“Vinde, e tornemos para o Senhor, porque ele nos despedaçou e nos sarará; fez a ferida e a ligará. Depois de dois dias, nos revigorará; ao terceiro dia, nos levantará, e viveremos diante dele”. Oseias 6:1-2
Os versículos sobre os quais debruçamos nesta reflexão nos fala sobre um processo de conversão. Quando o profeta chama o povo para retornar ao Senhor, mostra que em algum momento o povo se afastou dele.
E por terem se afastado, as feridas vieram. Parecem ter vindo do próprio Deus, mas talvez tenham sido apenas permitidas por Ele. Entretanto, seja de onde for a origem, a cura vem de Deus.
É um processo, afinal o profeta menciona que ao segundo dia, o povo seria revigorado, ou seja, ganharia novas forças para permanecer no processo de cura.
Mas somente ao terceiro dia eles seriam levantados. O perdão de Deus é imediato, mas o processo de cura das feridas deixadas pelo pecado é lento. A cura interior, diferente da cura física milagrosa envolve o processo de espera, importante para nos fazer refletir sobre as circunstâncias que nos deixaram feridos.
Essa espera traz a maturidade necessária para evitar cair novamente no pecado.
Mas e o fim do processo de cura? O propósito final é viver diante de Deus. A conversão sincera nos traz para perto de Deus. Mesmo sendo um doloroso processo de cura dos pecados cometidos, de traumas que o pecado ocasionou, a conversão é o único caminho que nos leva à eternidade com Deus
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