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quarta-feira, 23 de março de 2022

A transformação do Espírito Santo na vida dos discípulos de Jesus

 E, havendo dito isto, soprou sobre eles e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo. João 20:22


Os doze discípulos de Jesus foram homens privilegiados, pois tiveram a oportunidade de conviver com Ele, ainda que por pouco tempo,e desfrutar da Sua companhia diária. Eles eram homens comuns, mas que viveram o extraordinário.

Se formos pensar acerca da vida dos onze discípulos (excluindo Judas que traiu Jesus), poderíamos traçar três etapas as quais eles enfrentaram. 

A primeira etapa ocorreu antes do chamado de Jesus. Essa etapa nos fala sobre o comodismo. Eles viviam em suas casas como homens comuns, fazendo as suas atividades diárias. Esta etapa se finda quando eles conhecem a Jesus.

Na segunda etapa, eles viveram como discípulos de Jesus, ouvindo seus ensinamentos, presenciando milagres e crescendo na fé. Apesar da grandeza desta etapa, eles ainda não eram aquilo que estavam predestinados a ser. Essa etapa infelizmente termina pouco depois da morte de Jesus, quando os discípulos estão trancados em casa com medo dos judeus (João 20:19).

Mas a terceira etapa é gloriosa. Ela se inicia no momento em que Jesus entra na casa onde eles estavam e sopra sobre eles o Espírito Santo. A partir daquele momento a vida deles mudou radicalmente. Aqueles discípulos amedrontados foram sendo transformados em homens totalmente intrépidos, que mesmo recebendo ameaças, continuavam a proclamar a Cristo (Atos 4:1-31).

Essa terceira etapa não teve fim, afinal, mesmo após a morte, os discípulos deixaram um legado que não será esquecido. Esta é a etapa que Deus espera que nós estejamos. Cheios do Espírito Santo teremos ousadia para pregar o Evangelho, sem que o medo ou o comodismo vividos em etapas passadas nos detenham.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2022

Transformação radical

Texto de referência: Marcos 5:1-20


Imagine um homem sem família e sem amigos, que vivia nu e tinha como sua casa sepulcros do cemitério. Imagine também que esse homem viva se ferindo com pedras e seja preso com correntes de ferro. Parece surreal, mas infelizmente não é, um homem que existiu nos tempos de Jesus vivia assim. E o motivo de tanto sofrimento era uma possessão demoníaca. Aos olhos humanos, não havia mais chances de vida normal para aquele homem.

A sociedade não enxergava esse homem, mas Jesus o enxergava. Isso se comprova ao lermos que Jesus atravessou o mar, debaixo de uma grande tempestade, apenas para ir até o território de Gadara, onde o homem vivia.

Antes que Jesus se aproximasse do homem, os demônios já se manifestaram, gritando, mas Jesus logo os expulsou. Eles eram muitos, uma legião. Se formos comparar com uma legião de soldados, poderiam ser até seis mil espíritos malignos que habitavam o homem. Isso explica porque aquele homem vivia em tamanha decadência.

Mas bastou uma palavra de Jesus e aquele homem foi liberto do seu mal. Em poucos instantes, aquele homem estava vestido e passou a se comportar como um homem normal, para surpresa de todos. 

Essa história parece ser forte por causa do motivo que levou o homem àquela situação, mas, se formos analisar a nossa volta, muitas pessoas têm vivido uma vida de opressão, de escravidão e de imenso sofrimento. Mas essa história nos mostra que Jesus pode nos libertar de toda e qualquer opressão. A transformação que Jesus quer nos trazer é radical, Ele tem poder para nos libertar de qualquer prisão.

sábado, 23 de outubro de 2021

Deus quer te levar do ambiente de escassez para a abundância

 Texto de referência: Lucas 5:1-7


Onde Jesus está, o ambiente se transforma. Se há enfermidade, Jesus traz cura. Se há tristeza, Jesus traz alegria. Se há perturbação, Jesus traz paz. Se há escassez, Jesus traz abundância.

É nesse ambiente de escassez que se passa a primeira parte da história de hoje. Pedro, um simples pescador, sai junto com seus amigos, em uma noite comum para pescar. Mas naquela noite, não encontra nada. A pesca era o seu trabalho, o seu sustento vinha daquela profissão e não pescar nenhum peixe certamente não era um bom sinal.

Quando a noite acaba e o dia surge, Pedro e seus amigos desistem da pesca. Voltam para a praia, descem do barco e começam a lavar as redes. Quando de repente surge alguém lhe pedindo o seu barco. Era Jesus, que queria o barco para subir nele, a fim de obter maior visibilidade para pregar ao povo. 

Provavelmente Pedro estava bastante cansado, mas mesmo assim empresta seu barco a Jesus e permanece ali, ouvindo suas sábias palavras. Após Jesus ter ensinado a todos que ali estavam, Ele se dirige a Pedro, e o orienta a jogar as redes em um lugar mais fundo, para pescar. Pedro era um pescador experiente, ele sabia que não tinha peixes naquele mar pois ele havia acabado de passar a noite toda tentando.

Mas a Palavra que Jesus deu às multidões havia sido plantada também no coração de Pedro, e começava a dar os primeiros frutos. Confiando no que Jesus lhe disse, Pedro lançou suas redes e apanhou tantos peixes que sozinho não conseguiu pegar. Teve que chamar os seus companheiros para ajudá-lo. Apenas o seu barco não foi suficiente para colocar os peixes, então ele encheu também o barco dos seus amigos.

Naquele dia, aquele ambiente de escassez foi transformado em um ambiente de abundância. Essa é a realidade que Jesus quer trazer para nós. Ele quer nos tirar de um lugar de doença, tristeza, perturbação e escassez para nos colocar em um lugar de cura, alegria, paz e abundância. Mas para isso, precisamos dar ouvidos à sua Palavra e fazer conforme Ele nos ordena.

Além disso, Pedro se dispôs a emprestar o seu barco para Jesus. Ninguém que ajuda Jesus a expandir o Evangelho ficará sem recompensa.

Mais uma coisa: quando a abundância chegar, vai ser tão grande que vai transbordar e atingir aqueles que também caminham conosco. A pesca maravilhosa não se findou naquele dia, ela continua acontecendo, na vida de todos os Pedro's que se dispuserem a crer.


segunda-feira, 23 de novembro de 2020

Um coração transformado para receber o novo de Deus

Texto-base: Lucas 5:36-39


Enquanto Jesus esteve nesta terra ele teve constantes problemas com uma classe de indivíduos: os fariseus. Eles O odiavam porque Jesus trazia um novo ensino, despido da hipocrisia religiosa e voltada para a verdadeira adoração a Deus. Isso os enfurecia, porque os fariseus viviam de preceitos religiosos e para eles uma nova forma de servir a Deus era inaceitável.

E para representar essa situação, Jesus usou uma parábola. Ele disse que ninguém costura um remendo novo em uma roupa velha, pois esta não suportará o remendo novo e rasgará. Para complementar, ele ainda dá outro exemplo, agora dizendo que ninguém coloca um vinho novo em um odre (recipiente onde eram colocados os vinhos) velho, pois o odre se romperá e o vinho derramará. Ele ainda sugere: remendo novo se coloca em roupas novas e vinho novo se coloca em odres novos. 

O que na verdade Jesus quis dizer é que não dava para adequar as velhas doutrinas dos fariseus àquilo que Jesus dizia. O Evangelho trazido por Jesus era algo novo, não é a toa que ele é denominado Boas-Novas, mas se eles não mudassem o coração para receber o que Ele estava dizendo, não suportariam aquelas palavras. 

De fato, ainda hoje vivemos como os fariseus. Não aceitamos o que Jesus nos diz porque as nossas roupas e odres estão velhos. Em vez de nos adequarmos aos ensinamentos de Jesus queremos que eles se adequem às nossas ideologias. Em outras palavras, não estamos dispostos a mudar a nossa forma de vida para recebermos a Palavra.

Queremos ser vistos e reconhecidos como cristãos, mas sem termos o trabalho de mudar o nosso caráter. E então, quando o Senhor quer nos transformar com a Sua Palavra, não temos estrutura e acabamos abandonando o Evangelho.

Servir a Jesus tem o custo da mudança. O reino de Deus é aquele que transforma por fora, como o grão de mostarda que cresce e se transforma em árvore, e por dentro, como o fermento que leveda toda a massa. Não podemos servir a Deus querendo nos parecer com o mundo. Para recebermos o vinho novo, devemos ter um odre novo. Para recebermos a Palavra em nós, temos que estar dispostos a ter um novo coração.