quinta-feira, 12 de agosto de 2021

Dando a volta por cima: a história de Jabez

 Texto-base: 1 Crônicas 4:9-10


As genealogias na Bíblia não são textos muito fáceis de ler. Frequentemente saltamos essas partes nas escrituras por acharmos que elas só contém nomes de pessoas. Mas não devemos fazer isso, pois no meio dos nomes estranhos que encontramos nas descendências, nos deparamos com algumas histórias interessantes. Além disso, tudo o que está na Bíblia nos ensina de algum modo.

Uma dessas histórias interessantes é sobre Jabez, um descendente de Judá. Esse homem foi considerado mais ilustre do que seus irmãos, mas o início da sua vida não foi fácil. Ao nascer, sua mãe lhe colocou o nome de Jabez porque o havia dado à luz com dores. Nos tempos bíblicos o nome era algo muito importante, na verdade ele simbolizava algo sobre a pessoa ou sobre a conjuntura em que a pessoa nasceu. Não que nos dias de hoje o nome não seja importante, mas em nossa cultura, muitas vezes o nome é escolhido mais pela afinidade do que pelo seu significado.

Para Jabez, ser chamado pelo seu nome era sempre lembrar que ele gerou dores em sua mãe. Mas Jabez não se conformou com aquela situação. Em certa ocasião ele orou ao Senhor pedindo-lhe para que ele fosse abençoado, próspero, que o Senhor estivesse sempre presente em sua vida e que ele fosse livre do mal e das aflições. Então, Deus lhe concedeu tudo o que ele havia pedido. E por isso, aquele homem se destacou na sua geração.

O pedido de Jabez foi ousado, pois ele pediu diversas coisas de uma só vez. Ele pediu a bênção de Deus, a prosperidade, a Sua presença e a proteção d'Ele. Jabez pediu tudo o que precisamos e gostaríamos de pedir ao Senhor. E Deus concedeu a ele o que pediu.

A vida de Jabez nos ensina duas coisas importantes: a primeira é que não precisamos nos conformar com os rótulos que colocaram em nós. Se algum dia fomos rotulados de forma preconceituosa ou pejorativa, sabemos que Deus é aquele que muda a nossa história. Não importa em qual condição estamos hoje, importa quem nós podemos ser em Deus.

O segundo fato que aprendemos com Jabez é que podemos pedir ao Senhor com fé, que Ele nos ouvirá. O fato de Jabez não se conformar com a sua condição a qual lhe impuseram, já era uma atitude de fé, de que algum dia sua situação mudaria. Ele teve fé, ousou confiar no poder de Deus e foi referência entre o seu povo.

Assim como Jabez, nós podemos hoje nos levantar, sair da condição de humilhação a qual fomos impostos e nos colocarmos na posição que Deus tem para nós, mais que vencedores (Romanos 8:37)! Nada menos que isso. 

terça-feira, 10 de agosto de 2021

Apolo: o pregador que conheceu o poder do Espírito Santo

Texto de referência: Atos 18:24-28


Nos tempos da igreja primitiva surgiu entre os apóstolos um homem chamado Apolo. Ele era um judeu seguidor de Jesus. Conhecia bem as escrituras e falava sobre elas, sempre de modo muito persuasivo. Apolo era um habilidoso pregador, pois tinha em si todas as habilidades externas necessárias a alguém com esse dom, pois ele conhecia as escrituras e sabia explicá-las de forma convincente.

Entretanto, após ser ouvido por dois discípulos da igreja, chamados Áquila e Priscila, eles perceberam que faltava algo em Apolo. Ao lhe conhecerem melhor, o casal percebeu que ele conhecia apenas o batismo de João, isto é, aquele homem não havia recebido o batismo no Espírito.

Eles então convidaram Apolo a estar um tempo com eles, onde puderam falar a ele acerca do Espírito. Apolo compreendeu que o caminho de Deus não é completo sem o Espírito e com Ele caminhando conosco, a exposição da Palavra ganha um novo sentido.

Após esse aprendizado, Apolo saiu para a região da Acaia e ali começou a expor a Palavra. Agora o ministério de Apolo estava diferente, pois ele estava cheio do poder de Deus e não apenas falava de forma eloquente, mas convencia publicamente os judeus que o ouviam.

Apolo já era um servo de Cristo e já tinha a palavra em seu coração, mas faltava algo mais em seu ministério, faltava-lhe o Espírito Santo. Quando somos batizados no Espírito Santo, a exposição da Palavra de Deus ganha um novo formato, pois é o Espírito que dá poder e convencimento às nossas palavras. Sem o Espírito, as nossas palavras se tornam meras letras.

O problema é que nós cristãos  temos nos contentado em apenas receber o Espírito Santo, sem buscarmos ser batizados n'Ele. O batismo no Espírito é que nos fará sermos cheios d'Ele, na medida em que necessitamos, não apenas queremos. Apolo teve essa experiência e o seu ministério foi totalmente transformado.

domingo, 8 de agosto de 2021

Acaz: o rei que criou o seu próprio altar

 Texto de referência: 2 Reis 16:10-18


Dentre os diversos reis que Judá teve no período bíblico, um deles se chamava Acaz. Apesar de ser neto de Uzias, um rei muito próspero e que servia a Deus, Acaz teve um reinado deplorável. Naquela época, o reino de Judá estava cercado por diversas nações idólatras, que adoravam deuses estranhos. Uma dessas nações era a Assíria.

Para tentar fugir da perseguição da Síria, Acaz fez aliança com o rei da Assíria. Em certa ocasião, quando foi a Damasco (que na época pertencia à Assíria) visitar o rei assírio, Acaz viu ali um altar que este fez aos seus deuses. Acaz, que estava com o coração tomado pela idolatria, enviou a planta do altar e pediu ao seu sacerdote Urias que fizesse um igual para ele.

O sacerdote, em vez de recusar a fazer parte daquele ato idólatra, obedeceu a ordem de Acaz. Quando o rei de Judá chegou e viu o altar, queimou holocaustos, fez ofertas e sacrifícios. Como se não bastasse tudo isso, ele ainda retirou da casa do Senhor o altar da verdadeira adoração.

Acaz não construiu um altar para deuses estranhos, mas para si mesmo. Usurpando o lugar de um sacerdote, Acaz intentou fazer em seu altar idólatra os mesmos rituais que se faziam no altar do Senhor. Acobertado pelo sacerdote Urias, que não repreendeu a loucura de Acaz, ele buscou um ritual vazio de adoração.

Nem todo ritual de adoração é ao Deus verdadeiro, e nem toda adoração a Deus, Ele recebe. Muitas vezes temos entrado no ambiente da adoração para exaltar a nós mesmos, em vez de adorarmos a Deus. Lançamos as nossas dificuldades, os nossos anseios, as nossas preocupações, nos colocamos no centro do processo, e nos esquecemos de nos entregar por inteiro, que é o verdadeiro sentido da adoração.

A adoração simboliza a entrega, e por isso Deus diz que se agrada de um coração contrito mais do que de sacrifícios (Salmos 51:17). Deus também diz que glorificamos a Ele quando oferecemos sacrifícios de ações de graças (Salmos 50:23). Acaz criou um altar para adorar a si mesmo, para satisfazer o seu ego inflado. Que possamos dar a Deus a verdadeira adoração, que não se limita a lugares ou rituais, mas que vem de dentro, e é verdadeira. 

quinta-feira, 5 de agosto de 2021

Eliseu: o profeta da ousadia, da santidade e abnegação

 Textos de referência: 1 Reis 19:19-21; 2 Reis 4-7


O início da descrição bíblica do ministério de Eliseu se inicia quando Elias o chama para segui-lo e Eliseu, que estava cuidando de bois, larga tudo, despede-se da sua família, imola os bois os quais estava cuidando e começa a seguir Elias. A partir daí, a Bíblia relata que Eliseu o servia. Em outro relato mais adiante, Eliseu é conhecido como aquele que lavava as mãos de Elias. Dessa forma, percebemos que o ministério de Eliseu começou com ele servindo o homem que exercia autoridade sobre ele.

Após a subida de Elias ao céu, Eliseu assume o seu lugar como líder dos profetas. A princípio, ele mesmo não se impõe através da sua fé, pois para abrir e atravessar o rio Jordão, ele utiliza a capa de Elias e ora ao Senhor, clamando ao "Deus de Elias". Mas aos poucos, o ministério de Eliseu começa a ganhar notoriedade.

Assim como Elias, percebe-se que uma das características marcantes do ministério de Eliseu era a sua ousadia no Senhor. Eliseu não tinha medo e confiava no poder do Senhor para operar milagres. Através da sua vida, Deus operou grandemente em diversas situações, até mesmo na ressurreição de mortos. Mas um atributo de Eliseu que nos chama a atenção era a santidade. Foi por ser visto como um homem santo, que a mulher sunamita fez exclusivamente para ele um quarto em sua casa.

Por fim, Eliseu demonstrou em seu ministério que não era ganancioso. Essa atitude é vista logo no início, quando ele foi chamado e largou o seu trabalho e família para cumprir a sua vocação ministerial. É confirmada quando o Senhor o usou para trazer a cura da lepra ao comandante do exército siro. Nesta oportunidade, ele ofereceu a Eliseu muitas riquezas, as quais foram recusadas por ele. Essa atitude foi tão surpreendente que causou indignação no seu ajudante, que ao tentar pegar para si um pouco das riquezas que Eliseu desprezou, acabou sendo castigado.

Mesmo após a sua morte, o ministério de Eliseu continuou a frutificar, pois os seus ossos ao tocarem um cadáver que havia sido enterrado em seu túmulo, fez reviver um homem.

Todo o ministério de Eliseu não cabe nesse pequeno relato, pois ele foi um profeta e homem extraordinário. Mas se formos caracterizar o ministério de Eliseu em três características, podemos citar a ousadia, a santidade e a abnegação. São características que Deus quer também em nós, ousadia para crer no poder d'Ele, não importa a dificuldade da situação, santidade para renunciar diariamente o pecado e o mundo, abnegação para que as coisas terrenas não venham a ocupar o lugar do Senhor em nosso coração.


quarta-feira, 4 de agosto de 2021

As virtudes da mulher sunamita

 Textos de referência: 2 Reis 4:8-37; 8:1-6


Em um período em Israel onde houve uma fome severa, o profeta Eliseu alertou uma certa mulher, da qual não sabemos o nome, apenas a sua origem de Suném, e por isso era chamada sunamita. Essa mulher saiu de Israel e retornou apenas após a fome ter findado, tendo todas as suas terras restituídas pelo rei, após ele saber que aquela mulher foi uma das protagonistas de um milagre que Deus operou por meio de Eliseu. Mas o que tinha de tão especial nessa mulher que fez o profeta lhe alertar sobre a fome e para o rei lhe devolver os seus pertences? Quando vamos estudar sobre a sunamita, vemos que aquela mulher tinha virtudes especiais.

A princípio Eliseu conheceu a sunamita ao frequentar a sua casa apenas para lanchar.  Após algum tempo, ao perceber que ele era um homem santo de Deus, ela se aproximou mais dele. O fato da sunamita ressaltar em Eliseu a qualidade de santo, indica que aquela qualidade era algo que importava para ela, isto é, ela buscava a santidade e prezava por conviver com pessoas que tinham essa qualidade. 

Além disso, a sunamita não se aproximou de  Eliseu porque ele era um homem conhecido e que fazia prodígios. Ela se aproximou dele pela sua abnegação, reconhecida pelo próprio profeta. Para a sunamita, o que importava era fazer bem ao homem de Deus e honrar a autoridade dele. Ela não se tornou amiga dele por interesse, mas porque tinha prazer em honrar aqueles que trabalhavam para o Senhor.

Com o passar do tempo, Eliseu fez uma proposta tentadora à sunamita, dizendo a ela que poderia levar ao próprio rei alguma demanda que ela tivesse. Mas a resposta da sunamita demonstrou a nobreza daquela mulher, ela disse a Eliseu que estava satisfeita com o que ela tinha. Na verdade, a sunamita não tinha tudo o que queria, pois ela ainda não tinha um filho, mas ao ser abordada por Eliseu, aquela mulher se mostrou satisfeita com aquilo que ela tinha. Esse era outro segredo da sunamita, apesar de não ter tudo o que ela desejava, ela vivia contente com o que tinha, o que fez o Senhor dar a ela aquilo que ela desejava. Quando vivemos satisfeitos com o que temos, o Senhor nos concede aquilo que desejamos.

Por fim, a última característica da sunamita foi a sua fé. Apesar de ver seu filho morto, aquela mulher não desistiu ou blasfemou, mas foi até Eliseu, reivindicando perante o Senhor a bênção que Ele mesmo havia lhe dado. Após Eliseu orar, o filho dela reviveu.

A sunamita foi uma mulher que fez parte de um período da vida de um dos maiores profetas da Bíblia. Não se sabe o nome dela, mas esse fato não diminuiu aquilo que ela foi para o seu tempo. Em uma geração onde falta santidade, abnegação, contentamento e fé, que possamos olhar para o modo de viver da sunamita, para aprendermos com ela.

segunda-feira, 2 de agosto de 2021

Humildade, perseverança e obediência: a história de Naamã

 Texto de referência: 2 Reis 5:1-19


Naamã era o segundo homem mais importante da Síria. Por ser o comandante do exército, tinha contato direto com o rei e uma excelente posição social perante a nação. Porém o fato de ser leproso era algo que amargava a vida daquele homem.

Certo dia, uma jovem israelita que servia na casa de Naamã revelou que em Israel havia um profeta, que poderia dar fim àquele problema. Entusiasmado, Naamã vai até Israel com a sua comitiva até a casa de Eliseu, o profeta mencionado pela jovem. Entretanto, Eliseu não se impressiona com o poder social de Naamã e não o recebe pessoalmente, mas apenas lhe dá o recado para se lavar sete vezes no rio Jordão. 

Naamã resolve ir embora, indignado com a desconsideração de Eliseu à sua pessoa, mas após conselho dos seus servos, resolve seguir o conselho de Eliseu. Ao mergulhar no rio, ele fica limpo da sua lepra.

Ao ver a sua pele tão lisa como a de uma criança, Naamã se rende ao Senhor e reconhece que Ele é o único Deus. Um homem estrangeiro, acostumado a servir deuses estranhos, agora reconhece o poder do verdadeiro Deus.

Ao experimentar o milagre de Deus em sua vida, Naamã compreendeu algumas coisas sobre o Senhor:

A primeira coisa é que Deus não atende a orgulhosos. Naamã chegou até Israel achando que iria ser curado devido à sua posição social, mas Ele se deparou com um profeta que nem mesmo o recebeu pessoalmente e lhe deu a ordem de se lavar em um rio considerado humilhante por ele. Deus não queria menosprezar Naamã, mas fazê-lo entender que para Deus não há acepção de pessoas. O rico e o pobre são os mesmos diante Dele e Ele não se vende ou se submete a quem quer que seja.

Ao ordenar que ele se lavasse sete vezes no rio Jordão, o Senhor queria mostrar a Naamã que os caminhos de Deus exigem perseverança da nossa parte. Ele poderia se lavar apenas uma vez e ficar curado, mas a ordem era mergulhar por sete vezes. Grandes vitórias são precedidas de grandes batalhas, que exigem de nós atitudes de fé e de perseverança para alcançarmos o propósito para o qual Ele nos chamou.

Por fim, os caminhos de Deus exigem de nós obediência total. Naamã se questionou sobre o porquê ele não poderia se lavar em outro rio que não fosse o Jordão, mas o que o Senhor queria mostrar àquele comandante era que, assim como ele na sua posição oficial exigia obediência total dos seus subordinados, Deus exige de nós obediência total ao que Ele nos diz. Poderia ser qualquer rio ou até mesmo não ter rio, mas a ordem de Deus específica para ele era se lavar no rio Jordão e o milagre só ocorreria com a obediência àquela ordem dada.

Após Naamã presenciar todos esses fatos, não havia como não reconhecer que o Deus de Eliseu era diferente dos deuses siros, aos quais ele cultuava. E assim, ele se rende ao Senhor. Deus não muda.  Quando temos a oportunidade de conhecê-lo e experimentar o seu poder em nós, percebemos que Ele é singular. E assim passamos a servi-lo não apenas pelo que Ele faz por nós, mas por quem Ele é.

sábado, 31 de julho de 2021

Não despreze aquilo que você tem

"Eliseu perguntou à mulher: — O que posso fazer por você? Diga-me o que é que você tem em casa. Ela respondeu: — Esta sua serva não tem nada em casa, a não ser um jarro de azeite." 2 Reis 4:2


Em uma das histórias do profeta Eliseu, chega à sua presença uma viúva. Essa mulher, que era esposa de um discípulo dos profetas e que temia a Deus, estava em uma situação bastante difícil. Após a morte do seu marido, por não ter fonte de renda, acabou contraindo dívidas, o que fez com que os credores dessas dívidas viessem até ela para levar seus filhos como escravos, por não ter ela com o que pagar o montante devedor.

Essa viúva, se sentindo encurralada pela situação, recorre ao profeta Eliseu. Ao lhe explicar sua situação, o profeta lhe questiona sobre o que ela tinha em casa. A viúva responde a Eliseu que não tinha nada, apenas uma botija de azeite. Ungido pelo Espírito, Eliseu ordena que ela buscasse entre seus vizinhos muitas vasilhas que estivessem vazias.

Ao trazer as vasilhas, Eliseu ordenou que ela fosse enchendo aquelas vasilhas com o azeite que havia na botija. A viúva fez tudo conforme Eliseu lhe ordenou. Ela creu que aquele milagre seria possível, e assim aconteceu. Aquele pouco azeite que havia na botija foi se multiplicando de forma que ela conseguiu encher todas as vasilhas que ela havia buscado.

A quantidade de azeite era tão grande que ela conseguiu vender o azeite, pagar a sua dívida e ainda sobreviver com o restante que sobrou.

A princípio, aquela viúva não deu muita importância ao azeite que tinha, pois ao ser questionada sobre o que tinha em casa, ela disse não ter nada, apenas o azeite. Mas aquele azeite, que aos olhos dela era tão pouco e inservível, foi o instrumento usado por Eliseu para ajudar ela a resolver seus problemas.

Muitas vezes estamos diante de situações desafiadoras, onde olhamos para os problemas e não vemos solução. Mas em muitos casos estamos negligenciando ferramentas que o Senhor coloca à nossa disposição para enfrentarmos e vencermos as dificuldades. Não podemos desprezar nada, pois qualquer coisa pode ser usada por Deus para nos ajudar. Apenas temos que abrir os nossos olhos para enxergarmos as botijas de azeite que temos em nossa casa. Muitas vezes Deus coloca diante dos nossos olhos a solução, só precisamos enxergar. Que o Senhor nos dê essa visão, como Eliseu, que enxergou em uma simples botija de azeite uma ferramenta que poderia ser usada por Deus para intervir naquela situação, e assim poderemos enxergar também o auxílio do Senhor por nós, que está sempre presente quando mais precisamos.