domingo, 4 de julho de 2021

Davi, um homem destemido e cheio de fé

 Texto de referência: 1 Samuel 17:24-52


Uma das batalhas mais espetaculares da Bíblia é a relatada entre Davi e Golias. Davi era um jovem pastor de ovelhas, ungido pelo profeta como o futuro rei de Israel. Mas algum tempo havia se passado e ele continuava a pastorear. Todavia chega um dia em que Davi seria conhecido por toda a nação de Israel.

O contexto dessa batalha foi uma guerra ocorrida entre israelitas e filisteus. Por quarenta dias eles se colocaram em ordem de batalha, mas ninguém do exército israelita tinha coragem de duelar contra o principal combatente dos filisteus, um homem chamado Golias, cuja estatura era muito superior à normal, e por isso ele era denominado um gigante.

Quando os israelitas viam Golias, eles sentiam medo. Quando Davi o viu, ele se indignou em como aquele homem tinha coragem de afrontar o exército mais forte da terra, o exército do Deus vivo. Davi enxergava o quanto o exército de Israel era forte, mas os israelitas não. O medo havia tomado conta deles de uma maneira tão grande, que eles haviam se esquecido força de Deus que habitava neles.

Quando Davi decide enfrentar Golias, ele se vê diante de pessoas que tentaram desencorajá-lo, como Eliabe e Saul. Ao invés de dar ouvidos aos que o desencorajavam, Davi desviou-se deles. Quando ao nosso encontro vêm pessoas ou situações para nos desencorajarem, a nossa reação imediata deve ser a de desviar-nos deles e seguirmos rumo ao nosso objetivo. Davi permaneceu firme no seu propósito, derrotar Golias.

Mas o maior obstáculo de Davi era Golias. Todavia, a fé de Davi foi tão incrível, que não vemos em momento algum ele temer diante do gigante, pelo contrário, o tempo todo ele se mantém confiante. 

A primeira estratégia de Golias para derrotar Davi foram as palavras. Golias tentou intimidar Davi dizendo-lhe ameaças com o intuito de amedrontá-lo. Davi, entretanto, não se deixou intimidar e revidou a ameaça. Aquilo que o inimigo lançou contra ele, Davi não internalizou para si, mas retornou para o inimigo. O diabo é especialista em mentir e tentar nos intimidar, mas como Davi temos que ser firmes e não nos submetermos às ameaças dele.

Quando Golias investe contra Davi, ele parte para cima dele primeiro, lançando uma pedra, que foi suficiente para derrubar Golias. Ao ver Golias morto, os demais combatentes fugiram. A arma dos filisteus era Golias. O inimigo sempre irá usar um ponto forte para nos atingir. Quando esse ponto forte é derrubado, os demais que estavam com ele se enfraquecem.

Cada batalha tem muito a nos ensinar. Naquela batalha, Davi enxergou a intervenção do Senhor. 

Deus não nos deu espírito de medo, mas de ousadia. Diante dos gigantes da vida, podemos agir com essa coragem e não nos intimidar, mas avançar contra eles e vencer!

sábado, 3 de julho de 2021

As estratégias de Davi para vencer Golias

 Texto de referência: 1 Samuel 17:31-52


A batalha entre Davi e Golias é bastante conhecida. Um jovem israelita, que decide enfrentar um gigante, ao ver que ele afrontava o exército do seu povo. Quando Davi enxerga Golias, ele não o viu como um homem forte e de estatura anormal, mas ele o vê como alguém que estava lutando contra o próprio Deus, e por isso, não tinha chances de vitória. Mas Davi não encarou essa batalha de qualquer jeito, ele tinha as suas estratégias.

A primeira estratégia de Davi foi relembrar as vezes que o Senhor o ajudou em outras batalhas. Ele se lembrou de que em duas ocasiões um urso e um leão tentaram destruir o seu rebanho, mas Deus o ajudou, fazendo com que ele vencesse aqueles animais. Davi encarou Golias como o leão e o urso os quais ele havia derrotado. Se Deus o havia ajudado a vencer aquela batalha, o ajudaria agora também. O inimigo pode ser grande ou pequeno, fraco ou forte, o mesmo Deus que nos ajuda a vencer uma batalha, não nos ajudará a vencer as demais?

Outra estratégia de Davi nessa batalha foi utilizar as armas que ele dominava para a guerra, que eram o seu cajado e estilingue. É importante batalharmos com as estratégias que nós dominamos e conhecemos. Apesar de não ter sido com o estilingue que ele venceu, pois ele mesmo reconheceu que não é com armas humanas que Deus livra, foram esses instrumentos que o Senhor utilizou para dar a vitória a Davi. As nossas batalhas são vencidas pela fé, mas o Senhor sempre utiliza algum instrumento para operar a partir dele. Cabe a nós pedirmos a Ele sabedoria para termos em mãos os instrumentos certos para o Seu agir.

Mas a principal arma de Davi naquela batalha era a sua fé. Davi mostra ao filisteu que as armas dele não eram humanas. Davi sabia que não venceria Golias com armas humanas, ele estava consciente de que aquela pedra e aquele estilingue por si só não eram suficientes para destruir o gigante. Davi colocou a sua confiança em Deus, certo de que Ele iria intervir de alguma forma naquela batalha, pois a vitória é sempre do povo de Deus. O ato de Davi não foi contando com a sorte, mas com a fé.

A batalha entre Davi e Golias nos ensina que para Deus não existem gigantes. O fraco se torna forte quando o Senhor está do seu lado. Davi não venceu pela sua força, mas porque creu no agir do Senhor. Como Davi também podemos crer que nas maiores batalhas, diante dos mais fortes adversários, se temos o Senhor conosco, poderemos vencer.

sexta-feira, 2 de julho de 2021

Icabô ou Ebenézer: foi-se a glória de Israel ou até aqui nos ajudou o Senhor?

 Textos de referência: I Samuel 4:21; 5:1; 7:11-12


A Arca da Aliança foi um símbolo muito importante na história de Israel. Ela foi instituída por Deus no período em que o povo estava no deserto. A Arca era sagrada e tinha em si a representação da presença de Deus. Mas com o passar do tempo, após a morte de Moisés e Josué, os dois líderes que o povo teve no deserto, os israelitas se desviaram dos caminhos de Deus e começaram a servir falsos deuses. 

Por causa dessas práticas pecaminosas, eles foram entregues nas mãos dos seus adversários e passaram a viver oprimidos. Em uma das batalhas de Israel contra o povo filisteu, a arca de Deus que estava em Ebenézer, território israelita, foi tomada e levada para Asdode, território dos filisteus.

A palavra Ebenézer significa, "Até aqui nos ajudou o Senhor". Podemos assim entender que até aquele momento o Senhor estava com eles, mas a partir daquele momento, não apenas a Arca da Aliança havia ido embora, mas a presença do Senhor também havia se afastado daquele povo.

Essa ideia fica clara quando a esposa grávida do sacerdote que tomava conta da arca, ao saber que ela havia sido levada, sofre as dores do parto e ao nascer o filho, coloca-lhe o nome de Icabô, que significa, "Foi-se a glória de Israel", indicando que o Senhor glorioso já não estava mais com aquele povo.

Alguns meses depois, a Arca volta ao território israelita, mas o povo continua na prática dos seus pecados. Após vinte anos se passarem, o povo, liderado pelo profeta Samuel, se volta ao Senhor, retira todos os deuses estranhos, luta novamente contra os filisteus e os vence. 

E após aquela vitória, como forma de memorial, Samuel coloca uma pedra em determinado lugar, e a chama de Ebenézer. Enquanto o povo estava na prática dos seus pecados, o Senhor não tinha compromisso em ajudá-los, mas quando o coração deles se voltou novamente ao Senhor, eles foram ajudados. O lugar denominado Ebenézer, que marcou a saída da Arca do território israelita, marcou também a ausência da presença de Deus entre eles. Ao se voltarem para Deus, eles puderam experimentar novamente o Ebenézer, pois a presença de Deus estava de volta sobre aquele povo.

Como servos de Deus, o Senhor está conosco enquanto o nosso coração está com Ele. Que o Icabô seja somente a lembrança de um passado, quando o Senhor permitiu que o seu povo fosse entregue nas mãos dos seus adversários, mas que o Ebenézer esteja sempre presente em nossa caminhada.

quarta-feira, 30 de junho de 2021

Pare de lamentar, saia do jugo e recupere tudo o que você perdeu para o inimigo

 Texto de referência: 1 Samuel 7:2-14


O período dos juízes foi marcado na história de Israel por um período sombrio, onde por se afastarem do Senhor, eles foram duramente oprimidos pelos seus adversários.

Mesmo com a arca da aliança roubada pelos filisteus e depois devolvida, nem assim os israelitas entenderam o propósito do Senhor e a forma como deveriam adorá-Lo. Nesse contexto, a Arca ficou em Quiriate-Jearim por vinte anos, enquanto o povo se rendia a idolatria a deuses pagãos.

As coisas iam mal, pois eles continuavam duramente oprimidos pelos filisteus, mas ao invés de se consertarem, apenas lamentavam diante do Senhor. Então Samuel, o profeta da época, chama o povo e os adverte que se eles se voltavam mesmo ao Senhor, não deveriam viver lamentando, mas tirar todos os deuses estranhos diante deles e servirem somente ao Senhor. Essa era a maior demonstração de conversão.

O povo então ouviu a Samuel e passaram a servir somente ao Senhor, com clamores e jejuns. Nesse período, os filisteus avançaram contra o povo de Deus, mas foram destruídos pelo poder de Deus, que fez trovejar sobre eles. O relato bíblico não aponta exatamente como esses trovões contribuíram para a destruição desses adversários, mas o fato é que naquele dia Israel venceu, saiu de debaixo do jugo dos seus opressores e ainda conseguiu retomar as cidades que havia perdido para eles.

A vitória do povo de Deus começou a partir de uma atitude: a conversão sincera daquele povo, que iniciou dentro deles, mas que foi representada na prática pela retirada dos ídolos do seu meio. Enquanto aquele povo apenas lamentava, eles continuavam a viver frustrados. Quando eles realmente mostraram frutos de conversão, o Senhor derrotou os seus adversários. Eles não apenas saíram do jugo dos seus inimigos, como também recuperaram aquilo que haviam perdido. 

O povo de Israel do Antigo Testamento representa quem somos hoje, como povo de Deus. Da mesma forma que o povo de Deus, nós também podemos nos converter de todo o coração e sair de uma vida de lamentações e escravidão, para viver o melhor de Deus, recuperando aquilo que perdemos para o inimigo, inclusive a nossa condição de livres.

segunda-feira, 28 de junho de 2021

O perigo de criarmos amuletos de fé

 Texto de referência: 1 Samuel 4:3


A Arca da Aliança foi instituída nos tempos de Moisés. Ela era chamada assim por representar a aliança de Deus com o seu povo. Dentro da Arca ficava uma cópia dos dez mandamentos, a fim de que o povo se lembrasse das leis do Senhor. Pelo fato de ficar no Santo dos Santos, o lugar mais sagrado do tabernáculo, a Arca era considerada o utensílio mais precioso daquele lugar. A Arca era a representação simbólica da presença de Deus entre o Seu povo  (Êxodo 25:10-16;22)

Nos tempos de Moisés o povo tinha essa noção do significado da Arca, mas com o passar dos anos essa representatividade foi sendo perdida. A partir da convivência do povo com as nações pagãs, ela foi se perdendo ainda mais. A essência da adoração foi sendo perdida, e a Arca que antes era um símbolo da presença de Deus entre o povo, que os levava a buscarem o Senhor, passou a ser para eles um mero amuleto de sorte.

Essa conclusão se torna clara quando no tempo dos juízes, Israel enfrentou uma batalha contra os filisteus. Após perderem uma das duas batalhas relatadas, os israelitas resolveram levar a Arca do Senhor, com o argumento de que ela os livraria das mãos dos seus inimigos. A Arca jamais havia livrado o povo de qualquer batalha. Todas as guerras do povo de Deus foram vencidas porque o Senhor batalhava por eles, mas agora, eles desprezavam a presença do Senhor entre eles, colocando a sua confiança na Arca.

O que eles não haviam percebido era que o Senhor não estava entre eles, pois aquele povo estava em pecado, o que os afastou da presença do Senhor. Sem o Senhor ao lado deles, eles não poderiam vencer aquela batalha, e foi o que ocorreu, pois os israelitas foram derrotados. Ainda pior, a Arca de Deus foi tomada e levada ao território filisteu.

Assim como a Arca se tornou para o povo uma espécie de amuleto de sorte, também temos muitas vezes criado para nós amuletos de fé, estabelecendo objetos que em nossa opinião irão nos ajudar. Isso não é uma condenação a elementos como óleos ungidos, por exemplo, mas é um alerta para que não caiamos na tentação de crer que um mero objeto pode nos ajudar. 

O erro do povo não estava em tratar com reverência a Arca, pois ela era um testemunho do que Deus havia feito pelo povo. O erro estava em achar que eles poderiam viver atados aos seus pecados e que ainda assim o Senhor estaria com eles porque a Arca estava presente. O Senhor está conosco quando não nos rendemos ao pecado, mas servimos a Deus de todo o nosso coração.

Todos sabemos que a única forma de uma batalha ser vencida é quando o Senhor peleja por nós. Ele é invencível, e com Ele ao nosso lado, venceremos. Não precisamos depositar nossa fé em nenhum objeto, mas no Senhor.

domingo, 27 de junho de 2021

Samuel: o sacerdote fiel

 Textos de referência: I Samuel 1:20-28; 3:19-21


Samuel foi um profeta e juiz do povo de Israel. Sua história se passa no tempo imediatamente anterior à instauração da monarquia em Israel, quando por não terem rei, o povo era liderado por juízes. Antes do nascimento de Samuel, o povo de Israel estava vivendo uma decadência moral e espiritual indizível. Alguns juízes se corromperam e não atenderam com excelência ao seu chamado e os sacerdotes daquele tempo viviam sem qualquer temor a Deus. Por esse motivo, a Palavra de Deus, tão frequente no início da caminhada do povo de Deus, agora era rara de se ouvir.

Nesse contexto nasce Samuel, um menino que foi consagrado a Deus antes mesmo de ser gerado no ventre. Deus permitiu a esterilidade de sua mãe Ana, para que ela fizesse um voto a Deus consagrando o filho que nascesse, caso o Senhor lhe desse a oportunidade de gerar. O nome Samuel significa "Do Senhor o pedi". Aquela criança veio do próprio Deus, com o propósito de quebrar aquele ciclo de vazio e imoralidade espiritual em que o povo se encontrava.

Por esse voto de consagração, Samuel ainda muito pequeno passa a conviver com o sacerdote Eli e morar no templo do Senhor. Ele cresce obediente e logo cedo começa a ter visões de Deus. O ministério de Samuel se expande aos olhos das pessoas, que enxergam que ele era verdadeiramente um profeta do Senhor. Por ter sempre o Senhor ao seu lado, tudo o que Samuel dizia se cumpria.

A partir da chegada de Samuel como um sacerdote, as palavras de Deus que estavam tão raras, voltam a ser frequentes, e a presença de Deus em Siló, lugar de adoração a Deus, volta a se manifestar.

Samuel é o exemplo do sacerdote fiel. Mesmo convivendo com Eli e seus filhos, cujo sacerdócio foi de péssimo exemplo, Samuel não se deixou contaminar por isso. Pela sua intimidade e obediência a Deus, este lhe revelava a sua Palavra. 

Nos dias de hoje também vivemos um tempo de decadência espiritual, onde as coisas de Deus têm sido conduzidas de qualquer modo. Sacerdotes que têm se corrompido pelo orgulho da posição em que ocupam, acreditando que estarão ali para sempre, esquecendo-se que do Senhor vem a autoridade para exaltar e para abater. Palavras que têm sido ditas, mas não se cumprem, porque são faladas pelos lábios humanos, e não pela boca de Deus. 

Os nossos dias precisam de homens como Samuel, que não se corrompem, que falam com autoridade a Palavra de Deus e que sejam exemplo de espiritualidade e fé.


sexta-feira, 25 de junho de 2021

Os vasos são de barro, para que a glória seja de Deus

 Textos de referência: Juízes 4-16


O período bíblico dos juízes foi um tempo difícil na história dos israelitas. Por não terem obedecido a ordem de Deus de expulsar os estrangeiros da terra, estes acabaram se tornando um obstáculo aos israelitas. Todas as vezes que o povo de Israel pecava, eles eram oprimidos por esses povos.

Foi nessas circunstâncias que surgiram os juízes, homens que surgiram para libertar o povo dos seus inimigos. Quando o povo estava em aperto, eles clamavam a Deus que os ouvia e levantava um juiz para os ajudar.

O livro dos juízes relata a existência de 12 juízes nesse tempo, mas conta a história apenas de alguns. Os juízes mais conhecidos desse tempo foram Débora, Gideão, Jefté e Sansão.

Débora foi uma juíza exemplar. Ela ajudou a Israel a se livrar de inimigos fortíssimos e se tornou a protagonista em um período onde as mulheres não tinham proeminência. Todavia, os demais juízes não agiram com tanta performance assim.

Apesar de fazer parte de uma família pequena em sua tribo, Gideão foi usado pelo Senhor para livrar o povo dos midianitas, inimigos destruidores das plantações, isto é, a fonte de renda do povo. Mas após Gideão ter se consolidado como juiz, ele se deixou levar pela arrogância, fazendo para si uma estola sacerdotal de ouro, que se tornou objeto de idolatria para o povo. Ainda, teve muitas mulheres que lhes deram muitos filhos, dentre os quais um iniciou uma competição pela sucessão do juízo após a morte de Gideão.

Jefté julgou a Israel por apenas seis anos. Embora tenha ajudado Israel a se livrar dos amonitas, ele se curvou a uma prática horrível, que foi a de sacrificar pessoas achando que agradaria a Deus. Ainda, travou uma disputa entre duas tribos, ao invés de buscar uni-las.

Por fim, existiu Sansão, um homem imaturo e sem domínio próprio, que não obstante ter uma força incomum que lhe permitia derrotar qualquer adversário, se deixou levar pela sedução de uma mulher malvada, que só entrou em sua vida para descobrir o segredo de sua força, traindo-o em seguida.

Embora todos esses juízes tenham tido suas falhas, são mencionados  no livro de Hebreus como heróis da fé (Hebreus 11:32). A história desses juízes demonstra que Deus não escolhe pessoas aparentemente perfeitas para realizar a sua obra no meio do seu povo, Ele usa quem melhor lhe aprouver. Isso não isenta ninguém da lei da semeadura, pois todos esses homens receberam as consequências dos seus atos errados. Mas nos faz refletir sobre como Deus usa vasos de barro, para que a excelência do poder seja d'Ele (2 Coríntios 4:7). Não cabe a nós questionarmos o agir de Deus, apenas aceitarmos, afinal, a obra é d'Ele e portanto, Ele tem total controle sobre quem a executa. O nosso papel enquanto servos é glorificá-lo pela oportunidade que Ele nos dá de sermos usados, apesar das nossas fraquezas e imperfeições.