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segunda-feira, 15 de agosto de 2022

O amor de Deus

Texto de referência: 1 João 4:7-21


O apóstolo João é conhecido como o apóstolo do amor, isso porque ele aborda muito sobre o amor, principalmente em suas cartas à igreja primitiva. Ele fala das duas vertentes do amor: a Deus e ao próximo. Nesse texto gostaria de abordar sobre o que é dito acerca do amor de Deus.

O amor de Deus é manifestado através da vinda de Jesus a este mundo para nos dar vida. O sacrifício de Cristo na cruz é a principal manifestação do amor de Deus pela humanidade, pois Deus nos deu seu único Filho para morrer em nosso lugar.

O amor não é manifesto em nós amarmos a Deus, mas n'Ele amar-nos, isso porque somos pecadores, falhos e pequenos perante a grandeza de Deus. Mesmo sendo tão inferiores a Ele, isso não se torna empecilho para Ele nos amar.

Por fim, Deus é amor. Ele não apenas manifesta amor, mas Deus é o próprio amor. E por ser o amor, Ele carrega em Si todas as características do amor, incrivelmente descrito em 1 Coríntios 13.

Conhecendo melhor o amor de Deus, aprendemos a amá-Lo e amar o nosso próximo, vivendo assim o amor que Deus pede de nós.

quinta-feira, 16 de junho de 2022

Generosidade, um dom que vem de Deus

Deus é generoso. Não existe na Bíblia nenhum versículo que diga isso diretamente, dessa forma (Deus é generoso), mas podemos inferir isso por tudo o que a palavra de Deus nos diz acerca da generosidade. Deus nos manda ser generosos, dessa forma, podemos concluir que Deus é generoso, afinal, Ele não nos pediria algo que Ele mesmo não pudesse fazer.

Desde o antigo testamento o Senhor nos ensina sobre a generosidade. Quando estudamos a lei de Moisés, podemos ver que o Senhor se preocupava muito com os pobres daquela época, em especial, com aqueles pertencentes ao Seu povo. A ordenança de Deus era, quem tinha mais deveria dar àquele que tinha pouco. E dar sem maldade, de todo coração (Levíticos 25; Deuteronômio 15).

Após a nova aliança, com a vinda de Jesus ao mundo, percebemos ainda mais a generosidade de Deus expressada através de Jesus, diga-se de passagem, o próprio Deus. Vemos um Jesus generoso na multiplicação dos pães e peixes, onde Ele não somente demonstrou o Seu poder sobrenatural, como expressou a Sua preocupação com aquele povo que estava com fome (Mateus 15:32-38).

Após a morte de Jesus a generosidade é expressada pela igreja primitiva, quando os apóstolos davam alimentos às viúvas pobres e os irmãos faziam doações a irmãos de outros lugares que passavam necessidade, como no exemplo da coleta feita pela igreja da Macedônia aos irmãos da Judéia (Atos 6:1, 2 Coríntios 8).

E essa generosidade deve estender-se aos nossos dias, na igreja dos tempos modernos. Ajudar os mais pobres deve ser uma ação habitual da igreja, não apenas um ato isolado, feito uma vez por ano no Natal. O Senhor espera de nós generosidade, porque Ele é generoso conosco. Quando abrimos nosso coração para repartir, percebemos que há mais alegria em dar, do que em receber (Atos 20:35).


segunda-feira, 25 de outubro de 2021

As três dimensões do amor

 Texto de referência: Mateus 22:36-40


Deus é amor e quando falamos em amor não podemos pensar em algo diferente de Deus pois Ele é a expressão do verdadeiro amor, que não espera ser amado para amar, que é real, que é sincero, que é doador. Esse é o amor de Deus, incondicional e perfeito. 

Mas Jesus também ensina que nós devemos amar, e sabemos que o nosso amor não é como o de Deus, todavia, Ele nos ensina três dimensões do amor, que envolvem a própria pessoa de Deus, o nosso próximo e a nós mesmos. Jesus ainda nos afirma que desse amor dependem toda a Lei e os profetas, isto é, cumprimos todos os mandamentos de Deus quando praticamos o amor nestas três dimensões.

A primeira dimensão do amor é para Deus. A Ele, o nosso amor deve ser com toda a profundidade do nosso ser, pois deve envolver coração, alma e entendimento. Amar a Deus deve ser uma atitude que começa dentro de nós e flui para as nossas atitudes. Não é um amor irracional, mas cheio de atitudes sinceras e verdadeiras, onde nós reconhecemos a Quem amamos (a Deus) e porque O amamos.

A segunda dimensão é o amor ao próximo. Nesse sentido, o Senhor nos mostra que ama o próximo quem dá a vida por ele, isto é, um amor que gere algum esforço da nossa parte. Também não pode ser apenas de palavras, tem que ser demonstrado com atitudes (1 João 3:16-18).

A terceira dimensão é o amor a nós mesmos. A maneira como nos amamos deve ser a mesma com a qual amamos o outro. Ter amor próprio não significa desprezar o outro para enaltecer a si mesmo, pois o nosso amor próprio deve ser na mesma dimensão do nosso amor pelos outros. Amar a si mesmo significa cuidar de si mesmo, tratar bem a si mesmo, querer bem a si mesmo, sem que isso prejudique o outro.

Essas três dimensões vivem em equilíbrio. Nenhuma sobrepõe a outra, pois cada uma tem um objeto específico. Quem ama a Deus acima de tudo certamente amará o seu próximo e também a si mesmo.


segunda-feira, 1 de março de 2021

As três consequências do ódio

 Texto-base: 1 João 3:14-15


O ódio é um sentimento oposto ao amor. Apesar de ser abominado por Deus, muitos ainda convivem com esse triste sentimento.

O ódio não é um sentimento que afeta apenas o indivíduo, pelo contrário, é um sentimento que afeta no mínimo duas pessoas: quem odeia e quem é odiado.  Esse sentimento é desencadeado após algum conflito, que envolve ambas as partes. Entretanto, independente do motivo que leva alguém a sentir ódio, ele não é permitido por Deus. Isso quer dizer que quem alimenta ódio em seu coração está em desobediência a Deus.

Esse é o primeiro aspecto negativo do ódio: quando o alimentamos em nosso coração, estamos nos afastando de Deus. Isso significa que o ódio é um impeditivo ao nosso relacionamento com o Senhor. Ele nos impede de estarmos em comunhão e herdarmos o reino de Deus.

Em outra vertente, o ódio nos atrapalha em nosso relacionamento com os irmãos. O apóstolo João nos diz que quem odeia seu irmão é um assassino. Isso não necessariamente significa o ato de tirar a vida do irmão, mas de matá-lo espiritualmente. O ódio destrói amizades, momentos familiares deixam de ser desfrutados, relacionamentos são interrompidos. Odiar o irmão é matar a sua relação com ele.

Por fim, e tão devastador quanto as demais vertentes, o ódio nos prejudica internamente. Quem odeia o irmão anda em trevas, cheio de cegueira, vivendo sem direção. Não importa se há fartura, o coração cheio de ódio não pode ter satisfação. Aos poucos esse sentimento vai definhando a alma, até que a vida perde o verdadeiro sentido.

E por tudo isso, o ódio é um sentimento que só nos traz prejuízos. Se Deus habita em nós, não podemos alimentar esse sentimento em nosso coração. E o caminho para enfraquecer o ódio é nos alimentarmos de amor. À medida que vamos nos aperfeiçoando no amor, o ódio vai perdendo espaço.

domingo, 28 de fevereiro de 2021

É amando o próximo que aprendemos a amar a Deus

 Texto-base: 1 João 3:16-18; 4:7-21


O apóstolo João nos fala muito sobre o amor.

Em sua primeira carta, ele nos ensina sobre o que é verdadeiramente o amor em duas vertentes: o amor de Deus e o amor fraternal, isto é, entre irmãos.

Todo amor vem de Deus. Ele é a origem do amor.

O princípio do amor não consiste em nós amarmos a Deus, mas Nele ter nos amado e enviado Seu único Filho, Jesus, para morrer por nós. E é nesse amor que devemos nos espelhar, pois assim como Deus nos ama também devemos amar nossos irmãos. E assim como Jesus deu a Sua vida por nós também devemos dar a vida pelos nossos semelhantes. Esse foi o mandamento de Jesus, que amemos nossos irmãos como Ele nos amou.

E dar a vida não significa morrer fisicamente por eles, pois isso Jesus já fez, mas exercer um amor sacrificial, isto é, capaz de deixar as nossas próprias vontades para fazer o bem ao próximo.

Isso é amar, exercer boas atitudes com as pessoas mesmo quando isso aparentemente não nos trará benefício algum, ou até mesmo nos trará prejuízo. Esse é o amor de Deus por nós, um sentimento que não exigiu nada em troca. Um amor que não se apoiou em palavras, mas em atitudes.

O amor ao próximo é a mensagem ouvida desde o início. Quando exercemos esse amor vivemos todas as bênçãos das quais Jesus nos prometeu: temos a vida, vivemos na luz, permanecemos em Deus e O conhecemos.

Mas há uma bênção ainda maior quando exercemos o amor ao próximo: somos aperfeiçoados no amor de Deus. O perfeito amor não convive com o medo. Quando amamos a Deus, aprendemos a confiar Nele. E esse amor começa pelos nossos irmãos, pois apesar de acharmos que aprendemos a amar demonstrando nosso amor a Deus, Ele nos mostra pela Palavra que a essência do nosso amor enquanto seres humanos começa quando demonstramos amor ao próximo.

Isso acontece porque o nosso relacionamento com os nossos irmãos se baseia na materialidade. Conhecemos o nosso próximo, vemos suas necessidades e suas fraquezas. Já com Deus o nosso relacionamento é imaterial. Não o vemos. Dessa forma, se não conseguimos amar alguém que vemos, que conhecemos as necessidades, os sofrimentos e não nos compadecemos, como poderemos amar a Deus que não enxergamos de forma material?

Assim, entendemos que para amarmos a Deus, precisamos primeiro amar os nossos semelhantes. Quando amamos o nosso próximo de forma atitudinal, o amor de Deus permanece em nós. 

Amar o nosso próximo não é uma opção, é um mandamento. E apesar desse mandamento ser o segundo em ordem de importância, pois o primeiro é amar a Deus, só cumpriremos o primeiro quando exercermos o segundo. Que Deus nos ajude a amar o nosso próximo. Em um mundo de amor hipócrita, enquanto cristãos, o nosso amor tem que ser verdadeiro.