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sábado, 8 de janeiro de 2022

Quando a dúvida vem: o episódio de João Batista

 Texto de referência: Lucas 7:18-28


João Batista foi um homem que viveu no deserto anunciando o reino de Deus e a vinda do Messias. Ele era primo de Jesus, apesar disso não O conhecia, provavelmente porque seus pais morreram quando ele ainda era criança. Apesar disso, quando Jesus chegou para ser batizado por João, ele não teve dúvidas de que Ele era o Messias. 

Ele confirmou isso ao dizer que Deus já o havia revelado que sobre quem descesse o Espírito Santo, ele era o que batizava com fogo. Além disso, enquanto Jesus era batizado, uma voz foi ouvida do céu, confirmando que Jesus era o Filho amado do Pai.

O ministério de Jesus crescia, enquanto o de João se findava, mas ele estava ciente disso e sabia que isso fazia parte do seu ministério aqui na Terra. Após algum tempo, João foi preso por Herodes, por denunciar os pecados do monarca. Nesse momento, João manda dois dos seus discípulos a Jesus para perguntar-lhe se Ele era realmente o Messias ou se eles deveriam esperar por outra pessoa.

Naquele momento, o que se percebe é que havia uma dúvida no coração de João, que antes estava tão certo de que Jesus era o Messias. Talvez João estivesse desolado por ter sido preso e estar em perigo iminente de morte, ou talvez ele estava com dúvidas porque Jesus não era exatamente como os judeus esperavam que Ele fosse.

De qualquer forma, naquele momento Jesus exaltou o nome de João diante das pessoas, reconhecendo que ele era um homem decidido pelo reino e desapegado das coisas terrenas. Colocou ele como mais do que um profeta e revelou que ele era o Elias que haveria de vir.

Assim como aconteceu com João, muitas vezes a dúvida entra em nosso coração. Mesmo conhecendo a Jesus, às vezes duvidamos da Sua capacidade sobre o mal. Quando a dúvida veio em João, Jesus não respondeu que Ele era o Messias, mas começou a operar diversos milagres de cura e libertação perante os seus discípulos, e ao final ele disse que feliz era aquele que não achasse em Jesus motivo de tropeço.

Quando a dúvida vem ao nosso coração, podemos olhar para trás e ver tudo o que Deus já operou por nós. Podemos abrir a Palavra e ver quantas maravilhas Ele já operou em favor das pessoas. Certamente o nosso coração será avivado novamente.

quinta-feira, 15 de julho de 2021

No momento da dúvida, lembre-se da grandeza de Deus

 Texto de referência: Salmos 76


O Salmos 76 se inicia relatando a história de um homem angustiado e atribulado. Não se sabe qual o motivo das suas aflições, mas sabe-se que era algo muito sério, que deixava o salmista perturbado e lhe tirava o sono.

Mas o salmista, tomado pelas suas angústias, começa a questionar a Deus sobre tudo o que estava vivendo, mas não apenas questionar, ele começa a duvidar da bondade e da graça do Senhor. Nos seus devaneios, ele chega a pensar que o Senhor não é mais aquele Deus cheio de misericórdia e benignidade. Para ele, Deus havia mudado.

Mas ele começa a se lembrar de tudo o que Deus havia operado na trajetória do Seu povo, ele se recorda das grandes obras de Deus, e tudo aquilo vai lhe trazendo o fôlego novamente. Então, o salmista muda a sua perspectiva, e começa a pensar que não há nenhum deus tão grande como o Senhor Deus.

O Senhor é um Deus de maravilhas, que exalta o Seu poder no meio das demais nações, que liberta o Seu povo dos cativeiros e que faz as aflições se abalarem diante da Sua presença.  Não apenas isso, Ele cuida do Seu povo, como um pastor cuida do seu rebanho.

As indagações do salmista não se diferem muito das nossas indagações. Diante das aflições da vida somos tentados a frequentemente questionar o Senhor e o Seu poder, e muitas vezes duvidamos da bondade e misericórdia de Deus, acreditando que Ele nos abandonou e não nos ajudará.

Mas como o salmista, temos que nos voltar para a Palavra, que nos faz enxergar a grandeza do poder de Deus, para percebermos que Ele não mudou, mas aquilo que Ele fez no passado é uma demonstração do que Ele pode fazer por nós também no presente. Pode ser que não entendamos os caminhos pelos quais o Senhor nos conduz, mas se entendemos que o caminhos do Senhor são de santidade, cremos que não há desvios, e portanto, estaremos certos de que estamos vivendo o que Ele traçou para nós.

Viver questionando e lamentando as circunstâncias só contribui para a nossa miopia espiritual. O Senhor não quer os nossos olhos no presente, mas no futuro que Ele tem para nós. A grande questão do futuro é que não temos ele nas nossas mãos, o futuro não chegou e portanto, só podemos nos apossar dele pela fé. Mas isso não é um problema, pois quando cremos em Deus, temos a certeza de que, mesmo não sabendo como será o futuro, sabemos que ele será de paz, pois é isso que nos promete o Senhor, que nunca falhou e jamais irá falhar.