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terça-feira, 23 de maio de 2023

O amor tudo suporta

Texto base: I Coríntios 13:7


Certa vez passando por dificuldades eu orei ao Senhor para que Ele me livrasse daquela situação. Abri a Bíblia esperando ouvir uma palavra de “vitória” e o Senhor me deu esse versículo de hoje: O amor “tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta”. Eu entendi que muitas vezes as provações vem para nos provar no nosso amor a Deus e na nossa capacidade de suportar tudo por amor a Ele.

As tribulações da vida vem para provar em nós algumas capacidades:

Capacidade de adorar a Deus mesmo quando não obtemos resposta: Quando Jó passou as suas lutas e perdeu tudo ele disse: “O Senhor o deu e o Senhor o tomou. Bendito seja o nome do Senhor!” (Jó 1:21). A provação vem para testar nossa capacidade de adorar a Deus mesmo em meio as dificuldades e reconhecer que mesmo se Ele não resolver nosso problema hoje como estamos pedindo vamos continuar a adorá-lo pelo que Ele já fez por nós e por quem Ele é.

Capacidade de não murmurar: O salmista Davi diz no Salmos 34:1 “Bendirei ao Senhor em todo o tempo. O seu louvor estará sempre nos meus lábios.” Louvar e bendizer a Deus não é somente quando tudo vai bem, é preciso louvar em todos os momentos. Quando louvamos não deixamos espaço para a murmuração entrar em nossos lábios.

A nossa alegria e contentamento mesmo em meio as dificuldades: Ainda, no Salmos 34:2 o salmista diz: “Gloriar-se-á (alegrará) no Senhor a minha alma.” O apóstolo Paulo, após ter passado tanto dificuldades disse em sua carta aos Filipenses 4:11 que ele sabia viver contente em toda e qualquer situação, porque a força dele não vinha das circunstâncias, mas de Deus. E em Deus ele tudo podia (Fp 4:13).

Bem, voltando a minha história. Quando eu li esse versículo eu entendi que Deus estava ciente e no controle daquela situação, mas que no momento Ele queria de mim que eu suportasse tudo aquilo. Que o meu amor por Ele falasse mais alto pois assim eu poderia vencer. É isso que muitas vezes Deus quer de nós. Que saibamos suportar as dificuldades por amor a Ele, pois na cruz Jesus tudo já venceu.

segunda-feira, 15 de agosto de 2022

O amor de Deus

Texto de referência: 1 João 4:7-21


O apóstolo João é conhecido como o apóstolo do amor, isso porque ele aborda muito sobre o amor, principalmente em suas cartas à igreja primitiva. Ele fala das duas vertentes do amor: a Deus e ao próximo. Nesse texto gostaria de abordar sobre o que é dito acerca do amor de Deus.

O amor de Deus é manifestado através da vinda de Jesus a este mundo para nos dar vida. O sacrifício de Cristo na cruz é a principal manifestação do amor de Deus pela humanidade, pois Deus nos deu seu único Filho para morrer em nosso lugar.

O amor não é manifesto em nós amarmos a Deus, mas n'Ele amar-nos, isso porque somos pecadores, falhos e pequenos perante a grandeza de Deus. Mesmo sendo tão inferiores a Ele, isso não se torna empecilho para Ele nos amar.

Por fim, Deus é amor. Ele não apenas manifesta amor, mas Deus é o próprio amor. E por ser o amor, Ele carrega em Si todas as características do amor, incrivelmente descrito em 1 Coríntios 13.

Conhecendo melhor o amor de Deus, aprendemos a amá-Lo e amar o nosso próximo, vivendo assim o amor que Deus pede de nós.

segunda-feira, 25 de outubro de 2021

As três dimensões do amor

 Texto de referência: Mateus 22:36-40


Deus é amor e quando falamos em amor não podemos pensar em algo diferente de Deus pois Ele é a expressão do verdadeiro amor, que não espera ser amado para amar, que é real, que é sincero, que é doador. Esse é o amor de Deus, incondicional e perfeito. 

Mas Jesus também ensina que nós devemos amar, e sabemos que o nosso amor não é como o de Deus, todavia, Ele nos ensina três dimensões do amor, que envolvem a própria pessoa de Deus, o nosso próximo e a nós mesmos. Jesus ainda nos afirma que desse amor dependem toda a Lei e os profetas, isto é, cumprimos todos os mandamentos de Deus quando praticamos o amor nestas três dimensões.

A primeira dimensão do amor é para Deus. A Ele, o nosso amor deve ser com toda a profundidade do nosso ser, pois deve envolver coração, alma e entendimento. Amar a Deus deve ser uma atitude que começa dentro de nós e flui para as nossas atitudes. Não é um amor irracional, mas cheio de atitudes sinceras e verdadeiras, onde nós reconhecemos a Quem amamos (a Deus) e porque O amamos.

A segunda dimensão é o amor ao próximo. Nesse sentido, o Senhor nos mostra que ama o próximo quem dá a vida por ele, isto é, um amor que gere algum esforço da nossa parte. Também não pode ser apenas de palavras, tem que ser demonstrado com atitudes (1 João 3:16-18).

A terceira dimensão é o amor a nós mesmos. A maneira como nos amamos deve ser a mesma com a qual amamos o outro. Ter amor próprio não significa desprezar o outro para enaltecer a si mesmo, pois o nosso amor próprio deve ser na mesma dimensão do nosso amor pelos outros. Amar a si mesmo significa cuidar de si mesmo, tratar bem a si mesmo, querer bem a si mesmo, sem que isso prejudique o outro.

Essas três dimensões vivem em equilíbrio. Nenhuma sobrepõe a outra, pois cada uma tem um objeto específico. Quem ama a Deus acima de tudo certamente amará o seu próximo e também a si mesmo.


segunda-feira, 17 de maio de 2021

O Senhor é o nosso Pastor

 Texto de referência: Salmos 23


Davi antes de ser rei foi um pastor de ovelhas. Por muitos anos pastoreou as ovelhas de seu pai. No Salmos 23 ele inverte os papéis e ao invés de se colocar como pastor ele se coloca na posição de ovelha. Trabalhando por tantos anos como pastor, ele provavelmente observava e conhecia bem o comportamento desses animais.

Ele inicia dizendo que o Senhor era o seu pastor e portanto nada lhe faltaria. Como pastor, ele sabia como um pastor cuida com carinho do seu rebanho. Todavia, por mais diligente que seja o pastor, ele é falho e pode cometer deslizes no cuidado das ovelhas. Mas com o Senhor o pastoreio é diferente. Ele é o pastor perfeito, que cuida das suas ovelhas de modo exemplar, e por isso ele dizia que não teria falta de nada.

Quanto ao alimento, o pasto é sempre verdinho e as águas são tranquilas. O Senhor nos dá a condição de que precisamos para estarmos sempre alimentados e confortáveis.

Ele se sentia guiado e disciplinado pelo Senhor. Um dos papéis do pastor é conduzir as suas ovelhas não permitindo que elas se desviem da rota traçada. Para isso, ele utiliza a vara e o cajado, para guiar e puxar para si as ovelhas, caso elas se desviem.

A confiança de Davi era tão grande no seu Pastor que mesmo andando próximo a morte, ele não tinha medo de nada. Tendo Deus como nosso Pastor, não tememos as adversidades pois sabemos que Ele sempre nos olha e nos guarda.

A bondade e misericórdia que seguiram a Davi diariamente é a mesma que quer nos seguir também. Mas assim como a ovelha é cuidada pelo pastor, ela também deve obedecer o pastor. Como ovelhas de Cristo, nosso papel é obedecê-Lo, tratando Ele conforme a Sua autoridade sobre nós.

Neste Salmo, Davi enxerga o Senhor como seu pastor, e ele é. Jesus nos diz em João 10:11 que Ele é o bom pastor, que dá a Sua vida pelas ovelhas. E como nosso Pastor, temos que acreditar no cuidado do Senhor para conosco.

Se o pastor homem sabe cuidar bem das suas ovelhas, não o faria muito melhor aquele que nos ama com amor incondicional? 

domingo, 28 de fevereiro de 2021

É amando o próximo que aprendemos a amar a Deus

 Texto-base: 1 João 3:16-18; 4:7-21


O apóstolo João nos fala muito sobre o amor.

Em sua primeira carta, ele nos ensina sobre o que é verdadeiramente o amor em duas vertentes: o amor de Deus e o amor fraternal, isto é, entre irmãos.

Todo amor vem de Deus. Ele é a origem do amor.

O princípio do amor não consiste em nós amarmos a Deus, mas Nele ter nos amado e enviado Seu único Filho, Jesus, para morrer por nós. E é nesse amor que devemos nos espelhar, pois assim como Deus nos ama também devemos amar nossos irmãos. E assim como Jesus deu a Sua vida por nós também devemos dar a vida pelos nossos semelhantes. Esse foi o mandamento de Jesus, que amemos nossos irmãos como Ele nos amou.

E dar a vida não significa morrer fisicamente por eles, pois isso Jesus já fez, mas exercer um amor sacrificial, isto é, capaz de deixar as nossas próprias vontades para fazer o bem ao próximo.

Isso é amar, exercer boas atitudes com as pessoas mesmo quando isso aparentemente não nos trará benefício algum, ou até mesmo nos trará prejuízo. Esse é o amor de Deus por nós, um sentimento que não exigiu nada em troca. Um amor que não se apoiou em palavras, mas em atitudes.

O amor ao próximo é a mensagem ouvida desde o início. Quando exercemos esse amor vivemos todas as bênçãos das quais Jesus nos prometeu: temos a vida, vivemos na luz, permanecemos em Deus e O conhecemos.

Mas há uma bênção ainda maior quando exercemos o amor ao próximo: somos aperfeiçoados no amor de Deus. O perfeito amor não convive com o medo. Quando amamos a Deus, aprendemos a confiar Nele. E esse amor começa pelos nossos irmãos, pois apesar de acharmos que aprendemos a amar demonstrando nosso amor a Deus, Ele nos mostra pela Palavra que a essência do nosso amor enquanto seres humanos começa quando demonstramos amor ao próximo.

Isso acontece porque o nosso relacionamento com os nossos irmãos se baseia na materialidade. Conhecemos o nosso próximo, vemos suas necessidades e suas fraquezas. Já com Deus o nosso relacionamento é imaterial. Não o vemos. Dessa forma, se não conseguimos amar alguém que vemos, que conhecemos as necessidades, os sofrimentos e não nos compadecemos, como poderemos amar a Deus que não enxergamos de forma material?

Assim, entendemos que para amarmos a Deus, precisamos primeiro amar os nossos semelhantes. Quando amamos o nosso próximo de forma atitudinal, o amor de Deus permanece em nós. 

Amar o nosso próximo não é uma opção, é um mandamento. E apesar desse mandamento ser o segundo em ordem de importância, pois o primeiro é amar a Deus, só cumpriremos o primeiro quando exercermos o segundo. Que Deus nos ajude a amar o nosso próximo. Em um mundo de amor hipócrita, enquanto cristãos, o nosso amor tem que ser verdadeiro.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2021

O banquete contínuo da alegria e do amor

Texto-base: Provérbios 15:15-17


O sentimento da alegria é frequentemente posto em debate. Em um mundo de tantas tragédias, estar alegre o tempo todo é considerado impossível para grande parte das pessoas. Mas o Senhor nos diz em Provérbios que a alegria do coração é banquete contínuo, isto é, não acaba. 

Diante disso, podemos refletir que quando há alegria no nosso coração, não importam as circunstâncias externas, há sempre comemoração por dentro. Um coração alegre não precisa de muito, pois está rodeado de gratidão pelas coisas simples da vida.

Ele continua dizendo que não precisamos de muito, na verdade o que realmente necessitamos é temer ao Senhor, pois se andamos com Deus não importa se para as pessoas temos pouco, para nós é o suficiente para enxergarmos o cuidado Dele em nossas vidas. Afinal, um tesouro onde há inquietação não adianta de nada. Não é apenas ter, mas saber desfrutar daquilo que temos. Um coração sem contentamento pode ser cheio das melhores coisas dessa terra que jamais irá se satisfazer.

Outro aspecto em que a despeito da quantidade de bens existentes não fará sentido, é onde não há amor. O sábio autor de Provérbios nos diz que um prato de hortaliças onde há amor é melhor do que um boi assado onde há ódio. Isso significa que o que traz abundância a qualquer situação é o sentimento que reside ali. Onde há falta de amor não pode haver abundância de nada, porque o que se está vivendo não fará sentido. O sentido das coisas é percebido pelos sentimentos que nos permeiam. Se há contentamento, há gratidão não importa a situação. Se há amor, há fartura ainda que os recursos sejam poucos.

Parecem utópicas e difíceis de viver essa realidade, haja vista vivermos em um mundo de tanto materialismo, onde somos cercados pelas ideias de que seremos felizes quando tivermos o emprego dos sonhos, um casamento invejável, um carro ou uma casa de luxo, um closet equipado, dentre outras coisas. Entretanto, não é isso que nos ensina a Palavra de Deus. Ela nos mostra que a despeito de qualquer materialidade, existem sentimentos que se sobrepõem a tudo isso.

É tempo de fazermos com que tudo isso se torne realidade para nós. Que essas não sejam meras palavras, mas uma forma de viver, onde focaremos no que realmente importa e desfrutaremos do que verdadeiramente nos faz bem.