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quinta-feira, 13 de novembro de 2025

Guarde bem os tesouros da Casa de Deus

 Texto de referência: 1 Crônicas 26:20-28


Das muitas guerras que o povo de Israel lutou, eles alcançaram muitos despojos, que eram objetos do inimigo que ficavam com o vencedor da guerra. Entre os despojos haviam armas, joias,

Muitos despojos de guerras travadas pelo rei Davi foram consagrados a Deus, isto é, Davi não pegou para ele mas colocou no templo. Esses despojos faziam parte dos chamados tesouros da Casa de Deus. Também faziam parte destes tesouros objetos de valor que foram consagrados por Samuel, Saul, chefes de algumas famílias israelitas e pelos comandantes do exército. 

Mas o que me chamou atenção é que a Bíblia deixa um espaço registrado para nomear quem eram os israelitas responsáveis por guardarem o tesouro da Casa de Deus. O texto diz que Selomite e seus irmãos, da tribo de Levi, tinham a função de guardar os tesouros.

Imagine a responsabilidade desses homens em guardar objetos valiosos que foram consagrados ao Senhor. Com certeza, era muita responsabilidade. Assim como Selomite e seus irmãos, nós também estamos encarregados de guardar os tesouros da Casa de Deus. 

Não necessariamente objetos de valor, pois isso fica a cargo de quem cuida do patrimônio da igreja, mas os tesouros espirituais. Como servos d’Ele, temos por obrigação zelar por aquilo que Ele colocou em nossas mãos. O compromisso ministerial que assumimos com Deus, seja dentro ou fora do ambiente eclesiástico é um tesouro dedicado a Deus que temos a nosso cargo.

Fazer as coisas para Deus de qualquer forma é negligenciar a obra que Ele confiou em nossas mãos. De qual tesouro o Senhor nos encarregou de cuidar? Temos cuidado dele como para o Senhor e não para os homens (Colossenses 3:23-24)?


domingo, 28 de setembro de 2025

Você tem dado ouvidos a conselhos imprudentes?

 Texto de referência: 1 Crônicas 19


A história que nós vamos meditar nesse texto fala sobre prudência ao ouvir conselhos e gratidão com aqueles que nos fazem o bem. Ela está narrada na Bíblia no contexto da história do rei Davi.

O local onde a história se passa é entre o reino de Israel e de Amom. Os amonitas eram descendentes de e estrangeiros, todavia, o rei Davi tinha amizade com Naás, o rei de Amom. Quando este morreu, Davi enviou mensageiros até Hanum, filho do falecido rei, para consolá-lo acerca da morte do seu pai. 

O jovem, ouvindo conselhos dos príncipes do reino, começaram a dizer falácias a Hanum, dizendo que aqueles mensageiros de Davi não queriam senão espiar a terra para depois guerrear contra eles. Hanum acreditou na história e humilhou os mensageiros de Davi, raspando seus cabelos e barbas e cortando suas roupas.

Quando os homens, envergonhados, chegam até o território de Israel, Davi se enfurece contra Hanum e vai pelejar contra os amonitas. 

Em uma guerra travada, Davi vence e derrota os amonitas que fogem diante de Israel.

Toda essa guerra poderia ser evitada se Hanum agisse com prudência, não dando ouvidos a homens tolos, que o aconselharam para o mal. Muitas vezes nós também agimos dessa forma, ouvindo conselhos imprudentes e acreditando que aquilo é o melhor para nós.

O livro de provérbios 22:17 nos orienta: “Inclina o teu ouvido e ouve as palavras dos sábios, e aplica o teu coração ao meu conhecimento.” Nós devemos nos esforçar para ouvir os sábios. Aquilo que os tolos aconselham, não pode servir de base para a nossa conduta.

A posição de Hanum frente a Davi deveria ser de gratidão, haja vista toda a amizade dele com o seu pai, Naás. Aqueles que nos fazem bem devemos retribuir de semelhante modo. Quando pagamos o bem com o mal, estamos atraindo a guerra sobre a nossa casa. “Quanto àquele que paga o bem com o mal, não se apartará o mal da sua casa”. Provérbios 17:13.




sexta-feira, 20 de junho de 2025

O que importa é como tudo termina

 Textos de referência: 2 Crônicas 24;26


A Bíblia é uma fonte inesgotável de conhecimento. Quando mergulhamos nas histórias que são contadas nela, podemos aprender muito e temos a oportunidade de ser muito edificados.

Muitas pessoas ali descritas tiveram uma vida completa de temor ao Senhor, nos deixando um legado impressionante. Por outro lado, alguns viveram uma vida de impiedade, e tiveram um trágico fim. Outros, no entanto, começaram bem mas se desviaram no decorrer da caminhada, como é o caso de dois reis de Judá, Joás e Uzias.

Ambos da mesma descendência, Uzias foi neto do rei Joás. Este último, estava sentenciado à morte, quando Atalia, uma mulher perversa que queria se apossar do trono, resolveu matar todos os descendentes reais, membros da sua própria família.

Mas Deus, através de uma mulher piedosa, salvou a vida de Joás que posteriormente foi criado e guardado pelo sacerdote Joiada. Joás fez muitas coisas boas e serviu ao Senhor, mas no fim da sua vida deu ouvidos a pessoas erradas e acabou se desviando, inclusive assassinando o filho do sacerdote Joiada, demonstrando uma profunda ingratidão àquele que tanto lhe ajudou. Pelos seus erros, acabou sendo assassinado e não foi sepultado junto com os reis.

O outro exemplo é o rei Uzias, que também começou o reino de uma forma espetacular. Construiu muitas obras, fortaleceu seu exército e andou nos caminhos do Senhor, mas no fim da sua vida se ensoberbeceu e começou a acreditar que era poderoso e especial demais, chegando a tentar fazer atividades no templo que eram devidas somente aos sacerdotes. Acabou ficando leproso e vivendo isolado pelo restante dos seus dias.

São duas histórias que tinham tudo pra terminar bem, mas que deixam um pouco de tristeza no leitor quando terminam. Elas nos ensinam muitas coisas, mas uma delas é que não importa como começa, mas como termina. Mesmo que tudo esteja bem, se no final não permanece, parece que todo o positivo se esvanece.

E é por isso que temos que vigiar a nossa caminhada diariamente. É preciso analisar como estamos conduzindo a nossa vida para não seguirmos caminhos sem volta. Ambos os reis foram alertados dos seus erros, mas não quiseram mudar.

Quando estamos atentos, cuidando do processo, estamos contribuindo para terminar com sucesso a nossa trajetória.


segunda-feira, 20 de fevereiro de 2023

O que aprender a não fazer com o rei Acaz

Texto de referência: 2 Crônicas 28


Acaz foi um dos últimos reis de Judá. Ele era filho de Jotão, um rei sem muitas referências mas que foi denominado como reto aos olhos de Deus. Mas Acaz não seguiu os passos do pai. Fez tudo de pior no reino de Israel e agiu como um rei insensato e perverso.

As suas péssimas ações são descritas abaixo:

  • Se curvou à idolatria, adorando diversos deuses, como baal e deuses siros.

  • Queimou os filhos como sacrifício, algo abominável aos olhos de Deus.

  • Queimou incenso em altos e debaixo de árvores, algo também proibido.

  • Quebrou utensílios na casa de Deus.

  • Fechou o templo.

Não obstante a tudo isso, Acaz começou a ser perseguido pelos edomitas e pelos filisteus. E por estar em apuros, Acaz pediu socorro aos assírios, mas a Bíblia diz que em vez de ajudá-lo, o rei da Assíria fez piorar a sua situação. Não se sabe o motivo, mas é certo que um reino que já ia mal, ficou ainda pior.

Existem pessoas que quando tudo vai mal para elas, conseguem piorar ainda mais a sua situação, buscando ajudas erradas, em lugares errados ou com pessoas inconvenientes. Quando estamos fora da vontade de Deus, é certo que as coisas irão mal, e se não voltarmos aos caminhos d'Ele, tendemos a buscar apenas ajudas erradas.

Enquanto diversos reis nos ensinam com suas boas atitudes, Acaz nos ensina como não agir.

O resultado desse péssimo reinado é que ele não foi sepultado junto com os reis antecessores. Um mau reinado não gera boas recordações.