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terça-feira, 23 de junho de 2026

Enxergando a paternidade de Deus

 Texto de referência: Gálatas 4:5-7

“Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, Para remir os que estavam debaixo da lei, a fim de recebermos a adoção de filhos. E, porque sois filhos, Deus enviou aos vossos corações o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai. Assim que já não és mais servo, mas filho; e, se és filho, és também herdeiro de Deus por Cristo.”


Uma das principais dificuldades que talvez encontramos enquanto cristãos é enxergar Deus como nosso pai. Alguns porque não tiveram a experiência de paternidade nesta terra, seja porque o pai não vive na mesma casa, ou por ser órfão ou mesmo porque o pai não conseguiu ser um pai presente ou carinhoso, mesmo morando junto com o filho.

Outra dificuldade que temos é por Deus não ser um ser físico, tangível e dessa forma muitas vezes temos dificuldade em vê-lo como pai.

O fato é que enxergar a paternidade de Deus é algo libertador para nós, pois a nossa principal relação com Deus é de filhos. O livro de Gálatas nos ensina sobre como Deus nos adotou como filhos, e nos deu o Espírito do seu Filho, que clama Abba Pai, uma expressão que revela intimidade. 

Quando enxergamos Deus como nosso Pai, podemos desfrutar do amor dele, temos uma relação de dependência, mas também de confiança e amamos melhor o nosso próximo, por nos sentirmos amados pelo Pai.

No contrário, quando a nossa relação com Deus é apenas de servos, enxergando Deus como um bravo Senhor, um Juiz rigoroso, vivemos como o irmão do filho pródigo (Lucas 15), dentro da casa do Pai, mas sem desfrutar da sua herança.