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terça-feira, 21 de março de 2023

Isaque, um homem de fé


Quando lembramos de Abraão, uma palavra que nos vem à mente é fé. Abraão teve fé em Deus, as Escrituras são enfáticas ao declarar essa verdade. Aprendemos com a fé de Abraão, milhares de anos após a sua vida na Terra. Mas existiu alguém que teve a oportunidade de vivenciar de muito perto essa fé, que foi o seu filho Isaque.

Isaque conviveu com Abraão, aprendeu a orar com ele, participou do pedido inusitado de Deus para sacrificar sua vida, viu o anjo chegar e impedir Abraão de fazer aquilo, ouviu por algumas vezes seu pai contar o milagre do seu nascimento. Todas essas experiências fizeram com que Isaque também crescesse um homem cheio de fé.

Essa fé é refletida nas suas atitudes quando adulto, pois quando sua esposa Rebeca não lhe dava filhos por ser estéril, Isaque orou por ela por nada menos que vinte anos. E a Bíblia diz que Deus ouviu a oração de Isaque.

Isaque teve fé quando peregrinou na terra dos filisteus, e em meio a um período de fome, conseguiu colher cem vezes mais do que plantou. Foi algo tão extraordinária a prosperidade daquele homem, que o próprio rei reconheceu que Deus era com ele.

A fé de Isaque gerou um legado também aos seus filhos, pois seu filho Jacó também reconheceu Isaque como um homem de Deus, ao dizer a Labão que Deus era o Temor de Isaque (Gênesis 31:42).

Tudo isso nos faz reconhecer que não apenas Abraão, mas Isaque também foi um homem de muita fé, que nos deixou um rico legado de que podemos confiar no Senhor em todo o tempo.

segunda-feira, 26 de setembro de 2022

A família bagunçada de Jacó

Textos de referência: Gênesis 29:1-16;30:1-24.


Apesar de ter sido um grande homem de Deus, Jacó não teve um grande êxito quando o assunto é família. Embora ele tenha tido doze filhos, que se tornaram doze príncipes, os problemas familiares que esses filhos causaram também foram grandes.

As inconsistências familiares já tiveram início no casamento de Jacó, que teve duas mulheres, as quais disputavam entre si. Uma tinha filhos, a outra tinha o amor de Jacó. Isso gerava uma intensa disputa entre elas.

Nesse ambiente de conflitos nasceu os filhos de Jacó que cedo começaram a dar problemas ao pai. O mais velho dormiu com a concubina do pai. Dois dos seus filhos mataram à espada um vilarejo inteiro após saberem que sua irmã havia sido violentada. Por fim, os dez irmãos se uniram contra José, um dos filhos mais novos, e o venderam como escravo, mentindo ao pai, dizendo que ele havia sido morto.

Muitas pessoas são servos de Deus irrepreensíveis, mas não conseguem governar a sua própria família. Ao final de sua vida, Jacó se revelou um homem sofredor e talvez ele se enxergasse assim devido a tantos problemas familiares pelos quais passou.

A vida eterna é no céu, mas a nossa família está na terra, e é nosso dever cuidarmos dela com sabedoria, a fim de evitarmos grandes problemas, tais como Jacó enfrentou na sua.


terça-feira, 23 de agosto de 2022

A reconciliação de Isaque e Abimeleque

Texto de referência: Gênesis 26:12-33


A história de Isaque nos impressiona em seus detalhes. Ele foi um homem que prosperou muitíssimo e a Bíblia é bem clara nesse relato. Isaque, morando em Gerar, terra dos filisteus, em um determinado ano chegou a colher o cêntuplo do que plantou, algo extraordinário.

Todos os poços que os seus servos cavavam geravam água. Toda essa prosperidade gerou inveja de muitos, inclusive do rei de Gerar - Abimeleque - que expulsou Isaque do seu território.

Todavia, após Abimeleque perceber que, mesmo Isaque tendo saído do seu país ele continuava a prosperar, este percebe que para ele era muito mais vantajoso aliar-se com Isaque a afastar-se dele.

Abimeleque então muito tempo depois procura Isaque e ambos se reconciliam. Neste mesmo dia, após a reconciliação, os servos de Isaque noticiam a ele que mais um dos poços deram água.

Isaque já era muito próspero, mas no dia que houve perdão na sua casa, ele prosperou ainda mais.

A vida de Isaque nos ensina diversas coisas, mas quero destacar duas neste texto:

  1. Quando andamos com Deus, os nossos próprios inimigos percebem isso e ao invés de nos expulsar, buscam estar próximos a nós.

  2. Quando resolvemos conflitos e ressentimentos do passado, as portas da prosperidade se abrem para nós.

Que estes ensinamentos gerem frutos em nós, para que a bênção de Deus nos alcance, como alcançou Isaque.

quarta-feira, 7 de abril de 2021

José: o funcionário que todo chefe gostaria de ter

 


Texto-base: Gênesis 39:3-6; 21-23


A história de José é até difícil de ler algumas vezes, devido ao fato dele ter sido tão injustiçado e maltratado no decorrer de sua vida. Entretanto, mesmo diante de tanto sofrimento, José se destacava por onde passava. 

Após ter sido vendido como escravo pelos próprios irmãos, José vai para a casa de Potifar, o oficial de Faraó. Mesmo na condição de escravo, José prosperou. Ao ver esse fato tão impressionante, afinal pensar em um escravo próspero é algo bastante incomum, Potifar tenta descobrir o motivo da prosperidade de José, e entende que isso vinha pelo fato de José servir a Deus.

E assim José foi promovido a mordomo de Potifar. Ele tomava conta de tudo na casa de Potifar e este não se preocupava com nada. Não apenas José era abençoado, mas por amor a José, o Senhor prosperou também os negócios de Potifar.

Entretanto, novamente José foi injustiçado e acabou indo parar na prisão. Mas ali na prisão, José foi visto com benignidade pelo carcereiro, que lhe confiou todos os presos que estavam sob sua responsabilidade. E na prisão José cumpria com fidelidade todas as suas obrigações, de tal forma que o carcereiro não tinha que se preocupar com nada no cárcere.

Anos depois, ao interpretar o sonho de Faraó, e lhe dar conselhos sobre como administrar o Egito nos tempos de fartura e fome que viriam sobre a terra, José é elevado a governador do Egito, cargo que alcançou por ter sido considerado por Faraó como um homem ajuizado, sábio e em quem havia o Espírito de Deus.

Nos três lugares por onde José passou ele prosperou. Em todos eles, a mão do senhor estava sobre ele. E em todos os lugares, José se comportava como um homem de confiança diante dos seus superiores, fazendo com que estes deixassem tudo em suas mãos.

O fato dos seus superiores saberem que José servia a Deus, demonstrava que a devoção dele a Deus era visível. José demonstrava publicamente o seu amor por Deus, que lhe recompensava, dando-lhe prosperidade. Ainda, José sempre agia com fidelidade diante das suas responsabilidades, fazendo com que seus superiores não tivessem que se preocupar com nada que eles confiavam nas mãos dele.

Por fim, a presença do Espírito Santo na vida de José lhe dava a direção necessária nas suas atribuições, fazendo dele um homem sábio.

Honrar a Deus, ser fiel às suas responsabilidades e ser cheio do Espírito, essas características fizeram de José um funcionário respeitado e próspero por onde quer que ele andasse. 

A história de José não pode nos servir apenas como uma história a ser lida, mas deve nos servir de exemplo sobre como devemos nos comportar enquanto trabalhadores nesta terra, sujeitos a chefias e a responsabilidades. O Senhor deseja encontrar homens como José em nossa geração.