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domingo, 9 de junho de 2024

O que você está disposto a deixar por Jesus?

Texto de referência: Mateus 4:18-22


Quatro dentre os doze discípulos de Jesus trabalhavam com pesca. Enquanto Pedro e André eram pescadores, Tiago e João trabalhavam junto com o pai em uma empresa de pescaria.

O chamado de Jesus para que eles fossem seus discípulos é relatado em três evangelhos: Mateus, Marcos e João. Para Pedro e André, Jesus os chamou enquanto pescavam e prometeu-lhes que eles seriam pescadores de homens.

Para Tiago e João, não há descrição de detalhes acerca deste chamado. Entretanto, ambos os irmãos deixaram tudo e seguiram Jesus. Pedro e André largaram as redes, Tiago e João largaram o barco e o pai e foram após Jesus. Os primeiros largaram a profissão, os dois últimos deixaram para trás a empresa de pesca e a família. Isso não significa que eles pararam de trabalhar ou desprezaram seus familiares, mas o intuito do texto ao dizer que largaram algo é no sentido de dizer que eles deixaram para trás os sonhos deles para se dedicarem ao propósito de Jesus.

O texto de hoje, relatado em Mateus, tem por título "A vocação dos discípulos". A partir do que meditamos fica mais nítido o motivo desse título. De fato, a nossa vocação enquanto discípulos é abandonar o nosso ego para viver o chamado do Evangelho.

Não se trata exclusivamente de abandonar coisas materiais, mas de abandonar o nosso próprio "eu", renunciar a nós mesmos e diariamente segui-Lo.

sábado, 26 de março de 2022

Não volte para casa

E voltaram os discípulos outra vez para casa. João 20:10


O versículo lido acima se trata dos fatos relativos à ressurreição de Jesus. Quando Jesus ressuscitou, as primeiras pessoas a saberem do fato foram algumas mulheres que o acompanhavam durante o Seu ministério e foram ao túmulo levar especiarias.

A princípio elas não viram Jesus, mas apenas um anjo que lhes anunciou a ressurreição d'Ele. Elas imediatamente creram e foram avisar os discípulos e demais pessoas. Ao ouvirem a história das mulheres, Pedro e João resolveram ir ao túmulo. Chegando lá viram as vestes nas quais o corpo de Jesus foi envolvido, mas não viram mais nada. Eles então voltaram para casa e continuaram com as portas trancadas por medo dos judeus. Nesse intervalo, Jesus apareceu a Maria Madalena.

As reações das mulheres e dos discípulos ao fato da ressurreição de Jesus foram completamente opostas. Enquanto elas saíram a anunciar o que tinham visto, eles voltaram para casa e continuaram na tristeza em que já se encontravam. Apesar de Jesus já ter lhes revelado que Ele ressuscitaria, eles ainda não haviam compreendido tudo.

Muitas vezes Deus nos concede grandes revelações acerca de algo e nos dá até mesmo demonstrações físicas do que irá acontecer, mas a incredulidade nos impede de enxergar. Algo maravilhoso estava acontecendo mas os discípulos não entenderam e ao invés de saírem a proclamar o Jesus ressuscitado, optaram por permanecer em casa a portas trancadas.

O que temos feito com as revelações que Deus nos têm dado? Temos anunciado o poder de Deus ou estamos trancados em casa com medo? É tempo de sairmos a proclamar a grandeza de Deus a todos. É tempo de proclamarmos a salvação obtida através do sacrifício de Jesus.

quarta-feira, 23 de março de 2022

A transformação do Espírito Santo na vida dos discípulos de Jesus

 E, havendo dito isto, soprou sobre eles e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo. João 20:22


Os doze discípulos de Jesus foram homens privilegiados, pois tiveram a oportunidade de conviver com Ele, ainda que por pouco tempo,e desfrutar da Sua companhia diária. Eles eram homens comuns, mas que viveram o extraordinário.

Se formos pensar acerca da vida dos onze discípulos (excluindo Judas que traiu Jesus), poderíamos traçar três etapas as quais eles enfrentaram. 

A primeira etapa ocorreu antes do chamado de Jesus. Essa etapa nos fala sobre o comodismo. Eles viviam em suas casas como homens comuns, fazendo as suas atividades diárias. Esta etapa se finda quando eles conhecem a Jesus.

Na segunda etapa, eles viveram como discípulos de Jesus, ouvindo seus ensinamentos, presenciando milagres e crescendo na fé. Apesar da grandeza desta etapa, eles ainda não eram aquilo que estavam predestinados a ser. Essa etapa infelizmente termina pouco depois da morte de Jesus, quando os discípulos estão trancados em casa com medo dos judeus (João 20:19).

Mas a terceira etapa é gloriosa. Ela se inicia no momento em que Jesus entra na casa onde eles estavam e sopra sobre eles o Espírito Santo. A partir daquele momento a vida deles mudou radicalmente. Aqueles discípulos amedrontados foram sendo transformados em homens totalmente intrépidos, que mesmo recebendo ameaças, continuavam a proclamar a Cristo (Atos 4:1-31).

Essa terceira etapa não teve fim, afinal, mesmo após a morte, os discípulos deixaram um legado que não será esquecido. Esta é a etapa que Deus espera que nós estejamos. Cheios do Espírito Santo teremos ousadia para pregar o Evangelho, sem que o medo ou o comodismo vividos em etapas passadas nos detenham.

segunda-feira, 7 de março de 2022

A missão dos setenta discípulos

Texto de referência: Lucas 10:1-6


Além dos doze apóstolos, Jesus ainda designou setenta discípulos para ajudá-Lo em Seu ministério. As funções desses discípulos nos ensinam um pouco daquilo que o Senhor também espera de nós.

Primeiramente, Jesus ensinou que eles deveriam ir de dois em dois. Já dizia Salomão que é melhor serem dois do que um, porque se um cai tem o outro para ajudá-lo a levantar (Eclesiastes 4:9-12). Ir para as missões de dois em dois ajudaria para que eles não se sentissem desanimados.

Eles deveriam preceder Jesus nos lugares onde Ele deveria ir. A missão do discípulo é preparar o terreno do coração das pessoas para apresentar Jesus. Não vamos levar a nossa imagem, vamos apresentar Jesus às pessoas.

Eles seriam enviados como Cordeiros para o meio de lobos. Jesus não nos iludiu, mas advertiu que fazer a Sua obra é ingressar em terrenos perigosos, mas também nos garantiu que o inferno não pode prevalecer contra nós (Mateus 16:18).

Jesus também os aconselhou a não levarem bolsa, alforje, sandália e a não saudar ninguém pelo caminho. Enquanto discípulos devemos ser desprendidos dos bens materiais, dos pesos que só nos atrapalham a caminhar, devemos andar descalços como os servos faziam e não podemos nos distrair pelo caminho.

Por fim, o discípulo tem em si a autoridade da paz, ele carrega a paz de Deus consigo, e pode levá-la por onde ele for.

Apesar de todas as dificuldades, ser discípulo de Jesus é gratificante, pois ele leva aos perdidos a mensagem da salvação e aos aflitos uma mensagem de esperança.


terça-feira, 8 de fevereiro de 2022

Não esconda a sua candeia, repasse o seu conhecimento

 "Também lhes disse: Vem, porventura, a candeia para ser posta debaixo do alqueire ou da cama? Não vem, antes, para ser colocada no velador?" Marcos 4:21


A energia elétrica é algo tão comum aos nossos dias, que nem paramos para pensar que um dia ela não existiu para algumas pessoas. Em tempos antigos as pessoas não possuíam energia elétrica e a luz que iluminava a casa das pessoas era advinda de lamparinas e candeias.

Jesus nos fala em uma de suas parábolas sobre a candeia. Ele afirma que ninguém acende uma candeia e a coloca debaixo de uma cama ou de um cesto. Pelo contrário, quando se acende uma candeia é com o intuito de colocá-la em um lugar visível, onde a sua luz possa refulgir para todos da casa.

Essa candeia da parábola pode representar muitas coisas, mas eu gostaria de ressaltar a candeia como uma tradução para o conhecimento. Uma luz vem para revelar o que estava oculto pelo escuro. O conhecimento acerca de qualquer assunto é uma luz naquela área. 

Dessa forma, toda vez que há conhecimento sobre qualquer assunto, isso se torna uma luz. Muitas pessoas têm escondido a sua luz, isto é, não têm levado aquilo que sabem às demais pessoas. E assim, fazem com que as suas candeias fiquem debaixo das camas ou dos cestos.

Esse conhecimento não se refere apenas a aspectos espirituais, mas envolve qualquer área das nossas vidas. Se temos conhecimento acerca de qualquer assunto, vem de Deus que possamos levá-lo às outras pessoas, a fim de edificá-las. Todos nós temos uma luz, todos nós somos candeias, e a nossa luz deve brilhar, o que sabemos deve ser repassado aos outros, não para glória própria, mas para glória de Deus.


segunda-feira, 17 de janeiro de 2022

Ser discípulo é ser sal e luz

 Texto de referência: Mateus 5:13-16


Durante o sermão do monte, Jesus caracteriza os seus discípulos utilizando duas coisas muito comuns ao nosso cotidiano: o sal e a luz.

Primeiro Ele diz que os discípulos são como o sal da terra. A função do sal é dar sabor ao alimento. Uma refeição pode ser muito saborosa, mas se esquecermos de colocar sal, ela perderá completamente o sabor. Jesus enfatiza que se um sal não der o sabor ele perde totalmente a sua utilidade.

Como discípulos de Jesus nós somos como o sal. Fomos criados para fazer a diferença por onde passarmos. Entretanto, muitas vezes estamos querendo viver de forma insípida, sem sermos percebidos neste mundo. Se assim vivermos, não estamos cumprindo o propósito para o qual fomos chamados.

Jesus ainda nos caracteriza como a luz do mundo e ressalta que assim como ninguém consegue esconder uma cidade que foi edificada sobre um monte, nós também não poderemos viver escondidos. Em um outro exemplo, Jesus diz que ninguém acende uma candeia para colocá-la debaixo da cama, mas em um local onde todos possam ver.

Da mesma forma que o sal, novamente Jesus enfatiza o nosso papel de sermos vistos enquanto discípulos. Nenhum discípulo verdadeiro vive escondido, mas é visto pelas pessoas desta Terra. 

Jesus não está incentivando ninguém ao exibicionismo, pois o próprio Jesus fugiu dessa atitude enquanto viveu na Terra, mas Ele está nos encorajando a não escondermos a nossa fé. Ser discípulo de Jesus é fazer a diferença por onde passa, através de uma vida de atitudes corretas. É também brilhar a luz de Jesus por onde passar, afastando as trevas.