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sexta-feira, 26 de setembro de 2025

Não olhe as circunstâncias

 Se Jairo tivesse olhado as circunstâncias e desse ouvidos às pessoas ao seu redor que lhe desanimavam, sua filha não teria ressuscitado.

Se a viúva de Sarepta tivesse olhado as circunstâncias da fome severa em sua região e não tivesse dado ouvidos às palavras de Deus, ditas por meio de Elias, provavelmente ela e seu filho teriam morrido em decorrência da fome.

Se Davi tivesse olhado para o tamanho do gigante Golias ou tivesse dado ouvidos às palavras de Eliabe que tentava desencorajá-lo, certamente não teria vencido o gigante.

Se Josué olhasse para as muralhas de Jericó, grandes e bem fechadas, não teria pelejado e aquelas muralhas não teriam caído.

Pedro olhou as circunstâncias, observou a força do vento e da tempestade, e começou a afundar no mar. Ele só não submergiu porque Jesus lhe segurou pela mão.

Somos frequentemente tentados a olhar as circunstâncias ao invés de olhar para o Senhor e para o Seu poder. O medo frequentemente nos faz esquecer como é grande o Deus ao qual servimos.

Mas não devemos olhar as circunstâncias e não devemos dar ouvidos àqueles que nos dizem que é impossível. Como Jesus disse a Jairo, não devemos temer, somente crer.

Deus está acima de toda circunstância. Ele é maior do que a morte e a fome, é maior do que o gigante, as muralhas e o vento. Ele é Deus e, sem dúvida, pode nos ajudar.


quinta-feira, 31 de julho de 2025

O jovem que tinha 5 pães e 2 peixes

 Texto de referência: João 6:8-12


Imagine você sair de casa para encontrar alguém muito famoso em um show, um espetáculo, algo desse tipo. Você não sabe que horas irá voltar, então coloca em sua bolsa uma pequena quantidade de alimento para se alimentar lá.

Agora imagine que ao chegar no evento alguns participantes peçam a você o alimento que você trouxe. É um pouco arriscado dar o seu lanche, pois você correrá o risco de mais tarde ficar com fome e não ter o que comer.

Uma história semelhante a esta se encontra nas Escrituras. Um jovem que tinha cinco pães e dois peixes saiu de sua casa para ir a um local onde Jesus estava, muito distante do seu local de origem. Ao chegar lá, foi surpreendido com os discípulos de Jesus lhe pedindo o alimento que estava em sua bolsa. Somente ele havia levado algo para comer, ou então somente o alimento dele era conhecido por outras pessoas. Há a possibilidade de alguns presentes no local terem levado alimentos e escondido, por medo de alguém lhes pedir e eles ficarem sem nada.

O fato é que o jovem, mesmo correndo o risco de ficar sem comida, resolveu compartilhar o que tinha e o fim da história todos nós conhecemos. Aqueles poucos pães e peixes alimentaram uma grande multidão, mais precisamente cerca de 10 mil pessoas.

E esse milagre só foi possível porque alguém ali se dispôs a dividir o pouco que tinha.

Essa história nos ensina o quanto precisamos aprender a dividir aquilo que Deus tem nos dado, a fim de vermos milagres através do nosso gesto de partilhar.

Só é possível vermos uma multiplicação através do pouco. Ninguém faz render algo que já é muito. Jesus usou um ambiente de escassez para mostrar o seu poder de abundância. Mas ele fez isso a partir de um coração generoso, que ousou dar o pouco que tinha.

A generosidade em nossos dias é pouca porque a nossa sociedade capitalista prega o acúmulo cada dia maior. Mas ao lermos a história da multiplicação percebemos que para Deus não faz diferença a quantidade porque Ele é o dono de tudo. Transformar o pouco em muito faz parte do processo de aprender mais sobre um Deus que é abundante e que está disposto a derramar sobre o coração generoso o transbordar de tudo o que Deus reservou para ele.

sábado, 14 de junho de 2025

Você não precisa de atalhos, só de Jesus

 Texto de referência: João 5:1-9


Segundo o dicionário online, um atalho é um caminho alternativo que encurta a distância entre dois lugares, diferente do caminho principal, utilizado pelas pessoas para evitar demoras.

No nosso cotidiano imediatista vivemos em busca de atalhos. Um certo homem relatado na Bíblia um dia buscava um atalho, mas foi ensinado que o caminho certo estava em outra direção.

Este homem era um paralítico, que há 38 anos estava definhando em uma cama, triste e desanimado. Sua única esperança era um poço, chamado Betesda, que ficava em Jerusalém. Naquele lugar ficavam muitas pessoas doentes, que acreditavam em uma história que de tempos em tempos um anjo agitava as águas do poço e o primeiro que entrasse nessas águas seria curado. 

A bíblia não desmente a história, então acredita-se que o fato era verdade. Entretanto, o paralítico nunca conseguia entrar porque pela sua enfermidade ele não conseguia a mobilidade necessária para entrar na água e sempre alguém fazia isso antes dele. E para ele não havia mais esperança de cura.

Mas chega Jesus que lhe pergunta se ele queria ser curado. Ao contar a sua história, Jesus não dá ouvidos aos murmúrios, somente lhe dá a ordem de cura. Aquele homem prontamente se levanta e deixa no passado aquela enfermidade.

Ah se todos ali soubessem que não precisavam daquele tanque, só precisavam invocar o nome de Jesus para serem sarados.

Ao curar aquele homem, Jesus nos ensina que Ele está acima de qualquer estratégia humana de resolução de problemas. Enquanto estamos matutando inúmeras soluções para tantos conflitos, com calma Jesus nos ensina que clamando a Ele tudo se resolve. Ao crer nisso, podemos deixar de lado os atalhos que criamos e olhar para a fonte de todo poder: Jesus, Aquele que tem todas as coisas debaixo dos seus pés (Hebreus 2:5-8).

quinta-feira, 5 de junho de 2025

Usando o que você tem em mãos para operar o milagre

 Texto de referência: 2 Reis 4:1-7


Todos nós (ou quase todos) ansiamos por viver um milagre algum dia. Milagres são instrumentos de Deus para demonstrar à humanidade o seu poder. Eles também são formas de mostrar a nós seres humanos o quanto somos frágeis.

Quando uma viúva chega até o profeta Eliseu pedindo a ele ajuda para pagar uma dívida do seu falecido marido e evitar a prisão dos seus dois filhos, Eliseu não pega uma varinha mágica e resolve imediatamente o problema, mas ele pergunta a ela: “Que te hei de fazer? Dize-me que é o que tens em casa.” Ela respondeu: “Tua serva não tem nada em casa, senão uma botija de azeite.” (v. 4)

Aquilo que para ela não era nada foi o instrumento usado por Deus para transformar a vida dela e da sua família, pois aquela pequena botija de azeite multiplicou-se o suficiente para encher uma grande quantidade de vasilhas, para então serem vendidas e pagar a dívida da família.

Na nossa vida Deus também utiliza instrumentos que nós temos para operar os seus milagres. É a partir de uma pequena coisa que Ele transforma em grande, mas nós precisamos colocar ao seu dispor aquilo que temos para que Ele opere.

Foi assim também na multiplicação dos pães e peixes, a criança tinha um pequeno cesto com pães e peixes, que foram colocados à disposição de Jesus para alimentar milhares de pessoas.

Se hoje nós estamos pedindo um milagre, que possamos olhar ao nosso redor e pedir a Deus o discernimento para enxergar o que nós temos para que seja instrumento em suas mãos para operar o Seu grande poder


sexta-feira, 30 de agosto de 2024

O propósito dos milagres

Texto de referência: João 9:1-38


Dentre as diversas curas que Jesus realizou, Ele operou na vida de um homem cego de nascença. Não se sabe a idade dele, mas a Bíblia relata que ele era adulto. Para a cura dele, Jesus utilizou uma pequena lama resultante da mistura da sua saliva com a terra. Colocou essa mistura nos olhos do cego que imediatamente ficou curado.

Esse milagre gerou muita polêmica entre os fariseus, que por inveja criticavam a Jesus utilizando a desculpa de ser dia de sábado. Após longa discussão entre os judeus e o cego, Jesus o encontra e pergunta a ele:

"Crês tu no Filho de Deus?" (v.35).

Ele então perguntou a Jesus quem era Ele para que cresse. Jesus então responde:

"Já o tens visto, e é o que fala contigo."

Perceba que Jesus diz ao cego que ele estava vendo o próprio Filho de Deus.

Qual era o sentido do homem que havia sido curado? Justamente a visão, a qual agora possibilitava ao cego ver Jesus.

Isso dá total significado ao milagre que acabava de ser operado. Jesus curou o cego e agora com os olhos curados ele podia ver Jesus. Os nossos milagres não são em vão, mas são a estratégia de Deus para que conheçamos mais d'Ele. Quando Deus faz o impossível em nós é para que conheçamos o seu poder, não apenas para o nosso bem estar físico, mas também espiritual. Milagres devem nos aproximar mais de Deus, seja trazendo salvação para uma alma perdida ou intimidade com Deus, para aqueles que já são salvos.

O problema de algumas pessoas é que elas querem somente o milagre, mas não querem Aquele que operou o milagre. Através dos milagres, Deus quer agir por nós, para que depois Ele possa agir em nós. Basta que possamos abrir o coração como o cego fez. Naquele dia aquele cego não recebeu apenas a visão, mas recebeu também a oportunidade de ver o próprio Deus, através de Jesus.

segunda-feira, 29 de maio de 2023

A viúva de Naim e o seu filho


Texto de referência: Lucas 7:11-17


Episódios de cura de doenças nos evangelhos são comuns, diferente de episódios onde Jesus ressuscitou alguém, que são poucos os relatados, mais precisamente três: a ressurreição da filha de Jairo, do amigo de Jesus chamado Lázaro e do filho da viúva de Naim, este último o qual iremos falar neste post.

A primeira curiosidade desse milagre é que ele é relatado apenas no evangelho de Lucas. Jesus ia caminhando até uma cidade chamada Naim. Com Ele ia uma numerosa multidão, ouvindo seus ensinamentos e aguardando pelo próximo milagre. Foi quando Jesus se deparou com um cortejo fúnebre, que ia realizar o enterro do filho único de uma mulher viúva. Nesse cortejo também ia uma grande multidão, o que sugere que um dos dois personagens (a viúva ou o seu filho) era alguém muito conhecido e querido na cidade.

Duas multidões se encontram. De um lado está a vida, do outro lado da multidão está a morte. Jesus veio para a vida, e podemos crer que do seu lado sempre a vida estará.

Mas Jesus mudaria rapidamente essa situação de morte, pois ao ver a viúva chorando a morte do seu único filho, Jesus teve compaixão dela, pediu para que ela não chorasse e, tocando no esquife (tipo de caixão da época), ordenou a vida ao jovem que imediatamente se levantou.

A Bíblia diz que Jesus o restituiu à sua mãe, dando a ideia de que ela havia perdido algo, mas Jesus lhe devolveu. Jesus é aquele que restitui. Ele devolve a alegria onde ela foi perdida, devolve a paz onde não há mais, devolve a segurança onde só há medo. 

Mas ele também devolve filhos de volta às suas mães. Filhos que estão perdidos, filhos que estão mortos, filhos que se foram para não voltar. Ele é aquele que se compadece da mãe aflita, que já não sabe o que fazer pelo seu filho.

A viúva não pediu nada a Jesus, Ele se compadeceu dela pela sua condição. Jesus sempre irá olhar para o aflito com olhar de misericórdia, pois ela faz parte do seu caráter. A ressurreição do filho da viúva nos mostra o lado misericordioso de Jesus, pelos aflitos, pelos desamparados e pelas mães que choram por seus filhos.


sábado, 6 de maio de 2023

Não olhe as circunstâncias

 

Se Jairo tivesse olhado as circunstâncias e desse ouvidos às pessoas ao seu redor, sua filha não teria ressuscitado.

Se a viúva de Sarepta tivesse olhado as circunstâncias da fome em sua região e não tivesse dado ouvidos às palavras de Deus, ditas por meio de Elias, talvez tivesse morrido pela fome.

Pedro olhou as circunstâncias, olhou para a força do vento e da tempestade, e começou a afundar no mar. Não afundou porque Jesus lhe segurou pela mão.

Se Davi tivesse olhado para o tamanho do gigante ou tivesse dado ouvidos às palavras de Eliabe que tentava desencorajá-lo certamente não teria vencido o gigante.

Se Josué olhasse para as muralhas de Jericó, grandes e bem fechadas, não teria pelejado e aquelas muralhas não teriam caído.

Somos frequentemente tentados a olhar as circunstâncias ao invés de olhar para o Senhor e para o seu poder. O medo nos faz muitas vezes esquecer como é grande o Deus a qual servimos.

Mas não devemos olhar as circunstâncias, não devemos dar ouvidos àqueles que querem nos dizer que é impossível. Como Jesus disse a Jairo, não devemos temer, somente crer.

Deus está acima de toda circunstância. É maior que a morte, a fome, maior que o gigante e as muralhas. Ele é Deus e, sem dúvida, pode nos ajudar.


sábado, 29 de abril de 2023

Jesus acalma as nossas tempestades

Texto base: Mateus 8:23-27


Inicialmente, a Bíblia diz que a tempestade era tão grande que o local onde os discípulos estavam, o barco, era coberto pelas ondas. Às vezes, conosco é dessa forma, a tribulação é tão grande que a nossa vida fica toda coberta pelos problemas. Todavia, existia alguém que estava literalmente do lado dos discípulos: Jesus. 

E por isso, a reação Dele quando os discípulos temeram e clamaram a Ele. Ele se indignou ao ver que os discípulos estavam com medo, mesmo tendo Jesus no mesmo barco que eles. Quem estava lá era o Filho de Deus, como Ele iria deixar o barco afundar? Como Ele poderia permitir que os seus queridos perecessem? É dessa forma conosco, estamos com Deus do nosso lado, mas tememos que o barco possa afundar. 

Então, Jesus repreendeu os ventos e o mar, e logo se formou uma grande bonança. Não tenha dúvida, após a tempestade, vem a bonança!

Mas os discípulos ainda não tinham percebido que Jesus era Deus. E por isso, se maravilharam com o seu poder, em como até os ventos e o mar podiam lhe obedecer. É assim mesmo, Jesus tem poder sobre os ventos e o mar, ou seja, sobre aquilo que causa tempestade nas nossas vidas. Não adianta, se Ele repreender o mal, este não tem outra opção senão obedecer e sair das nossas vidas. 

Não tenha medo, quem está no barco da vida com você, do seu lado, é Jesus, Ele pode todas as coisas!

sábado, 31 de dezembro de 2022

Para o último dia de 2022: não viva mais na cegueira

Texto de referência: Lucas 18:35-43


Dizem que o pior cego é aquele que não quer enxergar. Eu acredito que esse ditado faça sentido porque, de fato, um indivíduo fisicamente cego não pode ver, mas o outro tipo de cegueira é aquela que, apesar dele poder, ele não quer ver. 

Havia um cego na Bíblia que infelizmente dotava desses dois tipos de cegueira. Ele se chamava Bartimeu. 

Bartimeu não nasceu cego, mas adquiriu a doença em alguma fase da vida. Ele vivia como um mendigo, sentado à beira do caminho pedindo esmolas. 

Certo dia, Jesus passou pela estrada onde ele estava. Ali, Bartimeu viu a oportunidade de recuperar a sua visão. Apesar de ser repreendido pela multidão que ouvia seus gritos em direção a Jesus, Bartimeu insistiu e continuou a clamar a Jesus pela sua cura.

Quando Jesus o chamou, Bartimeu retirou a sua capa e foi correndo em sua direção. Ali ele começava a ser curado da sua principal cegueira, a espiritual. Bartimeu compreendeu que ele podia, em Jesus, abandonar a sua vida de miséria. Ele aproveitou a oportunidade que estava diante de si de mudar de vida.

Após ir a Jesus, este lhe concedeu a sua cura física. Bartimeu recuperou a visão e agora também podia enxergar com os olhos.

A cegueira espiritual é extremamente nociva, pois nos impede de sairmos de uma condição que podíamos porque não conseguimos enxergar em nós esse potencial. O indivíduo pode mudar de vida, mas não o faz porque não consegue enxergar essa situação. A deficiência física de Bartimeu, apesar de limitá-lo a algumas atividades, não podia impedi-lo de ser feliz.

Ele não precisava ser um cego mendigo, como era conhecido, ele poderia ser um homem vitorioso. Quando ele se enxergou assim, abandonou a sua capa de mendigo, e antes de receber a cura física, o seu interior já havia sido curado.

Nenhuma condição limitante é impeditiva para a felicidade de alguém quando os seus olhos estão abertos a isso. Muitos procuram o segredo da felicidade, não sei se existe um segredo, mas sem dúvida uma das chaves para acessá-la é termos os nossos olhos espirituais sempre abertos.

sábado, 6 de agosto de 2022

A mulher cananeia

Texto de referência: Mateus 15:21-28


Mulheres na Bíblia colecionam belas histórias. Quando essas mulheres são mães tais histórias parecem ficar ainda mais emocionantes. A mulher de hoje é estrangeira, morava na região de Tiro e Sidom e tinha uma filha que sofria de um grave problema: estava atormentada e sofrendo opressão de demônios.

Quando ela fica sabendo que Jesus estava na sua região, vê nisso uma oportunidade de ver sua filha liberta. A princípio, ela vem correndo, desesperada atrás de Jesus gritando a Ele por socorro, mas Jesus não pára para ouvi-la. Nesse primeiro momento ela já reconhece o poder de Jesus, pois o chama de Filho de Davi.

Mas ela não desiste e continua a correr atrás de Jesus, até que, chegando a Ele, ela se prostra e O adora. Essa é a segunda atitude de rendição desta mulher estrangeira. Até então ela já reconhecia Jesus como Filho de Deus, mas algumas coisas ainda precisavam ser ajustadas.

Neste momento da história, Jesus pára e ouve o pedido dela para libertar a sua filha dos demônios, mas novamente Jesus prova a fé dessa mulher ao dizer que o pão dos filhos não poderia ser lançado aos cachorrinhos.

Sabiamente, a mulher responde que, mesmo os cachorrinhos podem comer das migalhas que caem das mesas. Neste momento, Jesus confronta a mulher com os seus pecados, mostrando a ela que a sua antiga adoração pagã poderia ter levado a sua filha ao estado em que ela se encontrava.

Mas a mulher prova para Jesus que de fato, ela queria mudar de vida. Ela creu e reconheceu que o pão de Jesus era para todos e que ela, a partir de agora, queria participar desta mesa. E assim foi feito. Por essa palavra, Jesus disse que o demônio já havia se retirado da filha dela. A expressão de fé daquela mulher surpreendeu a Jesus. A lição de fé e coragem que ela nos ensina nos motiva a sermos como a mulher cananeia: insistente, persistente e adoradora.

segunda-feira, 18 de julho de 2022

Jesus só precisa de cinco pães e dois peixes

Texto de referência: João 6:1-14 


O milagre da multiplicação de pães é o maior milagre operado por Jesus perante o maior número de pessoas. Os demais milagres feitos por Ele foram operados em indivíduos ou grupos menores. O que difere o milagre da multiplicação é que neste, milhares de pessoas puderam experimentar o feito de Jesus.

Mas o que eu gostaria de chamar a atenção neste milagre é o instrumento pelo qual Jesus operou. Estavam naquele campo milhares de pessoas, sem qualquer alimento, senão cinco pães e dois peixes. Quando Jesus fica sabendo de que naquele lugar tinham aqueles alimentos, Ele imediatamente deu uma ordem aos discípulos: fazei o povo assentar.

Jesus não ficou calculando se aquele tanto seria suficiente, ele não se deixou levar pela dúvida, mas imediatamente tomou a atitude de fazer o povo assentar. Ele não precisava de coisas exorbitantes, mas apenas de um ponto de partida, que nesta história foram os cinco pães e os dois peixes.

Muitas vezes temos o ponto de partida para Jesus operar o nosso milagre, mas estamos procrastinando, calculando, vendo se realmente dá para Deus operar o milagre ou se Ele terá que "se esforçar demais". E assim nos esquecemos de que Deus não precisa de nenhuma circunstância favorável para operar, Ele precisa da nossa fé.

Jesus sabia que cinco pães e dois peixes seriam suficientes. Da mesma forma, não precisamos de grandes coisas para ver o agir de Deus. Precisamos apenas crer que com apenas um pequeno começo Ele poderá trabalhar e agir poderosamente. Quais são os cinco pães e dois peixes que estão à sua disposição para Deus transformar em um grande milagre?

segunda-feira, 21 de março de 2022

O milagre recebido durante a caminhada

 Textos de referência: João 2:1-11; João 4:46-53; Lucas 17:11-14


Os milagres operados por Jesus são impressionantes. A diversidade de milagres é incrível. Cada um tem um ensinamento específico. Em alguns milagres, Jesus tocava ou dizia e imediatamente o milagre era operado. Em outros, a pessoa precisava dar um passo de fé para ver o milagre acontecer.

Hoje eu quero abordar três exemplos de pessoas que precisaram crer apesar das circunstâncias para verem o milagre ser operado.

O primeiro milagre foi a água transformada em vinho por Jesus. Quando Jesus mandou os serventes levarem os jarros de água ao mestre sala, provavelmente eles não compreenderam, mas obedeceram a ordem dada. Durante o caminho, aquela água passou a ser vinho. O milagre não foi visto imediatamente, foi necessário um tempo até ele se concretizar.

O segundo exemplo foi o filho de um oficial que estava doente. O oficial chegou até Jesus lhe pedindo a cura do seu filho. Este homem morava em Cafarnaum, distante mais de um dia de viagem. Ao ver que aquele homem tinha fé, Jesus liberou uma palavra, dizendo ao homem que poderia voltar para casa, pois seu filho já estaria curado. O homem creu na palavra dita por Jesus e voltou para casa. Enquanto ele ainda estava no caminho de volta, seus funcionários vieram ao seu encontro dizendo-lhe que o seu filho estava curado.

O terceiro milagre foram os dez leprosos, curados enquanto caminhavam para falar com o sacerdote. Eles pediram a cura a Jesus que lhes ordenou que fossem até o sacerdote se apresentar. Durante a caminhada, eles ficaram curados.

Os três milagres têm uma coisa em comum, em todos eles o milagre não ocorreu imediatamente, mas eles precisaram percorrer um caminho até comprovarem o que de fato Jesus havia feito. Nem sempre aquilo que pedimos a Deus iremos receber na hora, em geral precisamos percorrer um caminho até comprovarmos a bênção do Senhor.

Assim como Jesus encontrou fé nas pessoas que fizeram parte desses milagres, Ele espera encontrar em nós fé para que, ao ouvirmos a palavra liberada por Ele, ainda que não tenhamos visto nenhuma mudança, possamos crer que durante a nossa caminhada ela virá. Bem aventurados os que não viram e creram (João 20:29).

sexta-feira, 18 de março de 2022

A cura da mulher encurvada

 Texto de referência: Lucas 13:10-16


A história de hoje é de uma mulher que entrou em uma sinagoga onde Jesus estava. Essa mulher vivia encurvada por dezoito anos. Quando Jesus a viu, chamou-a e ela imediatamente se endireitou, glorificando a Deus após a sua cura.

A cura relatada neste texto é bastante interessante, pois possui aspectos diferentes de outros relatos de curas. Primeiramente, Jesus afirma que aquela mulher estava possessa por um espírito de enfermidade. Isso indica que aquela enfermidade não era originária de uma causa física, mas vinha de algum fator espiritual. Esse fato se confirma quando Jesus ao final diz que ela viveu presa por satanás durante dezoito anos.

Outro fato interessante é que ela não pediu a cura, o próprio Jesus quando a viu, a chamou e lhe deu a palavra de cura. Jesus veio para nos libertar das cadeias das quais o inimigo um dia nos prendeu. Jesus tem prazer em nos libertar e aquela mulher não precisou pedir, o simples fato dela estar onde Jesus estava foi o suficiente para que ela fosse curada.

Por fim, aquela mulher que vivia encurvada, olhando apenas para baixo teve a sua vida restaurada. Passou a viver uma vida normal e agora ela podia olhar para frente, não mais para baixo como passou toda a sua vida fazendo. Esse é outro aspecto em nós que Jesus quer fazer. Quando somos tocados por Ele, a nossa visão é restaurada, saímos de uma vida encurvada para andarmos eretos, sem mais olhar para baixos como coitados, mas olhando para frente, vislumbrando o futuro que Ele tem para nós.


sexta-feira, 4 de fevereiro de 2022

Até onde você é capaz de chegar para receber o seu milagre?

 Texto de referência: Marcos 2:1-12


O evangelho de Marcos conta um milagre de Jesus com detalhes bastante interessantes. Um paralítico foi levado por quatro amigos até Jesus. Como na casa em que Jesus estava havia muitas pessoas, eles subiram até o telhado, abriram um buraco exatamente onde Jesus estava, e colocaram o homem de frente a Jesus.

Ao ver a fé daqueles homens, Jesus primeiramente perdoa o paralítico e depois o cura daquela paralisia. Esse episódio é diferente dos demais porque demonstra o esforço que aqueles amigos fizeram para levá-lo até Jesus para ser curado. Aqueles homens sabiam que se Jesus visse aquele homem, Ele o curaria.

Na verdade, Jesus já havia visto o paralítico, antes mesmo dele ser levado até ele, pois Jesus vê todas as coisas. Isso fica claro quando Jesus ao vê-lo libera perdão, indicando que aquele homem estava vivendo debaixo de pecados que impediam a sua cura física. Mas eles queriam que Jesus o visse fisicamente e por isso elaboraram aquela estratégia.

Jesus não reprovou a atitude deles, pelo contrário, viu o esforço deles como um ato de fé. Em nossas vidas, também desejamos milagres, mas muitas vezes não queremos nos esforçar para consegui-los. Queremos que Jesus venha até nós, ao invés de irmos até Ele. Vemos uma multidão diante de nós, mas não queremos nos esforçar para passar por ela.

Aqueles amigos tiveram uma ideia bastante inusitada, que foi chamada de fé por parte de Jesus. Até que ponto nós estamos dispostos a nos esforçar para recebermos o milagre? Os amigos do paralítico foram até o fim, e tiveram vitória.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2022

Recupere a sua força!

 Texto de referência: Lucas 6:6-10


Dentre os milagres de Jesus, havia um que se referia a um homem que estava na sinagoga, e que tinha a sua mão direita ressequida. Apenas o evangelho de Lucas detalha qual das mãos se encontrava naquele estado. Ao vê-lo, Jesus o chamou para o meio do local, mandou que ele estendesse a sua mão e a curou.

Esse milagre ocorreu em um dia de sábado, o que gerou a fúria dos religiosos que estavam presentes no local. Mas esse é um assunto para outra discussão. O que eu gostaria de frisar neste texto é acerca do milagre da cura. 

Se formos pensar em um membro que nos remete à ação, um dos principais que vêm a nossa mente é a nossa mão. As nossas mãos, especialmente a nossa direita, representam a nossa força. Quando a mão direita do homem se ressecou, isso implica dizer que ele perdeu a sua força.

Quando Jesus o chama para o meio, ele chama aquele homem à vida novamente, pois aquela doença o havia tirado do seu convívio social, aquele homem sem vigor era também invisível para as demais pessoas, mas não para Jesus que naquele dia lhe viu, e lhe trouxe a cura.

Ao ser restaurada a mão do homem, ele recuperou a sua força, o seu vigor. Assim como Jesus fez nesse episódio, Ele quer fazer conosco, nos libertando daquilo que rouba a nossa força e nos faz sentir fracos e impotentes. O homem da mão ressequida recuperou a sua força, nós também podemos ter as nossas forças restauradas novamente, se crermos de todo o nosso coração.


terça-feira, 1 de fevereiro de 2022

Jesus quer, e você?

 Texto de referência: Mateus 8:1-4


A Bíblia nos relata várias histórias de curas de pessoas leprosas, mas uma delas sempre me chamou a atenção. 

Um leproso aproximou-se de Jesus, adorou-o e lhe disse: "Senhor, se quiseres, podes purificar-me." Jesus imediatamente estendeu a mão até ele e lhe disse que queria. Ordenou que ele ficasse limpo e imediatamente ele ficou curado da lepra.

Por muito tempo eu questionei o que ele queria dizer quando falou a Jesus que se Ele quisesse, poderia purificá-lo. E também porque Jesus lhe respondeu que queria. Para mim, essas palavras seriam óbvias demais para estarem na Bíblia, mas no fundo eu sabia que havia algum significado por detrás delas.

Através da graciosa revelação do Espírito, eu pude entender que, quando o leproso disse a Jesus aquelas palavras: "Se tu quiseres", é como se ele estivesse dizendo: "Senhor, da minha parte eu tenho fé e quero ser limpo, agora falta somente o Teu agir".

A cura divina não é um milagre de mão única. Ela depende de duas partes para se concretizar. A primeira parte é nossa, e se refere a ouvir a Palavra, ativar a nossa fé em Jesus e crer na cura. A outra parte é a de Jesus, que está sempre pronto a nos ajudar, esperando apenas que a gente esteja na posição do milagre.

Voltando à história do leproso, aquele homem procurou Jesus após Ele descer do monte onde havia acabado de revelar diversos ensinamentos. Aquele homem provavelmente estava lá e O ouviu, sendo assim a sua fé já havia sido ativada. Ele cria que havia poder em Jesus para curá-lo e provou isso ao adorar Jesus. Dessa forma, Ele já estava na posição do milagre, isto é, pronto para recebê-lo.

Se a parte dele estava pronta, faltava a parte de Jesus, que como dito, está sempre pronto. Por isso, quando ele diz: "Se tu quiseres," ele demonstra a Jesus que a parte dele estava feita. E por isso Jesus confirma que também queria, e imediatamente lhe cura.

Muitas vezes temos colocado muitos empecilhos aos milagres de Jesus em nossas vidas, mas se nós crêssemos que dá parte d'Ele está tudo pronto, as coisas fluiriam melhor. Não é o poder de Deus que precisa ser ativado, pois ele já está. O que precisa ser ativada é a nossa . E se nós estivermos prontos, ouviremos Jesus nos dizer: "Se você quer, eu também quero. Receba o seu milagre!"


sexta-feira, 14 de janeiro de 2022

O verdadeiro propósito dos milagres: a cura da sogra de Pedro

Texto de referência: Mateus 8:14-15


Todos os milagres de Jesus nos ensinam verdades, e o principal propósito de todos eles é ativar a nossa fé em Deus. Mas existem ensinamentos particulares em cada episódio de milagre. E na cura da sogra de Pedro podemos aprender alguns ensinamentos preciosos.

Para Deus não importa o tamanho do problema, Ele resolve a todos. Jesus efetuou diversas curas em Sua passagem à Terra, desde cura de doenças impossíveis de solução humana, como cegueira e paralisia, até a cura de uma simples febre, como foi o caso da sogra de Pedro. Se precisamos de um agir de Deus, seja para coisas grandes ou pequenas, podemos crer que Ele pode e quer nos curar.

Mas o que mais me chama a atenção nesse milagre é que após a cura, a sogra de Pedro tomou duas atitudes importantes, ela se levantou e passou a servir a Jesus.

Após a cura, ela não permaneceu no estado de prostração, mas ela se levantou. Há muitas pessoas que, mesmo recebendo o milagre, não conseguem sair da frustração constante em que vivem. O milagre vem para nos levantar e nos fazer viver o melhor de Deus para nós.

Após se levantar, ela passou a servir a Jesus. Este também é um propósito de todo milagre, nos trazer para mais perto de Deus. Acontece que muitas pessoas têm seguido o caminho inverso, ao invés de se aproximarem de Deus após receber a bênção, elas se afastam de Deus.

A sogra de Pedro entendeu o propósito do milagre que ela recebeu. Será que temos entendido também o propósito dos milagres que Deus tem operado em nossas vidas?

sexta-feira, 29 de outubro de 2021

O valor de uma vida

Textos de referência: Marcos 4:35; 5:1-5; 18-20


O amor de Deus por nós é algo inexplicável. Ele nos ama, mesmo sem merecermos. E por que Ele nos ama, Ele deu seu único Filho para morrer por nós. Ainda que só existisse um ser humano nesta Terra, Jesus morreria, pois para Deus cada vida vale a pena.

Existe um texto que nos faz refletir bastante acerca desse tema, é a história do endemoninhado gadareno. Esse homem estava possuído por uma legião de demônios e vivia atormentado. Um certo dia, Jesus deixou uma multidão e saiu de barco com seus discípulos, chamando-os para irem à outra margem. 

No meio do caminho eles enfrentam uma grande tempestade, mas ao chegarem até a outra margem, no território de Gadara, encontram esse homem possesso, gritando e totalmente nu. Jesus então o liberta, e ele pede a Jesus para ir com Ele, mas Jesus não permite, dizendo que agora a sua missão era pregar em toda aquela região aquilo que Deus havia feito por ele.

Jesus então volta de barco para o lugar de onde Ele havia partido. Jesus havia ido até aquele território apenas porque ali havia um homem que precisava d'Ele. Mas a história daquele homem daria muitos frutos para o reino de Deus, pois através dele outras vidas poderiam conhecer o poder de Deus.

Cada vida para Deus importa. Cada alma é amada por Deus e por isso há festa no céu quando um pecador se arrepende (Lucas 15:10), porque uma alma vale mais do que o mundo inteiro (Mateus 16:26). Muitas vezes ficamos desanimados quando há uma pequena quantidade de pessoas em um culto, por exemplo, mas se naquele lugar uma vida for transformada, já valerá tudo o que foi feito ali.

Jesus foi até Gadara em busca de uma vida. E essa vida provavelmente gerou outras vidas para o reino de Deus. Jesus faz o mesmo por nós. Ele sai ao nosso encontro nos lugares mais remotos, para nos resgatar, porque a nossa vida vale muito para Ele. Ele não quer perder nenhuma vida, a começar de nós. Deus nos ama, a nossa vida tem valor diante d'Ele.


sábado, 28 de novembro de 2020

Dele vem os pães e peixes

Texto-base: João 21:3-13


Jesus ressuscitou e após esse acontecimento, apareceu algumas vezes aos seus discípulos. Em uma delas, eles estavam pescando no mar de Tiberíades. Quando Jesus se aproxima deles, sem se dar a conhecer, lhes pergunta se eles têm alguma coisa para comer. Os discípulos, desanimados por não terem apanhado nada, respondem que não. Então Jesus lhes manda lançar a rede pelo lado direito, para encontrarem peixes. Eles obedeceram e apanharam tantos peixes que ficou difícil até mesmo puxar a rede. Nesse momento eles se lembram de um evento semelhante a esse, ocorrido no início do ministério de Jesus, e então O reconhecem (Lucas 5:1-7).

Quando eles chegam à areia da praia, eles vêem um braseiro com peixes e pães em cima. A questão é: não foi Jesus quem lhes pediu algo para comer? Então, como agora eles viam pães e peixes assados sobre brasas?

Na verdade, quando Jesus lhes pergunta se eles têm algo o que comer, não era porque Jesus necessitasse que eles lhe dessem alimento, mas Ele estava lhes instigando a buscarem comida. Jesus sabia onde tinha peixes, eles não. Então Jesus os direciona ao lugar onde os encontrariam.

Muitas vezes estamos caminhando em círculos, tateando, batendo a cabeça contra a parede, tentando encontrar sozinhos soluções para os nossos problemas. Na verdade, é em Jesus que encontramos o que precisamos. Ele tinha pães e peixes, Ele tinha o alimento e queria mostrar aos discípulos onde encontrariam. Não apenas o que precisamos, Ele tem mais do que esperamos, pois os discípulos apanharam peixes, todavia, Jesus tinha também pães.

Muitas vezes estamos achando que Deus precisa de nós para fazer milagres, mas nós é que dependemos Dele. Ele tem o que precisamos, nossa parte está em obedecê-Lo, lançar a rede onde Ele nos ordena e tirar dali o alimento.

Quando os discípulos obedeceram apanharam imensa quantidade de peixes, mas ao chegarem na terra, perceberam que Jesus já tinha peixes e pães na brasa. Isso nos mostra que tudo vem Dele, Jesus já tem tudo em Suas mãos e tudo o que pertence a nós Ele quer nos dar. Importa que obedeçamos à sua voz para recebermos. 



quarta-feira, 18 de novembro de 2020

O cego de nascença: a verdadeira cegueira está dentro

Texto-base: João 9


Esse milagre é relatado apenas por João. Um homem cego de nascença, mendigo, está próximo a Jesus. O texto não relata se ele pede a cura ou se Jesus espontaneamente vai até ele. Essa segunda opção parece ser a mais correta, haja vista o homem relatar posteriormente que não conhecia a Jesus.

A dúvida expressada pelos discípulos se aquela doença lhe sobreveio em consequência do cometimento de algum pecado e a resposta de Jesus em sequência, nos faz refletir que nem todo sofrimento é consequência de pecados cometidos. Muitas aflições são maneiras que Deus usa para manifestar a Sua glória e o Seu poder.

Jesus então faz lama com a terra misturada à sua saliva e aplica nos olhos do homem, mandando este se lavar no tanque denominado Enviado. Aquele homem cego teve que colocar a sua fé em ação para ser curado. Ele se lava e imediatamente passa a enxergar.

Mas ele não conhece a Jesus, apenas sabe o Seu nome. Após ser muito interrogado pelos fariseus sobre quem o havia curado, Jesus se apresenta a ele como Filho do Homem. Ele crê em Jesus e prova isso ao adorá-lo. Agora sim ele enxergava de verdade, pois Jesus apenas o havia curado da cegueira física, mas ainda residia nele a cegueira espiritual. 

Ao crer em Jesus ele fica inteiramente curado, interna e externamente. Ao contrário dos fariseus, homens que viam com os olhos naturais, mas eram cegos espiritualmente. Mesmo diante do Filho de Deus não se rendiam, mas se gabavam por se dizerem discípulos de Moisés. E por isso Jesus declara que por dizerem que viam, estavam cegos. Quando reconhecemos as nossas fraquezas e nos submetemos a Deus para nos ajudar, reconhecemos a Sua grandeza e a nossa dependência Dele. Quando nos achamos muito santos e espirituais, nos tornamos como os fariseus, com muita visão aos olhos humanos e cegos por dentro.