quarta-feira, 4 de agosto de 2021

As virtudes da mulher sunamita

 Textos de referência: 2 Reis 4:8-37; 8:1-6


Em um período em Israel onde houve uma fome severa, o profeta Eliseu alertou uma certa mulher, da qual não sabemos o nome, apenas a sua origem de Suném, e por isso era chamada sunamita. Essa mulher saiu de Israel e retornou apenas após a fome ter findado, tendo todas as suas terras restituídas pelo rei, após ele saber que aquela mulher foi uma das protagonistas de um milagre que Deus operou por meio de Eliseu. Mas o que tinha de tão especial nessa mulher que fez o profeta lhe alertar sobre a fome e para o rei lhe devolver os seus pertences? Quando vamos estudar sobre a sunamita, vemos que aquela mulher tinha virtudes especiais.

A princípio Eliseu conheceu a sunamita ao frequentar a sua casa apenas para lanchar.  Após algum tempo, ao perceber que ele era um homem santo de Deus, ela se aproximou mais dele. O fato da sunamita ressaltar em Eliseu a qualidade de santo, indica que aquela qualidade era algo que importava para ela, isto é, ela buscava a santidade e prezava por conviver com pessoas que tinham essa qualidade. 

Além disso, a sunamita não se aproximou de  Eliseu porque ele era um homem conhecido e que fazia prodígios. Ela se aproximou dele pela sua abnegação, reconhecida pelo próprio profeta. Para a sunamita, o que importava era fazer bem ao homem de Deus e honrar a autoridade dele. Ela não se tornou amiga dele por interesse, mas porque tinha prazer em honrar aqueles que trabalhavam para o Senhor.

Com o passar do tempo, Eliseu fez uma proposta tentadora à sunamita, dizendo a ela que poderia levar ao próprio rei alguma demanda que ela tivesse. Mas a resposta da sunamita demonstrou a nobreza daquela mulher, ela disse a Eliseu que estava satisfeita com o que ela tinha. Na verdade, a sunamita não tinha tudo o que queria, pois ela ainda não tinha um filho, mas ao ser abordada por Eliseu, aquela mulher se mostrou satisfeita com aquilo que ela tinha. Esse era outro segredo da sunamita, apesar de não ter tudo o que ela desejava, ela vivia contente com o que tinha, o que fez o Senhor dar a ela aquilo que ela desejava. Quando vivemos satisfeitos com o que temos, o Senhor nos concede aquilo que desejamos.

Por fim, a última característica da sunamita foi a sua fé. Apesar de ver seu filho morto, aquela mulher não desistiu ou blasfemou, mas foi até Eliseu, reivindicando perante o Senhor a bênção que Ele mesmo havia lhe dado. Após Eliseu orar, o filho dela reviveu.

A sunamita foi uma mulher que fez parte de um período da vida de um dos maiores profetas da Bíblia. Não se sabe o nome dela, mas esse fato não diminuiu aquilo que ela foi para o seu tempo. Em uma geração onde falta santidade, abnegação, contentamento e fé, que possamos olhar para o modo de viver da sunamita, para aprendermos com ela.

segunda-feira, 2 de agosto de 2021

Humildade, perseverança e obediência: a história de Naamã

 Texto de referência: 2 Reis 5:1-19


Naamã era o segundo homem mais importante da Síria. Por ser o comandante do exército, tinha contato direto com o rei e uma excelente posição social perante a nação. Porém o fato de ser leproso era algo que amargava a vida daquele homem.

Certo dia, uma jovem israelita que servia na casa de Naamã revelou que em Israel havia um profeta, que poderia dar fim àquele problema. Entusiasmado, Naamã vai até Israel com a sua comitiva até a casa de Eliseu, o profeta mencionado pela jovem. Entretanto, Eliseu não se impressiona com o poder social de Naamã e não o recebe pessoalmente, mas apenas lhe dá o recado para se lavar sete vezes no rio Jordão. 

Naamã resolve ir embora, indignado com a desconsideração de Eliseu à sua pessoa, mas após conselho dos seus servos, resolve seguir o conselho de Eliseu. Ao mergulhar no rio, ele fica limpo da sua lepra.

Ao ver a sua pele tão lisa como a de uma criança, Naamã se rende ao Senhor e reconhece que Ele é o único Deus. Um homem estrangeiro, acostumado a servir deuses estranhos, agora reconhece o poder do verdadeiro Deus.

Ao experimentar o milagre de Deus em sua vida, Naamã compreendeu algumas coisas sobre o Senhor:

A primeira coisa é que Deus não atende a orgulhosos. Naamã chegou até Israel achando que iria ser curado devido à sua posição social, mas Ele se deparou com um profeta que nem mesmo o recebeu pessoalmente e lhe deu a ordem de se lavar em um rio considerado humilhante por ele. Deus não queria menosprezar Naamã, mas fazê-lo entender que para Deus não há acepção de pessoas. O rico e o pobre são os mesmos diante Dele e Ele não se vende ou se submete a quem quer que seja.

Ao ordenar que ele se lavasse sete vezes no rio Jordão, o Senhor queria mostrar a Naamã que os caminhos de Deus exigem perseverança da nossa parte. Ele poderia se lavar apenas uma vez e ficar curado, mas a ordem era mergulhar por sete vezes. Grandes vitórias são precedidas de grandes batalhas, que exigem de nós atitudes de fé e de perseverança para alcançarmos o propósito para o qual Ele nos chamou.

Por fim, os caminhos de Deus exigem de nós obediência total. Naamã se questionou sobre o porquê ele não poderia se lavar em outro rio que não fosse o Jordão, mas o que o Senhor queria mostrar àquele comandante era que, assim como ele na sua posição oficial exigia obediência total dos seus subordinados, Deus exige de nós obediência total ao que Ele nos diz. Poderia ser qualquer rio ou até mesmo não ter rio, mas a ordem de Deus específica para ele era se lavar no rio Jordão e o milagre só ocorreria com a obediência àquela ordem dada.

Após Naamã presenciar todos esses fatos, não havia como não reconhecer que o Deus de Eliseu era diferente dos deuses siros, aos quais ele cultuava. E assim, ele se rende ao Senhor. Deus não muda.  Quando temos a oportunidade de conhecê-lo e experimentar o seu poder em nós, percebemos que Ele é singular. E assim passamos a servi-lo não apenas pelo que Ele faz por nós, mas por quem Ele é.

sábado, 31 de julho de 2021

Não despreze aquilo que você tem

"Eliseu perguntou à mulher: — O que posso fazer por você? Diga-me o que é que você tem em casa. Ela respondeu: — Esta sua serva não tem nada em casa, a não ser um jarro de azeite." 2 Reis 4:2


Em uma das histórias do profeta Eliseu, chega à sua presença uma viúva. Essa mulher, que era esposa de um discípulo dos profetas e que temia a Deus, estava em uma situação bastante difícil. Após a morte do seu marido, por não ter fonte de renda, acabou contraindo dívidas, o que fez com que os credores dessas dívidas viessem até ela para levar seus filhos como escravos, por não ter ela com o que pagar o montante devedor.

Essa viúva, se sentindo encurralada pela situação, recorre ao profeta Eliseu. Ao lhe explicar sua situação, o profeta lhe questiona sobre o que ela tinha em casa. A viúva responde a Eliseu que não tinha nada, apenas uma botija de azeite. Ungido pelo Espírito, Eliseu ordena que ela buscasse entre seus vizinhos muitas vasilhas que estivessem vazias.

Ao trazer as vasilhas, Eliseu ordenou que ela fosse enchendo aquelas vasilhas com o azeite que havia na botija. A viúva fez tudo conforme Eliseu lhe ordenou. Ela creu que aquele milagre seria possível, e assim aconteceu. Aquele pouco azeite que havia na botija foi se multiplicando de forma que ela conseguiu encher todas as vasilhas que ela havia buscado.

A quantidade de azeite era tão grande que ela conseguiu vender o azeite, pagar a sua dívida e ainda sobreviver com o restante que sobrou.

A princípio, aquela viúva não deu muita importância ao azeite que tinha, pois ao ser questionada sobre o que tinha em casa, ela disse não ter nada, apenas o azeite. Mas aquele azeite, que aos olhos dela era tão pouco e inservível, foi o instrumento usado por Eliseu para ajudar ela a resolver seus problemas.

Muitas vezes estamos diante de situações desafiadoras, onde olhamos para os problemas e não vemos solução. Mas em muitos casos estamos negligenciando ferramentas que o Senhor coloca à nossa disposição para enfrentarmos e vencermos as dificuldades. Não podemos desprezar nada, pois qualquer coisa pode ser usada por Deus para nos ajudar. Apenas temos que abrir os nossos olhos para enxergarmos as botijas de azeite que temos em nossa casa. Muitas vezes Deus coloca diante dos nossos olhos a solução, só precisamos enxergar. Que o Senhor nos dê essa visão, como Eliseu, que enxergou em uma simples botija de azeite uma ferramenta que poderia ser usada por Deus para intervir naquela situação, e assim poderemos enxergar também o auxílio do Senhor por nós, que está sempre presente quando mais precisamos.

sexta-feira, 30 de julho de 2021

O Deus dos montes e dos vales

"Porque os siros disseram: O Senhor é Deus dos montes e não dos vales, toda esta grande multidão entregarei nas tuas mãos, e assim sabereis que eu sou o Senhor." 1 Reis 20:28


Em uma guerra travada entre Israel e Síria, quando Israel era governado pelo perverso rei Acabe, o poder de vitória estava nas mãos da Síria. Esse império, governado pelo rei Ben-Hadade, era forte, com grande número de combatentes e com um grande aparato de carros e cavalos. Nessa batalha, estavam ajudando Ben-Hadade cerca de trinta e dois reinos, todos investidos contra Israel. Diante disso, as chances humanas de vitória do povo israelita eram mínimas.

Mas ao lado do povo estava o Invencível, o Imparável, o Senhor da Guerra. Deus estava naquela peleja, e mesmo Acabe sendo tão perverso e o exército israelita tão pequeno, Deus concedeu a ele a vitória.

Mas os siros não desistiram. Eles sabiam que aquela vitória havia sido dada ao povo por Deus, pois humanamente falando, não havia chances de vitória do povo de Israel. Então eles formulam uma teoria de que Deus havia ajudado o Seu povo porque Ele era um deus dos montes, e sendo assim, eles teriam que pelejar com aquele povo em um lugar mais baixo, ou seja nas planícies ou nos vales.

E com essa teoria, os siros novamente formam batalha contra o povo de Israel, e saem a peleja, agora nas planícies. Novamente eles vêm com todo aparato de guerra e muitos combatentes, enquanto Israel sai com um exército muito pequeno. Mas o Senhor revelou a Acabe, que porque os siros acreditaram que o Senhor era apenas um deus dos montes e não dos vales, Deus entregaria aquele grande exército nas mãos de Israel. E assim ocorreu, pois naquele dia foram feridos mais de cem mil siros.

Essa história nos demonstra o grande poder de Deus, que não pode ser medido e nem comparado. Os siros estavam acostumados com seus falsos deuses, que escolhem lugares ou que parecem agir diante de determinadas circunstâncias. Mas o Deus de Israel é diferente. Deus não se limita a espaços geográficos, pois toda a Terra pertence a Ele. Deus também não escolhe circunstâncias, pois Ele tem o controle de tudo em suas mãos.

Seja nos vales ou nos montes, de perto ou de longe, com um exército pequeno ou grande, Deus não precisa de elementos humanos para agir ou de condições favoráveis para atuar. A guerra pertence a Ele, e a vitória também. Quando Ele libera a ordem de vitória, podemos crer que o mal não prevalecerá.



quarta-feira, 28 de julho de 2021

Elias: um homem comum com uma fé extraordinária

 Textos de referência: 1 Reis 17:1-7; 18:36-40; 19:3-14; 2 Reis 1:9-13: 2:9-11


O profeta Elias é um dos homens mais excêntricos das escrituras sagradas. A começar pelas suas vestes, que eram de pêlos de animais, e não de tecidos, como era o costume da época. Mas a excentricidade de Elias é mais destacada em seu ministério, pois os milagres que Deus fazia por meio de Elias eram bastante fortes.

Por algum tempo ele foi alimentado por corvos que diariamente lhe traziam pão e carne para ele comer. Já imaginou você estar em um lugar e de repente ver uma ave trazendo para você um pedaço de pão e uma porção de carne?

Através da palavra de Elias e permissão do Senhor, não choveu sobre a terra durante três anos. E através da oração de Elias, Deus enviou chuva sobre a terra. Nesse mesmo episódio, Elias orou ao Senhor e fogo desceu do céu sobre o altar, desmistificando o falso poder de Baal entre o povo.

Outra ocasião em que se nota uma unção na vida de Elias, foi quando o rei Acazias lhe enviou cinquenta homens e um capitão para prendê-lo, mas Elias orou e caiu fogo do céu consumindo aqueles homens. A mesma cena se repetiu novamente, e só não houve um terceiro morticínio porque o capitão pediu clemência por ele e pelos seus capitães.

Por fim, em uma ocasião em que Elias e seus discípulos estavam passando pelo rio Jordão, ao ver que o rio estava cheio e não poderiam passar, Elias naturalmente enrolou o seu manto, fazendo as águas se dividirem e eles passassem a seco.

Até a morte de Elias não foi algo natural, pois Elias não morreu como as demais pessoas, mas foi elevado ao céu em um carro de fogo, puxado por cavalos de fogo, através de um redemoinho.

A história de Elias demonstra que havia algo especial naquele homem. O poder de Deus que repousava sobre ele era algo surpreendente. Parecia que nenhum obstáculo era grande demais para ele. Mas Elias não era nenhum super-herói. Pelo contrário, o apóstolo Tiago, ao encorajar seus discípulos à oração, nos relata que Elias era um homem comum, sujeito às mesmas paixões que nós (Tiago 5:17). E a própria história de Elias relata isso, ao descrever um período de esgotamento emocional pelo qual ele passou após matar quatrocentos e cinquenta profetas de Baal. Após esse momento, Elias redescobriu o Senhor, percebendo que Deus não era apenas um Deus de fogo, mas também se manifestava através da calmaria.

Elias era um homem comum, que chorava, entristecia, sentia solidão e duvidava. Mas Elias deixava ser conduzido pelo Espírito. Não há nenhuma fórmula mágica, o segredo de Elias era a sua ousadia em servir ao Senhor, não temendo denunciar o pecado, o que demonstrava a sua total entrega ao Senhor e renúncia ao pecado, o que demonstrava a sua santidade.

Assim como Elias impactou a sua época, o Senhor chama também em nossa geração homens como Elias, que se deixem ser usados por Ele para impactar a nossa geração. Ele quer usar homens de fé e que se esforcem por viver em santidade.

segunda-feira, 26 de julho de 2021

As bênçãos que recebemos pelo Salmos 91

 Texto de referência: Salmos 91


O Salmos 91 é um salmo conhecido por muitas pessoas, inclusive pessoas que não são adeptas ao cristianismo, mas que o consideram como um "amuleto" de proteção. Mas essa atitude é um terrível erro, pois a Palavra de Deus jamais pode ser reduzida a um amuleto ou um mantra, na qual manuseamos ou invocamos de qualquer forma, para somente atender às nossas necessidades. 

Voltando ao Salmos 91, é importante ressaltar que todas as promessas contidas nele são direcionadas àquele que habita no esconderijo do Altíssimo e descansa à sombra do Onipotente. Se você deseja saber o que fazem esse tipo de indivíduo, leia o texto O verdadeiro sentido do Salmos 91. Mas hoje quero ressaltar as bênçãos recebidas através deste salmo.

Proteção de um Deus que tem poder sobre terríveis adversários (v. 3): ser livre de elementos amedrontadores, pestes, pragas e armadilhas são promessas de proteção que encontramos nesse salmo. Inclusive, são essas promessas que fazem ele ser tão invocado, pois em um mundo de tantos perigos, nada melhor do que saber que temos um ser Onipotente que nos protege.

Cuidado de um Pai que guarda seus filhos (v. 4): cobrir com as penas e nos guardar debaixo das asas nos remete à figura da galinha que coloca seus filhotes sob a sua proteção. Deus não apenas nos protege como um guerreiro em meio a uma batalha. O Seu cuidado por nós é como o cuidado de um pai, que deseja ver seus filhos sempre seguros.

Segurança para a nossa família (v. 10): a proteção do Senhor não se limita apenas a nós, mas se estende a toda a nossa casa, à nossa família e a tudo o que é nosso.

Proteção e direção durante a nossa caminhada (v. 11): Deus não apenas nos protege, mas envia anjos que nos guardem durante a nossa caminhada, a fim de que não venhamos a tropeçar. Isso pode ser entendido como uma direção a seguirmos, a fim de não tomarmos decisões que venham a nos prejudicar.

Autoridade sobre o mal (v. 13): por fim, Deus nos concede através das palavras deste salmo autoridade sobre os nossos adversários. Pisar leões e serpentes indica que o mal está debaixo dos nossos pés. Deus não apenas luta por nós, mas Ele também nos capacita a lutarmos e prevalecermos contra o mal.

Definitivamente, o Salmos 91 não pode mais ser para nós apenas um texto que a gente estampa a parede da casa ou carrega no chaveiro do carro. Precisamos vivê-lo e tomar posse das bênçãos que o Senhor nos concede através dele.

sábado, 24 de julho de 2021

Um Deus que quer nos perdoar

 Texto de referência: I Reis 8:46-50


O mundo jaz no maligno (1 João 5:19). Essa é a informação que nos traz a Palavra do Senhor, e isso explica o porquê de tanto sofrimento nesta terra. O pecado é a causa do nosso afastamento de Deus, e ele assola todas as pessoas, quer sejam cristãs ou não.

É isso que Salomão constatou em seu tempo de reinado. Ele reconheceu que o povo de Deus, mesmo conhecendo a Deus, poderia pecar, pois não existe ninguém que não peque.

Ele também reconheceu que o pecado gera consequências, e que após pecarem o povo poderia ser levado a um cativeiro em terras adversárias. Mas caso isso ocorresse, se ali o povo caísse em si e se convertesse de todo o coração e pedissem perdão ao Senhor, o Senhor os perdoaria e os tiraria do cativeiro.

Salomão fez essa oração durante o período da velha aliança, onde não se conhecia formalmente a graça. Hoje sabemos que o sacrifício de Jesus nos redimiu de todo o pecado e que não somos mais escravos do mal. Todavia, por mais que o pecado não tenha poder sobre aqueles que crêem em Jesus, ele ainda existe e somos diariamente tentados por ele.

Mas assim como Salomão entendeu, sabemos que se pecarmos, podemos clamar as misericórdias do Senhor e se o nosso arrependimento for sincero, obteremos perdão. Mesmo que estejamos sofrendo as consequências do pecado, podemos ter a certeza que seremos perdoados e seremos libertados do cativeiro ao qual caímos quando cedemos ao pecado.

Deus é o mesmo, Ele não mudou e a sua misericórdia também continua a mesma. Enquanto vivermos nesta terra, sabemos que estamos suscetíveis a sermos tentados ao pecado, mas apesar disso, não somos escravos dele. O ideal é não pecar, mas se pecarmos, temos um Deus que tem prazer no perdão.