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terça-feira, 8 de julho de 2025

Quando a nossa iniquidade é perdoada

 Bem-aventurado aquele cuja transgressão é perdoada, e cujo pecado é coberto. Salmos 32:1

Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve. Mateus 11:30

O pecado é um fardo difícil de carregar. Na verdade, ele é como um saco, que carrega dentro de si elementos que vão sutilmente pesando a carga total. Isso se justifica pelo fato de que, quando pecamos, não estamos carregando apenas o pecado, mas todas as cargas que ele carrega em si, que são o remorso, as consequências que o pecado traz, a tristeza de espírito por ter pecado, as acusações do maligno, dentre outras.

E por isso quando pecamos nos sentimos pesados, porque de fato estamos carregando um fardo em nós. Mas se o pecado pesa, existe Jesus que declara ter um jugo suave e um fardo leve. Como pode um jugo (carga) ser suave e uma fardo (algo que pesa) ser leve? Humanamente não são, mas Jesus faz eles serem.

Andar com Jesus é não mais carregar fardos, é não possuir nenhum peso nos ombros, é viver em liberdade. E essa leveza só é sentida pelo perdão que Ele nos concede pelos nossos pecados. 

Não existe nada melhor do que quando pecamos e estamos nos sentindo mal por isso, ir aos pés de Jesus, confessar e receber perdão. Essa atitude nos traz uma leveza tão grande que é como se tirássemos uma carga das costas. E na verdade estamos tirando, mas não uma carga física e sim, uma carga espiritual, que não podemos ver, só podemos sentir.

Por isso é tão importante confessar os nossos pecados, porque o perdão nos dignifica novamente diante de Deus. Esconder os pecados nos envelhece (Salmos 32:3). Confessar nos rejuvenesce. Pelo que você precisa pedir perdão a Deus hoje? Não espere mais, confesse e sinta a leveza de espírito que só Ele pode te dar.

sexta-feira, 20 de setembro de 2024

Reconciliação e justificação


A vinda de Cristo nessa terra sem dúvida foi um presente para todos nós. Aprendemos muito com Jesus, o Deus que se encarnou para nos ensinar a viver melhor. Mas a principal missão de Jesus aqui foi a de morrer por nós na cruz do Calvário.

Essa morte nos trouxe duas dádivas, de graça, que são a reconciliação e a justificação.

A justificação é um termo judicial que vem do grego e significa "declarar justo". Isso significa que a nossa justificação indica que perante Deus fomos considerados perdoados pelos nossos pecados. Através de Jesus, Deus abonou as nossas culpas e rasgou a cédula de dívida que tínhamos com Ele. Mas isso não foi de graça, o preço foi a própria vida de Cristo. Ele carregou sobre si os nossos pecados e por isso fomos justificados.

A segunda dádiva é a reconciliação. Quando o homem pecou no jardim do Éden, isso trouxe uma separação entre Deus e o homem. Deus estava muito perto do homem, todos os dias eles se encontravam na viração do dia, mas a partir do pecado, com a expulsão do homem do Éden, o jardim de Deus, o pecado gerou separação entre Deus e o homem.

Era preciso então reconciliar. E a ponte para essa reconciliação foi Jesus. Quando Ele deu a sua vida naquela cruz em favor de todos nós, o véu que causava separação foi rasgado e fomos reconciliados com Deus.

Como filhos de Deus, podemos desfrutar de todas essas bênçãos, a justificação e a reconciliação.


sexta-feira, 25 de fevereiro de 2022

Amor que brota do perdão: a história da pecadora que ungiu os pés de Jesus

 Texto de referência: Lucas 7:36-50


A palavra de Deus está repleta de histórias bíblicas sobre mulheres. Em um desses episódios, Jesus estava em um jantar na casa de um fariseu quando chegou uma mulher pecadora. A Bíblia não relata o nome dessa mulher e que tipo de pecado ela praticava, mas sabe-se que era algo conhecido por muitos do lugar.

A mulher veio por trás de Jesus, ungiu os seus pés com unguento (óleo), e chorava derramando lágrimas em seus pés. A seguir, ela enxugava os pés de Jesus com seus cabelos e beijava-os. Esses gestos foram feitos repetidas vezes, gerando o incômodo de todos ao redor. Mas Jesus justificou o ato excêntrico da mulher como um gesto de amor. Para demonstrar isso, ele usou uma parábola na qual um homem que tinha dois devedores que lhe devia quantias de diferentes valores e perdoava a ambos, e explicou que o amaria mais aquele que tinha uma dívida maior, pois esta havia sido perdoada.

A explicação de Jesus foi de que, quanto mais somos perdoados, mais amamos aquele que nos perdoou. Por isso a atitude da mulher era um gesto de amor, pois ela era rotulada como pecadora perante toda a comunidade, e de fato, havia cometido pecados, mas encontrou em Jesus uma fonte de amor e perdão. Talvez pela primeira vez alguém olhava para ela sem olhar de julgamento, mas de acolhimento.

Enquanto as pessoas ao redor continuavam a julgá-la, agora pela sua atitude com Jesus, Ele a amava, pois sabia que dentro dela também havia amor por Ele. E esse amor estava fazendo com que ela se arrependesse e abandonasse os seus pecados.

Aquela mulher é exemplo para nós de arrependimento e gratidão. O fariseu achava-se justo demais, enquanto a mulher reconhecia tão veementemente o seu pecado, que se derramou aos pés de Jesus. Ela recebeu perdão e salvação e soube agradecer a Jesus por essas dádivas.



sábado, 24 de julho de 2021

Um Deus que quer nos perdoar

 Texto de referência: I Reis 8:46-50


O mundo jaz no maligno (1 João 5:19). Essa é a informação que nos traz a Palavra do Senhor, e isso explica o porquê de tanto sofrimento nesta terra. O pecado é a causa do nosso afastamento de Deus, e ele assola todas as pessoas, quer sejam cristãs ou não.

É isso que Salomão constatou em seu tempo de reinado. Ele reconheceu que o povo de Deus, mesmo conhecendo a Deus, poderia pecar, pois não existe ninguém que não peque.

Ele também reconheceu que o pecado gera consequências, e que após pecarem o povo poderia ser levado a um cativeiro em terras adversárias. Mas caso isso ocorresse, se ali o povo caísse em si e se convertesse de todo o coração e pedissem perdão ao Senhor, o Senhor os perdoaria e os tiraria do cativeiro.

Salomão fez essa oração durante o período da velha aliança, onde não se conhecia formalmente a graça. Hoje sabemos que o sacrifício de Jesus nos redimiu de todo o pecado e que não somos mais escravos do mal. Todavia, por mais que o pecado não tenha poder sobre aqueles que crêem em Jesus, ele ainda existe e somos diariamente tentados por ele.

Mas assim como Salomão entendeu, sabemos que se pecarmos, podemos clamar as misericórdias do Senhor e se o nosso arrependimento for sincero, obteremos perdão. Mesmo que estejamos sofrendo as consequências do pecado, podemos ter a certeza que seremos perdoados e seremos libertados do cativeiro ao qual caímos quando cedemos ao pecado.

Deus é o mesmo, Ele não mudou e a sua misericórdia também continua a mesma. Enquanto vivermos nesta terra, sabemos que estamos suscetíveis a sermos tentados ao pecado, mas apesar disso, não somos escravos dele. O ideal é não pecar, mas se pecarmos, temos um Deus que tem prazer no perdão.