circunstâncias que ele sentiria a força do Senhor pousar sobre ele.

É fácil nos sentirmos fortes nos momentos em que tudo vai bem. Não apenas fácil, é também perigoso, pois corremos o risco de nos exaltarmos e acreditarmos que nossas vitórias advém da nossa própria força. Pelo contrário, nos momentos de fraqueza enxergamos a nossa dependência de Deus, nos humilhamos perante Ele, e assim nos sentimos fortes, pois compreendemos que a força para vencer os obstáculos provém Dele, e não de nós.

Muitas vezes estamos reclamando diante de situações que vivenciamos, pedindo ao Senhor o livramento delas, mas não entendemos que Deus tem usado essas circunstâncias para nos colocar na dependência Dele. Existem circunstâncias que se Deus tirá-las de nós, iremos exaltar o nosso coração. Assim, Deus permite que continuemos a enfrentá-las para que não percamos o foco.

Mesmo Paulo sendo um grande apóstolo, não estava isento do perigo da exaltação própria. Também nós temos que vigiar, para que situações de glória, ao invés de nos trazer salvação, nos tragam perdição. 

quinta-feira, 28 de janeiro de 2021

Ló: o homem que deixou ser contaminado pelo pecado

 Texto-base: Gênesis 13:1-13; 14:1-17; 19:1-38


Ló era o sobrinho de Abraão. Quando o pai de Ló e irmão de Abraão morreu, ele foi criado pelo seu avô Tera. Após a morte de Tera, Ló passou a viver com Abraão, seguindo-o por onde ele ia e tudo ia bem na vida de Ló. Abraão se tornou um homem próspero e Ló também. Entretanto, os funcionários de Ló e Abraão começaram a brigar entre si, o que os forçou a se separarem.

Abraão deu a Ló a opção de escolher para onde ele queria ir e ele, olhando apenas a aparente beleza do lugar, escolheu morar próximo a Sodoma, uma cidade onde as pessoas eram perversas e imorais.

Ló começou a habitar nas campinas do Jordão, localizado próximo a Sodoma, todavia, aos poucos ele foi se aproximando da cidade, até habitar nela. Ali, convivendo com a imoralidade do lugar, Ló e sua família se desviaram dos valores divinos.

Não há como negar que o ambiente em que convivemos influencia as nossas atitudes. Um cristão que convive em um ambiente de perversidade terá dois destinos: ou mudará o lugar de sua convivência ou será mudado pelas práticas locais. Quando estamos em lugares onde a prática do pecado é algo constante, devemos vigiar e estar em constante oração, para que o pecado não nos influencie.

Infelizmente, Ló se deixou levar pelas práticas erradas dos moradores de Sodoma, o que acabou trazendo desgraça para ele e sua família. Em certa guerra que houve entre os reis de Sodoma e outras localidades, Ló foi levado cativo. Ele só recuperou a liberdade porque Abraão saiu à luta por ele. Mas o pior na vida de Ló ocorreu quando Sodoma foi destruída por fogo e enxofre mandados por Deus.

Nessa ocasião, Ló perdeu todos os bens que havia adquirido, viu sua mulher virar uma estátua de sal, e foi morar em uma caverna, onde foi embriagado por suas próprias filhas, que se deitaram com ele. As práticas imorais de Sodoma contaminaram suas próprias filhas, que cometeram um incesto com o pretexto de gerar descendência para o pai.

A geração de Ló foi outro problema, pois os dois filhos frutos desse incesto, geraram as tribos de Moabe e Amom, dois povos idólatras que se tornaram tropeço para o povo de Israel, tanto como adversários deles quanto no sentido de influenciá-los em práticas pagãs.

Ló estava tão apegado a Sodoma, que mesmo com os anjos dizendo que iriam destruir o lugar, Ló não se apressava em sair de lá, e apenas foi embora quando os anjos pegaram ele e sua família pela mão e os colocaram fora da cidade. O relato diz que ele só saiu porque Deus lhe foi misericordioso. Em outro versículo, diz que Deus se lembrou de Abraão e tirou Ló das ruínas da cidade, demonstrando que o livramento de Deus na vida de Ló se deu por causa de Abraão, e não pela integridade de Ló.

E assim termina a passagem de Ló pela Bíblia, um homem que tinha tudo para se tornar como Abraão, mas que se deixou levar pelas práticas pecaminosas ao seu redor e se perdeu no meio do caminho. Tudo isso ocorreu pelas escolhas de Ló: olhar apenas a aparência, afastar-se daquele que servia a Deus e aproximar-se daqueles que estavam cheios de pecado. As nossas escolhas nos mostram aonde chegaremos: ao sucesso ou ao fracasso.

terça-feira, 26 de janeiro de 2021

Não pare de interceder pela sua família

Texto-base: Gênesis 6:17-18; 18:22-33; 19:29


Um dos versículos mais conhecidos de toda a Bíblia é: "Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e a tua casa." (Atos 16:31). Muito mais do que uma promessa, essa palavra é um princípio dado por Deus de que aquele que crê tem a sua família salva por Deus. Todavia, vemos ainda muitos familiares de pessoas cristãs vivendo uma vida distante dos caminhos do Senhor.

Isso porém não deve nos desanimar, pois a Bíblia nos dá exemplos de homens que buscaram ao Senhor por seus familiares e obtiveram vitória. Dois deles são Noé e Abraão.

Noé foi descrito na Bíblia como um homem justo, íntegro e que andava com Deus. Nos tempos de Noé, não havia ninguém que andava com Deus, apenas ele. A humanidade estava totalmente corrompida pela maldade e violência e Deus ordenou, através de um dilúvio, a destruição de todo ser vivente na Terra. Dentre os seres humanos, apenas Noé e sua família escaparam.

Em toda a história de Noé não se diz nada a respeito de sua mulher, seus filhos e suas noras. Apenas Noé é descrito como um homem temente a Deus. Entretanto, toda a sua família foi salva do dilúvio. A integridade de Noé fez com que toda a sua família fosse salva.

Outro homem que foi peça fundamental na salvação da sua família foi Abraão. Como ele não tinha filhos, seu sobrinho Ló foi criado como um filho. Entretanto, por causa de brigas entre funcionários de Ló e Abraão, eles tiveram que se separar. Ló acabou indo para Sodoma, uma cidade onde as pessoas eram perversas e violentas, como nos tempos de Noé. E Deus, assim como fez no dilúvio, resolve destruir toda aquela cidade, agora não mais com água, mas com fogo e enxofre.

Quando Abraão fica sabendo que Sodoma seria destruída, intercede por Ló. E Deus ouve a sua oração, livrando não apenas Ló, mas toda a sua família.

Essas duas histórias nos mostram o quanto é importante intercedermos pelos nossos familiares. O nosso temor a Deus e a nossa intercessão por eles, fará com que eles sejam salvos. Assim como a integridade de Noé fez com que toda a sua família escapasse do dilúvio, a nossa vida com Deus poderá fazer com que a nossa família também seja salva por Ele. E assim como a intercessão de Abraão em favor de Ló trouxe o livramento àquele homem, o nosso clamor pela nossa família poderá trazer vida a eles. Se nós crermos, a nossa família poderá ser salva. Se nós orarmos, traremos vida à ela.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2021

Mordecai: Deus honra aqueles que O temem

 Texto-base: Ester 8:15; Ester 10


Mordecai era primo de Ester e a criou como filha. Sempre cuidadoso com sua filha, todos os dias passava no átrio das mulheres para ver como Ester era tratada. Quando Ester é elevada a rainha, Ele não se deixou tomar por ambição, apesar da realeza de Ester, que poderia ter lhe dado altos cargos no palácio, mas esperou o tempo certo, e nesse tempo, Deus lhe honrou.

Em certo tempo, Mordecai descobre uma conspiração de dois servos contra a vida do rei e avisa a Ester, que fala ao rei e condena à morte os malfeitores. Mordecai não recebe a princípio nada em troca, mas não se indigna por isso, mas continua a viver sua vida em humildade. 

Quando Mordecai recebe a notícia da condenação dos judeus à morte, se humilha perante o Senhor e pede a Ester que rogue ao rei pelo seu povo. Ester a princípio tenta se esquivar, mas é repreendida por Mordecai, que cria que de alguma forma os judeus seriam salvos por Deus dessa armadilha. Ele não colocou a sua confiança em Ester, mas em Deus, pois ele sabia que se Ester não os ajudasse, Deus usaria outra pessoa para lhes dar o socorro, mas sozinhos eles não estariam. Ainda, Mordecai vislumbra que ela havia sido colocada como rainha para esse propósito: impedir o extermínio dos judeus.

Nesse intervalo, Hamã, um homem malvado e arrogante que se indignou contra Mordecai por ele não se prostrar perante ele, prepara uma forca para matá-lo. Na noite em que ia pedir a morte de Mordecai, o rei se lembra do livramento de morte que recebeu por intermédio de Mordecai e toma uma atitude para honrá-lo. Mordecai, anos após o favor feito ao rei, é recompensado. Mordecai é o exemplo da recompensa tardia, que muitas vezes não vem no momento do favor, mas que sempre vem para aqueles que crêem em Deus. Nem sempre recebemos a honra quando achamos que deveríamos, mas Deus é fiel e não se esquece de nenhum bem que fazemos. Os homens se esquecem, mas Deus não.

Mesmo tendo seu momento de honra, Mordecai volta para a porta do palácio e veste suas roupas de humilhação, buscando em Deus o livramento para a sentença de morte recebida pelos judeus. Quando Ester revela ao rei a conspiração contra os judeus, e Hamã é morto, Mordecai foi elevado a uma posição de honra no reino, cuidando da casa de Hamã, seu principal inimigo e cuidando dos negócios do rei. O nome de Mordecai se tornou cada dia mais poderoso e ele ficou conhecido em todas as províncias do reino. Ele foi o segundo homem do reino e trabalhou pelo bem estar do povo judeu.

Mordecai, um homem judeu, que foi exilado, estava no império persa como um estrangeiro, sem direitos, foi honrado e se tornou o homem mais poderoso do reino após o rei, pois Deus honra a quem Ele quer.

Na Bíblia temos outros exemplos de homens que viveram como escravos e depois foram honrados: José, que foi vendido como escravo e se tornou o segundo após Faraó, Neemias, copeiro do rei, que se tornou governador de Judá e Daniel, que também foi governador no reino Babilônico. Todos homens que não tinham prospecção alguma, mas foram honrados porque temeram a Deus mais do que aos homens e deram bom testemunho por onde passavam.

domingo, 24 de janeiro de 2021

Uma pequena reflexão sobre o Salmos 140

 Texto-base: Salmos 140


O mundo está cheio de maldades. Quando ligamos a televisão e vemos o noticiário, ficamos perplexos com tantos casos assustadores. Infelizmente, a maldade é consequência do pecado. Isto quer dizer que, enquanto houver pecado no mundo, também haverá maldade. No Salmos 140, o salmista nos alerta sobre alguns tipos de pessoas más e as suas atitudes pérfidas.

O primeiro é sobre o homem perverso e violento, cujo coração vive maquinando iniquidades. Isso quer dizer que ele é um homem cuja maldade está no seu interior. Mas, não apenas isso, ele vive forjando contendas, ou seja, criando discussões e divisões ao seu redor. Pessoas assim não buscam a paz, mas vivem arrumando brigas por onde passam. Por fim, o homem perverso e violento, tem também a sua língua comparada a uma serpente e os seus lábios destilam veneno. Pessoas desse tipo são aquelas que utilizam a língua para caluniar, maldizer, inventar mentiras contra o próximo e espalhar conversas que não lhe dizem respeito.

O segundo é o homem ímpio e violento, que não teme a Deus e quer incitar as pessoas a fazerem o mesmo, desviando elas da presença do Senhor. Existem pessoas que se empenham para desviar o cristão dos caminhos do Senhor e têm prazer em levá-los ao caminho do mal. Se vêem algo pecaminoso, logo incitam o próximo a praticar.

Por fim, os soberbos, que ocultam armadilhas e cordas para prenderem o justo e lhe preparam ciladas. Essa classe se refere às pessoas que, de forma arrogante, fazem maldades contra as pessoas e acreditam que não serão punidas. Agindo às escondidas, elas procuram prejudicar o próximo pelas costas.

Mas, como o salmista, temos que clamar ao Senhor o livramento em nossas vidas desse tipo de pessoas e crer que o Senhor protege a nossa vida e integridade durante as batalhas. Ainda, ele crê que o Senhor defende aqueles que são necessitados e oprimidos. Quanto ao homem violento e caluniador, o seu destino é cair e ser perseguido pelo mal.


sexta-feira, 22 de janeiro de 2021

Ester: a rainha usada por Deus para livrar os judeus do extermínio

 Texto-base: Ester 1-10


Ester foi uma moça pobre e órfã, criada pelo seu primo Mordecai. Quando o rei Assuero (ou Xerxes em algumas traduções) depôs a rainha Vasti, seus servos foram em busca de uma nova rainha para o trono. Dentre diversas mulheres que foram escolhidas para serem levadas ao palácio a fim de serem observadas pelo rei, Ester foi uma delas. Ela era uma mulher cheia de graça, pois logo que chegou ao palácio já encontrou favor do eunuco, que lhe tratou de forma especial.

A sua obediência a Mordecai em não declarar a sua origem judia fez com que ela fosse abençoada, pois ela soube guardar o silêncio e falar no momento oportuno.

Também obedeceu a Hegai, eunuco do palácio, que no dia do seu encontro com o rei, lhe sugeriu o que ela deveria vestir, o que a beneficiou. Ao contrário das demais mulheres, quando Ester chega diante do rei sem muitos adereços, ela demonstra que em seu coração não havia ambição, o que agradou o soberano.

Ester encontrou favor de muitos ali na casa das mulheres. Por fim, também alcançou favor diante do próprio rei, que a tratou não apenas como uma mulher que lhe satisfaria os desejos ou que ocuparia o trono, mas alguém que ele amava e tratava com bondade e favor.

Ao se casar com Ester, o rei também tratou com bondade os seus súditos, dando-lhes alívio quanto ao pagamento de impostos e lhes dando presentes. Quando o homem tem em sua companhia uma boa esposa, ele é feliz e essa felicidade faz com que ele viva melhor com as pessoas as quais convive.

Mesmo sendo rainha, Ester continuou a ser obediente a Mordecai, respeitando a sua autoridade sobre ela. Mesmo em posições altas, temos que entender que estamos debaixo de autoridades, e quando respeitamos essa cadeia de autoridade, somos abençoados.

Quando Hamã trama contra os judeus para lhes exterminarem, Mordecai pede a Ester que rogue ao rei pelo seu povo. Ester a princípio tenta se esquivar, mas é repreendida por Mordecai, que cria que os judeus seriam salvos por Deus dessa armadilha, e lhe mostra que ela havia chegado àquele alto posto para ser instrumento nas mãos de Deus para salvar os seus descendentes.

Ester atende à repreensão de Mordecai e busca resolver aquela situação batalhando em nível espiritual. Por três dias ela e suas criadas jejuaram, indicando que as mulheres que andavam com Ester também temiam a Deus. Ainda, ela não teme mais por sua vida e se dispõe a falar com o rei, mesmo correndo risco de morte, pois ela compreende que como rainha, a vida do seu povo era mais importante do que a sua própria.

Então ela elabora uma estratégia de fazer um banquete e nessa ocasião denunciar a Hamã.

Sem se levar pela pressa, após dois banquetes ela expõe o caso ao rei, que condena Hamã à morte e dá aos judeus a oportunidade de se defenderem dos seus adversários. Ao final, o povo judeu vence a batalha.

Ester se consagra como uma rainha que lutou pelo povo de Deus e que foi instrumento nas mãos Dele para livrar o seu povo do extermínio