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sexta-feira, 4 de março de 2022

A figueira estéril

Texto de referência: Lucas 13:6-9


Em uma de suas muitas parábolas envolvendo elementos da natureza, em especial a botânica, Jesus abordou sobre uma figueira. Um certo agricultor plantou uma figueira em suas terras, e por três anos procurou frutos nela e não encontrou.

Ele então ordenou ao seu funcionário que cortasse aquela figueira pois estava ocupando inutilmente a terra, mas o funcionário pediu a ele que deixasse a figueira por mais algum tempo ali, pois ele iria tratar dela com adubos e podas. Então eles veriam, se a figueira mesmo assim não passasse a produzir, então poderia ser cortada.

A figueira, como qualquer árvore em geral, é um símbolo de produtividade. Aquela figueira representa a igreja do Senhor, que foi plantada por ele em seu campo. Como igreja, não fomos colocados nessa terra sem utilidade, mas para dar frutos para o reino de Deus.

Os nossos frutos representam as almas que se achegarão a Deus através da nossa pregação do Evangelho e também pelo nosso testemunho de vida. Quando não fazemos nenhum deles (o que o Senhor requer de nós é que façamos os dois), estamos como a figueira da parábola, ocupando inutilmente a terra.

E podemos a qualquer momento ser cortados. Mas assim como houve uma última oportunidade para a figueira, o Senhor pela sua misericórdia também tem nos concedido oportunidades para repensarmos o nosso papel enquanto igreja.

Na parábola, a figueira ganhou uma nova chance através da poda e dos adubos que seriam colocados nela. Semelhantemente, muitas vezes Deus permite que venham situações dolorosas como a poda para nos abrir o entendimento para o que Ele requer de nós. As dificuldades são o adubo que fará a nossa terra ser mais fértil e produtiva.

Deus é o melhor agricultor que podemos ter. Ele sabe o que nós, enquanto plantas, precisamos para crescer e frutificar. Se no momento estamos como a figueira estéril, hoje é a oportunidade para nos tornarmos a árvore frutífera que Ele nos criou para ser.

sexta-feira, 22 de outubro de 2021

Não deixe de dar frutos, mesmo que você esteja no exílio

 Texto de referência: Jeremias 29:4-10


O exílio de Israel aconteceu no ano 586 a.C. durante o reinado do rei Joaquim, quando o povo de Judá foi levado para a Babilônia. Essa retirada do povo não ocorreu de forma única, mas foi acontecendo aos poucos, até que a quase totalidade dos judeus foi exilada.

Durante o período de exílio, muitos falsos profetas surgiram, enganando o povo, dizendo-lhes que o Senhor os tiraria rapidamente daquela situação. Mas a verdade dita pelo Senhor era de que aquele exílio duraria por muitos anos, mais precisamente por setenta anos.

Essa revelação era tão dura que não parecia ter vindo do Senhor, mas vinha. A perversidade e idolatria daquele povo eram muito grandes e eles precisavam ser tratados por Deus. Ele então alertou o povo através do profeta Jeremias que ali no exílio aquele povo deveria se esforçar para viverem a vida, afinal, o período exílico seria longo.

Diante disso, eles deveriam construir casas, plantar terras, casar, ter filhos e buscar viver em paz no lugar para onde eles foram mandados. O Senhor ainda reforça que Ele só queria o bem de todos eles, e que se eles cressem, no final daria tudo certo.

O que o Senhor queria dizer àquele povo era que a vida deles não podia parar pelo fato deles estarem exilados. Era preciso continuar a viver. Muitas pessoas têm vivido no exílio, mesmo estando em seu ambiente geográfico cotidiano. O exílio indica lugar de desconforto, fora da nossa situação normal.

Assim como o povo de Judá, o Senhor nos chama a viver, mesmo estando fora da nossa zona de conforto. É preciso frutificar para o reino d'Ele, é preciso fazer o bem, precisamos glorificar o nome de Jesus não importa onde e em qual situação estamos. A pandemia de Covid-19 não foi capaz de parar aqueles que estavam dispostos a viver, pelo contrário, muitos alcançaram lugares ainda mais altos e utilizaram do período pandêmico para crescer.

Deus está conosco em qualquer lugar que estivermos. A Sua presença nos capacita a fazer qualquer coisa, ainda que o ambiente nos seja desfavorável. O exílio não pode ser desculpa para pararmos. Prosseguir é a palavra de hoje.