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quinta-feira, 28 de julho de 2022

Prosperidade em todas as áreas

Amado, acima de tudo, faço votos por tua prosperidade e saúde, assim como é próspera a tua alma. 3João 1:2


Quando abordamos o tema prosperidade muitas palavras chave podem vir à mente, mas a principal delas, sem dúvida, é a riqueza. Nos termos comuns, uma pessoa próspera é aquela que possui muitos bens materiais, todavia, essa ideologia está apenas parcialmente correta, pois prosperidade não quer dizer apenas riquezas materiais. 

A prosperidade envolve todas as áreas da nossa vida. Essa informação é reiterada em uma das cartas de João, quando ele, ao endereçar suas cartas a Gaio, deseja que ele tivesse prosperidade e saúde, além da prosperidade da alma.

Percebemos assim um homem que tinha uma alma próspera, mas que aparentemente não tinha prosperidade material ou saúde. 

Ter uma alma próspera indica que existe um bem-estar interior. Estar bem com a alma quer dizer que Deus é o Senhor dela, isto é, há salvação. Isso é o mais importante, pois é da nossa alma que prestaremos contas perante Deus, não é do nosso corpo.

Isso não significa que devemos deixar o nosso corpo e a nossa vida terrena de lado. João expressou a Gaio que desejava que ele tivesse prosperidade material e saúde, pois estas coisas trariam a ele bem-estar terreno. Se por um lado muitas pessoas têm apenas buscado a prosperidade material ou um corpo belo e definido, por outro lado, outras pessoas têm somente buscado a salvação, esquecendo-se da vida nesta terra.

O segredo está no equilíbrio. Somos corpo, alma e espírito, e devemos cuidar de todas essas vertentes. Fazendo assim, agradaremos ao Senhor.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2022

Vivendo uma vida (com Deus) abundante

 Como é preciosa, ó Deus, a tua benignidade! Por isso, os filhos dos homens se acolhem à sombra das tuas asas.  Fartam-se da abundância da tua casa, e na torrente das tuas delícias lhes dás de beber. Salmos 36:7‭-‬8


Temos vivido dias difíceis onde o TER se sobrepõe ao SER. Diariamente somos bombardeados com mensagens midiáticas que nos impulsionam a comprar coisas que muitas vezes nem necessitamos, somente para sermos socialmente aceitos. Nesse contexto, na expectativa de termos cada vez mais, passamos a olhar para a Palavra de Deus com foco apenas na prosperidade material, esquecendo-nos das demais coisas.

O versículo de referência dessa mensagem nos convida a uma vida abundante. Primeiramente, ele faz referência a uma abundância que há em Deus, depois nos convida a beber em um rio de Deus onde há delícias. Quando o nosso foco está no material passamos a pensar nessa abundância apenas para esse contexto.

Mas quando meditamos profundamente na Palavra de Deus descobrimos que existe algo muito maior, que não se limita aos aspectos materiais.

Em Isaías 55:2 o Senhor nos convida a não gastarmos o nosso dinheiro em coisas que não nos satisfazem, mas nos aproximarmos de Deus e ouvi-Lo, para comermos de finos manjares. Quando lemos todo o capítulo, percebemos que esse banquete oferecido por Deus não é material, mas espiritual, pois se trata de uma vida de arrependimento sincero.

E assim, vamos saindo do foco de abundância material para apreciarmos outro tipo de plenitude: a de uma vida debaixo da Palavra de Deus. Esse pensamento se torna ainda mais nítido quando Jesus no sermão do monte afirma que aqueles que têm fome e sede de justiça serão completamente satisfeitos. Dessa forma, percebemos que somos realmente plenos, ou seja, completos, quando fazemos a vontade do Senhor.

É a mesma sociedade que nos impulsiona a comprar que nos diz que existem coisas que o dinheiro não compra. De fato, existem muitas coisas e uma delas é a presença de Deus conosco, pois esta só pode ser alcançada quando vivemos em obediência. Não é errado desejar uma vida material abundante, mas o nosso maior desejo deve ser a abundância da presença de Deus, e assim todas as demais coisas também virão até nós.

quarta-feira, 6 de outubro de 2021

Glorificando a Deus através da nossa prosperidade

 Texto de referência: Isaías 60:1-22


O capítulo 60 do livro de Isaías é particularmente um texto agradável de ser lido. O texto já inicia nos convidando a nos levantar porque a glória do Senhor está nascendo sobre nós. O texto aborda sobre um novo tempo para o povo de Deus, onde haveria abundância de alegrias e muitas riquezas. O bronze e o ferro dariam lugar ao ouro e à prata. Paz e justiça estariam presentes sobre a vida do povo. O louvor e a salvação os cercariam e sobre aquele povo brilharia uma luz que atrairia as demais nações.

Mas é essencial entendermos que as promessas de prosperidade descritas nesse texto estão ligadas a todo momento à seguinte premissa: glorificar o nome do Senhor. A glória que o Senhor promete à nova Jerusalém não é proveniente do povo, mas de Deus. Toda a riqueza dada ao povo de Deus seria para santificação do nome do Senhor. Toda a transformação existente no povo seria para que o nome d'Ele fosse glorificado. A luz a qual eles estavam brilhando era a glória do Senhor resplandecendo sobre eles.

Nós cristãos somos muito afetos a palavras de promessas, onde o Senhor nos promete abundância, riquezas, paz, dentre outras coisas tão positivas e que desejamos tanto. Mas esse texto nos ensina que quando crescemos, não podemos almejar glória própria, mas a glória de Deus. O problema é que muitas vezes, quando prosperamos, deixamos a soberba tomar conta de nós e nos esquecemos do Senhor. 

Todos nós fomos criados para glorificar o nome do Senhor. Nós somos criaturas d'Ele e não temos glória própria. Mesmo assim, percebemos o quanto o Senhor deseja a nossa prosperidade, mas concomitante à toda a abundância que Ele já preparou para nós, devemos nos esforçar para que o nome de Deus seja glorificado sempre em cada um de nós. Nisso consiste a verdadeira prosperidade, em viver uma vida abundante como Jesus nos prometeu, mas também reconhecendo que a glória e a honra por tudo o que nos é dado pertence ao Senhor.


sexta-feira, 24 de setembro de 2021

Aprendendo a prosperar através da vida do rei Uzias

Texto de referência: II Crônicas 26:1-15


O rei Uzias foi um dos reis que Judá teve após a separação das tribos. Nesse período, havia uma instabilidade muito grande, pois enquanto alguns reis buscavam ao Senhor, outros O deixavam. O rei Uzias está incluído entre aqueles que serviram a Deus e no período do seu reinado, Israel experimentou um tempo de grande prosperidade.

A principal chave para a prosperidade nos tempos do rei Uzias foi o fato dele ter buscado ao Senhor. A Bíblia é clara ao dizer que enquanto Uzias buscou ao Senhor, Deus o fez prosperar. Em Deus estão as riquezas e honras do mundo inteiro. Deus nos criou para sermos prósperos. O problema é que estamos invertendo a ordem das coisas: primeiro queremos progredir na vida, para depois buscarmos o Senhor. E assim nos esquecemos de que o certo é, na verdade, o contrário: para progredir na vida, temos que buscar ao Senhor. Quem busca em primeiro lugar o Seu reino e a Sua justiça, tem em si todas as coisas acrescentadas (Mateus 6:33).

Mas buscar ao Senhor não implica em não fazermos mais nada em favor da nossa prosperidade. À medida que O buscamos, Deus vai nos concedendo sabedoria para tomarmos as decisões certas que nos trarão o progresso. Com a vida de Uzias, aprendemos algumas outras atitudes que esse homem tomou que levaram o seu reino a prosperar.

Uzias trabalhou para derrotar os seus adversários. Ele buscou enfraquecer aquilo que era contra ele. Aquilo que temos de ponto fraco tem que ser derrubado para que os pontos fortes possam sobressair. Para não ser atrapalhado  em seus planos, Uzias buscou eliminar os seus adversários.

Uzias também fortaleceu o seu exército. Se por um lado ele deveria enfraquecer os seus adversários, por outro lado, ele deveria fortalecer aquilo que era a favor dele. E assim aprendemos outra lição com o rei Uzias, fortalecer ainda mais os nossos pontos fortes. Aquilo que está em nosso favor deve ser alimentado, pois isso nos ajudará a crescer.

Por fim, Uzias buscou diversificar o seu crescimento, apostando em várias áreas. Ele não apenas equipou o seu exército, mas também fomentou a agricultura de Judá e investiu na tecnologia para aumentar o seu poderio bélico. Isso fez com que a fama de Uzias corresse até muito longe, fazendo com que até os seus adversários lhe dessem presentes.

Infelizmente, o rei Uzias no final da sua vida acabou desperdiçando toda a prosperidade que conquistou, por ter deixado o orgulho tomar conta de si, mas os tempos de prosperidade que ele vivenciou nos ensinam muito. A Bíblia é uma fonte que não pára de jorrar, o ensino que ela nos traz pode ser aplicado a todas as áreas da nossa vida. Que possamos aprender cada dia mais com a Palavra do Senhor e aplicar os seus ensinamentos para o nosso crescimento.

quarta-feira, 7 de abril de 2021

José: o funcionário que todo chefe gostaria de ter

 


Texto-base: Gênesis 39:3-6; 21-23


A história de José é até difícil de ler algumas vezes, devido ao fato dele ter sido tão injustiçado e maltratado no decorrer de sua vida. Entretanto, mesmo diante de tanto sofrimento, José se destacava por onde passava. 

Após ter sido vendido como escravo pelos próprios irmãos, José vai para a casa de Potifar, o oficial de Faraó. Mesmo na condição de escravo, José prosperou. Ao ver esse fato tão impressionante, afinal pensar em um escravo próspero é algo bastante incomum, Potifar tenta descobrir o motivo da prosperidade de José, e entende que isso vinha pelo fato de José servir a Deus.

E assim José foi promovido a mordomo de Potifar. Ele tomava conta de tudo na casa de Potifar e este não se preocupava com nada. Não apenas José era abençoado, mas por amor a José, o Senhor prosperou também os negócios de Potifar.

Entretanto, novamente José foi injustiçado e acabou indo parar na prisão. Mas ali na prisão, José foi visto com benignidade pelo carcereiro, que lhe confiou todos os presos que estavam sob sua responsabilidade. E na prisão José cumpria com fidelidade todas as suas obrigações, de tal forma que o carcereiro não tinha que se preocupar com nada no cárcere.

Anos depois, ao interpretar o sonho de Faraó, e lhe dar conselhos sobre como administrar o Egito nos tempos de fartura e fome que viriam sobre a terra, José é elevado a governador do Egito, cargo que alcançou por ter sido considerado por Faraó como um homem ajuizado, sábio e em quem havia o Espírito de Deus.

Nos três lugares por onde José passou ele prosperou. Em todos eles, a mão do senhor estava sobre ele. E em todos os lugares, José se comportava como um homem de confiança diante dos seus superiores, fazendo com que estes deixassem tudo em suas mãos.

O fato dos seus superiores saberem que José servia a Deus, demonstrava que a devoção dele a Deus era visível. José demonstrava publicamente o seu amor por Deus, que lhe recompensava, dando-lhe prosperidade. Ainda, José sempre agia com fidelidade diante das suas responsabilidades, fazendo com que seus superiores não tivessem que se preocupar com nada que eles confiavam nas mãos dele.

Por fim, a presença do Espírito Santo na vida de José lhe dava a direção necessária nas suas atribuições, fazendo dele um homem sábio.

Honrar a Deus, ser fiel às suas responsabilidades e ser cheio do Espírito, essas características fizeram de José um funcionário respeitado e próspero por onde quer que ele andasse. 

A história de José não pode nos servir apenas como uma história a ser lida, mas deve nos servir de exemplo sobre como devemos nos comportar enquanto trabalhadores nesta terra, sujeitos a chefias e a responsabilidades. O Senhor deseja encontrar homens como José em nossa geração.