Mostrando postagens com marcador mulheres. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador mulheres. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 26 de outubro de 2022

As filhas de Zelofeade

Texto de referência: Números 27:1-11


Quando o povo de Deus findou a sua caminhada no deserto e iniciou-se o processo de herdar a terra prometida, vieram a Moisés cinco mulheres. Elas eram filhas de um homem chamado 

Zelofeade, que não teve filhos homens e já havia morrido. Como naquele tempo a herança era passada aos descendentes homens, elas vieram questionar isso a Moisés e pediram-lhe também uma parte da herança.

Moisés as despediu com a promessa de que consultaria o Senhor. Ao fazê-lo, Deus lhe respondeu que de fato, as filhas de Zelofeade tinham direito à herança, mesmo sendo mulheres. E ainda estabeleceu esse fato por direito, estendendo a outros descendentes, isto é, o homem que morresse sem filhos, a sua herança passaria ao seu parente mais próximo.

O que nos impressiona nessa história foi a coragem dessas mulheres em buscar perante Moisés o direito delas. Elas não se intimidaram por serem mulheres e não ter direito, mas buscaram, lutaram para conquistá-lo.

Essas atitudes foram vistas em muitas mulheres do passado que foram em luta dos seus direitos (muitas arriscando a própria vida), buscando ocupar o espaço que era delas. Ainda hoje, ainda muitas mulheres têm buscado os seus direitos, e têm tido êxito.

As filhas de Zelofeade deixaram um legado para nós. Em um tempo onde as mulheres tinham tão pouca visibilidade, elas nos ensinaram que nós podemos buscar os nossos direitos e que Deus se agrada de atitudes como essas.

quarta-feira, 4 de agosto de 2021

As virtudes da mulher sunamita

 Textos de referência: 2 Reis 4:8-37; 8:1-6


Em um período em Israel onde houve uma fome severa, o profeta Eliseu alertou uma certa mulher, da qual não sabemos o nome, apenas a sua origem de Suném, e por isso era chamada sunamita. Essa mulher saiu de Israel e retornou apenas após a fome ter findado, tendo todas as suas terras restituídas pelo rei, após ele saber que aquela mulher foi uma das protagonistas de um milagre que Deus operou por meio de Eliseu. Mas o que tinha de tão especial nessa mulher que fez o profeta lhe alertar sobre a fome e para o rei lhe devolver os seus pertences? Quando vamos estudar sobre a sunamita, vemos que aquela mulher tinha virtudes especiais.

A princípio Eliseu conheceu a sunamita ao frequentar a sua casa apenas para lanchar.  Após algum tempo, ao perceber que ele era um homem santo de Deus, ela se aproximou mais dele. O fato da sunamita ressaltar em Eliseu a qualidade de santo, indica que aquela qualidade era algo que importava para ela, isto é, ela buscava a santidade e prezava por conviver com pessoas que tinham essa qualidade. 

Além disso, a sunamita não se aproximou de  Eliseu porque ele era um homem conhecido e que fazia prodígios. Ela se aproximou dele pela sua abnegação, reconhecida pelo próprio profeta. Para a sunamita, o que importava era fazer bem ao homem de Deus e honrar a autoridade dele. Ela não se tornou amiga dele por interesse, mas porque tinha prazer em honrar aqueles que trabalhavam para o Senhor.

Com o passar do tempo, Eliseu fez uma proposta tentadora à sunamita, dizendo a ela que poderia levar ao próprio rei alguma demanda que ela tivesse. Mas a resposta da sunamita demonstrou a nobreza daquela mulher, ela disse a Eliseu que estava satisfeita com o que ela tinha. Na verdade, a sunamita não tinha tudo o que queria, pois ela ainda não tinha um filho, mas ao ser abordada por Eliseu, aquela mulher se mostrou satisfeita com aquilo que ela tinha. Esse era outro segredo da sunamita, apesar de não ter tudo o que ela desejava, ela vivia contente com o que tinha, o que fez o Senhor dar a ela aquilo que ela desejava. Quando vivemos satisfeitos com o que temos, o Senhor nos concede aquilo que desejamos.

Por fim, a última característica da sunamita foi a sua fé. Apesar de ver seu filho morto, aquela mulher não desistiu ou blasfemou, mas foi até Eliseu, reivindicando perante o Senhor a bênção que Ele mesmo havia lhe dado. Após Eliseu orar, o filho dela reviveu.

A sunamita foi uma mulher que fez parte de um período da vida de um dos maiores profetas da Bíblia. Não se sabe o nome dela, mas esse fato não diminuiu aquilo que ela foi para o seu tempo. Em uma geração onde falta santidade, abnegação, contentamento e fé, que possamos olhar para o modo de viver da sunamita, para aprendermos com ela.

sábado, 31 de julho de 2021

Não despreze aquilo que você tem

"Eliseu perguntou à mulher: — O que posso fazer por você? Diga-me o que é que você tem em casa. Ela respondeu: — Esta sua serva não tem nada em casa, a não ser um jarro de azeite." 2 Reis 4:2


Em uma das histórias do profeta Eliseu, chega à sua presença uma viúva. Essa mulher, que era esposa de um discípulo dos profetas e que temia a Deus, estava em uma situação bastante difícil. Após a morte do seu marido, por não ter fonte de renda, acabou contraindo dívidas, o que fez com que os credores dessas dívidas viessem até ela para levar seus filhos como escravos, por não ter ela com o que pagar o montante devedor.

Essa viúva, se sentindo encurralada pela situação, recorre ao profeta Eliseu. Ao lhe explicar sua situação, o profeta lhe questiona sobre o que ela tinha em casa. A viúva responde a Eliseu que não tinha nada, apenas uma botija de azeite. Ungido pelo Espírito, Eliseu ordena que ela buscasse entre seus vizinhos muitas vasilhas que estivessem vazias.

Ao trazer as vasilhas, Eliseu ordenou que ela fosse enchendo aquelas vasilhas com o azeite que havia na botija. A viúva fez tudo conforme Eliseu lhe ordenou. Ela creu que aquele milagre seria possível, e assim aconteceu. Aquele pouco azeite que havia na botija foi se multiplicando de forma que ela conseguiu encher todas as vasilhas que ela havia buscado.

A quantidade de azeite era tão grande que ela conseguiu vender o azeite, pagar a sua dívida e ainda sobreviver com o restante que sobrou.

A princípio, aquela viúva não deu muita importância ao azeite que tinha, pois ao ser questionada sobre o que tinha em casa, ela disse não ter nada, apenas o azeite. Mas aquele azeite, que aos olhos dela era tão pouco e inservível, foi o instrumento usado por Eliseu para ajudar ela a resolver seus problemas.

Muitas vezes estamos diante de situações desafiadoras, onde olhamos para os problemas e não vemos solução. Mas em muitos casos estamos negligenciando ferramentas que o Senhor coloca à nossa disposição para enfrentarmos e vencermos as dificuldades. Não podemos desprezar nada, pois qualquer coisa pode ser usada por Deus para nos ajudar. Apenas temos que abrir os nossos olhos para enxergarmos as botijas de azeite que temos em nossa casa. Muitas vezes Deus coloca diante dos nossos olhos a solução, só precisamos enxergar. Que o Senhor nos dê essa visão, como Eliseu, que enxergou em uma simples botija de azeite uma ferramenta que poderia ser usada por Deus para intervir naquela situação, e assim poderemos enxergar também o auxílio do Senhor por nós, que está sempre presente quando mais precisamos.

terça-feira, 22 de junho de 2021

Mesmo diante das piores tragédias, Deus está no controle dos acontecimentos

 Texto de referência: Rute 1


Noemi foi uma mulher israelita, da tribo de Judá, que partiu de Belém com seu marido e dois filhos, por causa da fome que havia naquela localidade. A família foi para Moabe, um território estrangeiro, rodeado de práticas idólatras e pagãs. Em Moabe morreram o marido de Noemi e seus dois filhos, restando apenas suas duas noras, das quais uma ficou em Moabe e a outra volta com Noemi para Belém.

Interessante notar que Noemi diz que saiu ditosa de Belém, mas o texto relata que eles saíram porque havia fome na terra. Isso significa que, apesar da fome, eles não tinham necessidade de ir embora de Judá.

Apesar de haver fome em Belém, o significado do nome dessa cidade é "casa de pão". Eles saíram da terra do alimento porque estavam diante de circunstâncias visíveis, isto é, a fome. O problema é que eles saíram para Moabe sem a direção de Deus, e tudo deu errado ali. Mas Noemi não justifica as suas perdas pelas suas más escolhas, mas culpa a Deus por tudo, dizendo que Ele a havia afligido. É fácil culparmos a Deus pelos nossos dissabores ao invés de olharmos para dentro de nós.

Quando Noemi voltou para Belém, ela estava amarga. Aquela mulher cujo nome significava agradável e doce, agora quer ser chamada de Mara, isto é, amarga. 

Mas Deus concede a Noemi uma nova oportunidade. Com o decorrer do tempo, Noemi se voltou para Deus e reconheceu o poder e a soberania d'Ele nos acontecimentos. Ela vê, através do casamento de sua nora com um parente seu, que Deus está no controle dos acontecimentos da história e que Ele tem poder para reverter qualquer situação.  A partir disso, ela vê as coisas novamente dando certo e pôde voltar a sorrir.

A Noemi que volta de Moabe é o exemplo do indivíduo que ao ver repentinamente tudo se desmoronar em sua vida, ao invés de aprender com as suas escolhas, prefere se render à amargura do passado e viver na sua sombra.

Mas a Noemi que fica em Belém é o exemplo da mulher que escolheu se reestruturar, parar de lamentar o que deu errado, entregar o seu futuro nas mãos do Senhor e deixar que Ele tome as rédeas de tudo. Mesmo diante das piores tragédias, Deus pode trazer um raio de luz e nos fazer sorrir novamente.

sexta-feira, 21 de maio de 2021

O perigo de vivermos despreocupadamente

 Texto de referência: Isaías 32:9-20


Houve um tempo no Reino de Israel onde servir a Deus não era mais prioridade para o seu povo. Enriquecer-se, de preferência às custas dos pobres, era a principal preocupação. Nesse tempo, a palavra de Deus era ministrada através dos profetas, que denunciavam os pecados existentes. 

É nesse contexto que surgiu o profeta Isaías, denunciando a vida pecaminosa que o povo estava levando. O profeta falou acerca de mulheres, que vivendo despreocupadamente diante da boa vida que levavam, não se atentavam mais em cumprir as leis do Senhor. Mas o profeta alertou para o fato de que aquela situação confortável estava se findando e que viriam tempos difíceis.

Esse período de escassez só se findaria quando fosse derramado o Espírito do alto, então aquilo que estava deserto, floresceria. A justiça então seria praticada, trazendo paz, repouso e segurança para sempre. Mesmo que tudo ao redor não estivesse bem, o povo continuaria vivendo em paz e seguro.

Essa palavra não foi dirigida a qualquer um, mas a mulheres que viviam despreocupadamente. Nesse contexto, viver despreocupado não implica em levar uma vida sem propósitos, mas denota a uma vida onde Deus não é mais prioridade. Estamos sujeitos a viver assim quando tudo em nossa vida flui muito bem e devido a isso nos esquecemos da importância da vigilância. Além disso, o tripé da comunhão com Deus - oração, Palavra e jejum - já não são praticados, e as coisas dessa terra se tornam a nossa única preocupação.

Todos sabemos que o tempo da bonança existe, mas infelizmente não dura para sempre. Durante a nossa caminhada na terra, todos nós passamos por momentos difíceis, e se nesses momentos a nossa fé não estiver ancorada em Deus e na Sua Palavra, não resistiremos às intempéries da vida.

Assim como no texto, o nosso jardim só volta a florescer quando o Espírito é derramado, isto é, quando voltamos aos pés do Senhor. A comunhão com o Espírito Santo nos fará vivermos em justiça, e isso nos trará a paz e a tranquilidade necessárias para enfrentar qualquer situação.

Perceba que o texto diz que ainda que haja escuridão e que a cidade seja completamente assolada, o povo de Deus viveria em paz e segurança. Essa característica do repouso ao povo de Deus não está condicionada à ausência de aflições, mas à prática da justiça e comunhão com o Espírito Santo. 

Apesar dessa palavra começar em um tom de alerta e ameaça, ele termina trazendo uma palavra de esperança. Viver despreocupado das coisas de Deus no presente é um passo para vivermos desnorteados no futuro. Pelo contrário, quando nos esforçamos para caminhar com Deus sempre, não nos desesperamos quando vêm as adversidades.

quarta-feira, 14 de abril de 2021

A mulher virtuosa

 Texto de referência: Provérbios 31:10-31


Ser mulher é uma missão linda, mas também desafiadora. Quando nasce uma mulher, nascem multipapéis e multifunções. Uma só pessoa carrega em si uma infinidade de tarefas e responsabilidades. Ser mulher é ser mãe, esposa, profissional, mas é também ser humano. O livro de Provérbios é o manual da sabedoria. Com seus diversos conselhos, ele nos ensina acerca de muitas situações. E esse livro tão importante termina falando sobre qual assunto? Sobre a mulher.

São vinte e um versículos que exaltam uma mulher que o autor denomina como virtuosa. Vejamos quais características têm essa mulher:

A mulher virtuosa cuida do seu marido: É alguém que busca apenas lhe fazer bem, e essa atitude é buscada diariamente. O marido dessa mulher confia nela e ele é estimado entre pessoas nobres.

É uma mulher ativa: a mulher virtuosa não se rende à preguiça. Cuida com diligência das tarefas do seu lar, a fim de que nada falte.

É empreendedora: trabalha, ganha e age com inteligência na condução dos seus negócios. Com sabedoria, ela multiplica aquilo que ela possui.

É forte: se veste de força diariamente e está sempre atenta para que não venha a desfalecer nos dias maus.

É generosa: a mulher virtuosa está sempre atenta às necessidades alheias, buscando sempre ajudar aqueles que estão precisando.

Cuida dos seus: é a mulher quem veste todos da casa, para que não sintam frio nos dias de neve. Ela está atenta às necessidades de todos em sua casa, e transmite a sua força também a eles.

Cuida de si mesma: a mulher virtuosa faz para si cobertas, procurando atitudes que lhe tragam proteção. Veste-se de força, tomando atitudes que lhe fortaleçam e veste-se de linho fino e púrpura, embelezando a si mesma com atitudes interiores. Não se enche de preocupações e ansiedades, pois ela confia no Senhor.

É reconhecida por todos: as atitudes dessa mulher são tão admiráveis que não tem como passarem desapercebidas. O seu marido e seus filhos reconhecem o seu valor e a sociedade a louva pelas suas atitudes.

Esse texto não está escrito como uma utopia, mas como um exemplo daquilo que Deus espera de nós enquanto mulheres. O segredo da mulher virtuosa está escrito ao final desse texto, ela é uma mulher que teme ao Senhor. O temor do Senhor nos fará sermos como essa mulher, que não é perfeita, pois ninguém é, mas que é o retrato do que cada uma de nós temos a capacidade de ser.

domingo, 7 de março de 2021

Mulheres, a verdadeira beleza está por dentro

 Texto-base: 1 Pedro 3:3-6


A mulher é sinônimo de beleza, de delicadeza, de graça. Deus nos fez diferentes dos homens em muitos aspectos, e um deles é no quesito enfeitar-se. Salvo algumas exceções, a maioria das mulheres adora se arrumar. Do cabelo até os pés, há procedimentos para todos os gostos, a fim de exaltar ainda mais a nossa beleza.

Entretanto, o apóstolo Pedro dedica alguns versículos da sua primeira carta às mulheres, oferecendo diversos conselhos. Como cristãs, a Bíblia é o nosso manual de vida, e portanto, esses conselhos são tomados por nós como ordenanças. Pedro ressalta sobre qual deve ser verdadeiramente o adorno das mulheres, e por incrível que pareça, esse adorno não tem nada de externo.

O verdadeiro enfeite das mulheres deve ser o seu interior, tendo em si um espírito manso e tranquilo, o qual o autor ressalta, tem grande valor diante de Deus. Ainda, ele ressalta que as santas mulheres da Bíblia se enfeitavam assim, com submissão aos seus maridos e que, como mulheres de Deus, devemos praticar o bem e não temer perturbação alguma.

Andar com Deus é viver na contramão do mundo. Enquanto a sociedade nos estimula a comprar, ter, mostrar, Deus nos mostra que há um caminho muito mais excelente. A ideia aqui não é desmerecer o exterior, nem impedir que mulheres se preocupem com a beleza, mas reposicionar as coisas, e nos mostrar que o que está dentro de nós é muito mais importante do que o vemos por fora.

Uma mulher linda por dentro automaticamente se torna linda por fora. O oposto também é válido, pois uma mulher com traços de beleza impecáveis mas que tem atitudes impróprias faz com que se anule essa beleza. As pessoas estão de olho muito mais nas nossas atitudes do que na nossa aparência.

Como mulheres, que possamos nos embelezar com os adereços de atitudes prudentes, que farão realçar a nossa verdadeira beleza, que é o que está por dentro.

domingo, 6 de dezembro de 2020

O propósito da mulher: uma companheira idônea

 Texto-base: Genesis 2:18 "Disse mais o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora que lhe seja idônea."


A mulher foi criada logo após a formação do homem. Ao criar os animais, eles tinham companheiros para si, todavia, Deus percebeu que o homem não tinha alguém semelhante a ele. Apenas a companhia dos animais não lhe era suficiente, ele precisava de alguém para lhe auxiliar, isto é, para lhe ajudar na missão de cuidar da terra, e essa pessoa precisava lhe ser idônea.

O significado de idôneo no dicionário* é "Que se adequa; que serve perfeitamente ao propósito que se refere. Que demonstra aptidão e capacidade para ocupar determinados cargos, para realizar determinadas tarefas etc.; apto e competente."

Entendemos que ao dizer que criaria alguém para o homem que lhe fosse idônea, Deus tinha o propósito de criar um ser que se adequasse ao homem, como se este fosse parte de uma peça e precisasse de outra parte que se encaixasse, para que ambas se tornassem um só elemento. E por isso Deus retira do próprio homem a carne necessária para formar a mulher pois, apesar de ser diferente, ela seria parte dele.

Dessa forma, percebemos que homem e mulher se preenchem. Um precisa do outro para se completarem. Assim, entendemos que à luz da Palavra de Deus o homossexualismo não é correto, sem gerar atritos às leis seculares, observando o ato homossexual sob o que diz as Escrituras Sagradas.

Ainda, percebemos que a criação da mulher teve um propósito e Deus a fez apta para cumpri-lo. O seu propósito é ser auxiliadora do homem e completá-lo. Isso não coloca a mulher em posição de inferioridade ou superioridade, pois se o homem precisa da mulher para se completar, esta precisa do homem para se completar também. Nenhum é melhor ou mais preferido por Deus do que o outro. Ambos precisam do outro para sobreviverem. Ambos são belezas da criação de Deus.

Mas a mulher foi criada através de uma missão: ser auxiliadora do homem e idônea. Deus criou o homem e viu que era muito bom, mas percebeu que ele não seria completo sem alguém do seu lado. E assim criou a mulher, já capacitada para sua missão. Auxiliadora, idônea, apta, competente. 



*https://www.dicio.com.br/idoneo/